Um jogo em dia de simulacros de catástrofes em Lisboa não começou do melhor modo. Um dos "aforristas" chegou atrasado e obrigou a equipa a jogar um "lusco-fusco" (uns 5~7 minuutos) com um jogador a menos.
Mas tardaram 4 minutos até os Sex Machine (Tiago, Marco, Ricardo, Hugo e Rodrigo) abrirem o activo e até à entrada do quinto jogador, apenas por seis vezes funcionou o marcador. E o maior erro da arbitragem até aconteceu nesta fase, num lance em que um claro penalty foi "transformado" em livre directo, ou seja, um possível 2-1 transformado em lance sem perigo.
Os golos sucederam-se, as ocasiões idem, todos jogaram... com entusiasmo e pouco rigor, foram aparecendo os golos e 3~4 poderiam ter sido da equipa adversária, mas o Tiago (1 vez na primeira parte) e o Catarino (2~3 vezes na segunda) foram adiando o tento de honra da equipa recém formada.
Apenas o Pedro não esve presente (está de férias a festejar um dos seus aniversários) e todos os demais se divertiram e desfrutaram do jogo (incluindo Tiago Melão, presentemente em contrato de empréstimo nos "Aplicados").
Jogos, agora só para o ano !!! Boas Festas !!!!!
Mas, atenção... ainda há um jantar-convívio e muito almoço-treino... a bola é que não deve rolar entretanto, que esta equipa é mais dada a jogos. E videos...
À quarta jornada, encontravam-se duas equipas que estiveram presentes na Final Four do passado Torneio Nacional, criando a expectativa de um jogo equilibrado. Mas, com um jogo sólido, os Sex Machine nunca deram esperanças ao adversário e conseguiram uma vitória tranquila.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Bruno e Ranito) logo com os SM a tomarem as rédeas do jogo, com vários remates do Bruno e jogadas de envolvimento iniciadas no Ricardo que faziam antever o 1-0. Tardou alguns minutos e foi já com o Hugo em campo que, após uma falta sobre este quando se tentava isolar, surgiu o golo inaugural. O Ranito, desmarcado ao segundo poste (sob a vigilância atenta, não dos adversários, mas da sua filha, na sua primeira visita ao pavilhão), facilmente encostou, a passe do Ricardo, para o 1-0.
A pressão intensificou-se, e já com o Oscarino e Rodrigo em campo, surgiu o 2-0 (já perto do intervalo); saída em contra-ataque do Rodrigo, passe a isolar o Oscarino que, com possibilidade de remate e o Rodrigo ao segundo poste, optou pelo primeiro, dando justiça e tranquilidade ao resultado. Não se pense que os Ratolas foram uma equipa passiva; atacaram e criaram algum perigo, mas sempre esbarraram na boa organização defensiva adversária, Tiago incluído (com o seu “alargado” raio de acção).
A segunda parte não trouxe novidades logo no início (traria mais à frente). Um jogo repartido, com alguma superioridade dos SM que buscavam aumentar o score para garantirem a vitória o mais cedo e tranquilamente possível. Numa transição rápida, o Marco conseguiu isolar-se e fazer o 3-0, picando a bola sobre o guarda-redes; pouco depois, o Bruno, em jogada individual, fintou um defesa, “sentou” o guarda-redes e entrou pela baliza, fazendo o 4-0.
A novidade estava guardada para esta altura: o regresso do António Catarino à baliza dos Sex Machine. Mantendo-se sempre um amigo deste grupo e sempre sem perder o contacto fora de campo, esta época podemos novamente contar com ele para defender as nossas redes, a par do Tiago.
Foi num canto que surgiu o 5-0; o Hugo recebeu a bola do Bruno, trocou as voltas ao defesa directo e, à saída do guarda-redes, cruzou a bola para o Oscarino bisar em cima da linha de golo, no golo mais fácil que este terá marcado nos últimos tempos.
O cariz do jogo não se alterou, o Rodrigo, o Bruno, o Hugo e o Ricardo poderiam ter tornado a marcar, mas não o fizeram. Foi o Bruno (e fazendo uso das suas palavras, no balneário) que, após ter marcado um golo, deu outro a marcar… só que aos Ratolas. Uma perda de bola a meio-campo permitiu o contra-ataque em 2-para-1 que resultou no 5-1, o justo “tento de honra” para a equipa derrotada.
Boa arbitragem, com 3~4 erros de pormenor, mas sem influência no resultado.
Ao fim de quatro jornadas, as três equipas que ficaram no pódio do último Torneio Nacional lideram (pela mesma ordem) a classificação, separadas apenas por um ponto (Educadores e Sex Machine com 12 e Futebolistas com 11). No extremo oposto, apenas os “caloiros” Aplicados do Aforro e a “filial” Sex Machões ainda não conseguiram resultados positivos. São precisamente estes os próximos adversários dos Sex Machine, antes do ciclo infernal que em cinco jornadas os verás a jogar com as quatro equipas mais fortes dos últimos 2~3 anos.
Ao fim de alguns anos de derrotas sucessivas, poderá dizer-se que os Sex Machine, depois de bem acordarem, usaram o “Colgate Anti-Tártaro” para a sua higiene oral e desportiva. Resultado: sorrisos brilhantes e “este borrego está morto”. Falta o principal, claro.
O jogo começou com o Carlão a caminho (Tiago, Hugo, Marco, Bruno e Ranito) com as equipas a estudarem-se mutuamente, sem grandes pressões nem ânsias de chegar ao golo. Muitas cautelas e um ou outro desequilíbrio que não trouxe verdadeiro perigo. Até que, numa jogada de contra-ataque (a arma típica dos “Tártaros”), o Ricardo conduziu a bola em 3-para-2 e, numa tentativa de evitar que a bola chegasse a um SM isolado, ocorreu um corte que deu em auto-golo e o 1-0.
Boa pressão dos Tártaros, que passaram a ter mais as despesas do jogo e a fazer algum perigo, sempre bem resolvido pela defesa e guarda-redes, sempre a jogar muito fora dos postes. Num lance destes, o Tiago fez um passe directo para o Bruno que, em típico contra-ataque, fez o 2-0 na cara do guarda-redes adversário com o seu pé direito.
Os Tártaros voltaram à carga. Têm um elemento novo que (após ter empestado a nossa w/c com um fax nocivo ao ambiente) criou algumas dificuldades pela velocidade que coloca em jogo e que faz dos Tártaros uma equipa mais completa do que em anos anteriores. Num lance em que o Hugo permitiu o “corte nas costas” e em que o Tiago terá demorado um “tudo-nada” a sair, surgiu o 2-1, já no último minuto da primeira parte, relançando o jogo.
A segunda parte trouxe de novo o equilíbrio ao jogo, com os SM a entregarem as despesas do jogo ao adversário e a fazerem mais perigo tendo menos tempo de posse de bola (o Rodrigo teve duas oportunidades soberanas, uma de cabeça a 1 metro da baliza a passe do Ricardo e outra noutro passe picado do Hugo que o isolou, mas em que não conseguiu dominar a bola). E o 3-1 viria a surgir, num lance em que o Hugo, da linha da sua área, fez um passe longo para o Pedro marcar de cabeça, já dentro da área adversária. Mas, pouco depois, num lance em que houve falta sobre o Bruno, nasceu um contra-ataque que deu o 3-2.
Mas o jogo estava vivo e os Tártaros atacavam agora com guarda-redes avançado. Num lance em que o Bruno fez duas faltas sucessivas (remates sempre contra a barreira compacta), a bola sobrou para ele mesmo que rematou de primeira de baliza a baliza, fazendo o 4-2. Pouco depois, novo lance em que a equipa sai para contra-ataque e ficando o Ranito isolado e sem ninguém na baliza, rematou de longe ao poste, permitindo ao Bruno o 5-2 na recarga (terá sido uma assistência propositada ?)…
Nova pressão dos Tártaros resultou em dois golos que tornaram a trazer a emoção ao jogo (5-3 e 5-4), o qual ficou morto quando, em novo contra-ataque lançado pelo Tiago, o Bruno se isolou fazendo o seu quarto golo, segundo de pé direito: 6-4. Para além do goleador, boa exibição do Marco (discreto e sem falhas) e, claramente, do Ricardo e do Tiago, que foram as “fundações” sólidas de uma equipa que vai aprendendo a ganhar sem ter de jogar bonito.
Pela segunda vez consecutiva, arbitragem fraca (lembrando principalmente dois lances em que o Ricardo foi protagonista: num deles, fintou o guarda-redes adversário na linha de meio-campo e apesar de seguir isolado e ter sido agarrado, nem houve lugar a cartão; noutro, cortou a bola contra as pernas do mesmo guarda-redes em lance normal que fez o guarda-redes pisar a bola e cair; foi marcada falta a 1m da área perante a gargalhada geral). Enfim, pormenores/detalhes num jogo bem disputado entre duas boas equipas, que podia ter pendido para qualquer um dos lados, com uma boa vitória para a que foi mais calculista.
Após três jornadas, ficam apenas duas equipas (campeões e vice-campeões nacionais: Educadores e Sex Machine) isoladas no topo da classificação, apenas com diferença de goal-average.
A segunda jornada do XXXI Torneio Regional viu uns Sex-Machine’s a jogarem o pior futebol dos últimos tempos; não há grande explicação para um jogo muito fraco: terá sido excesso de confiança (no ano passado vencemos 7-1 sem o Tiago, Bruno e Ricardo) ou falta de inspiração global, porque a equipa fez uma rotação de jogadores semelhante à da semana passada, mas nunca conseguiu consistente nem ser fluida no ataque.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Ranito) com os SM a pressionarem e a poderem marcar por uma ou duas vezes. Mas, uma vez mais, só após a entrada do Rodrigo e Pedro se chegou ao golo, num passe do Ricardo que viu correspondido (com alguma arte de ping-pong à mistura) pelo Rodrigo. Ao intervalo: 1-0.
Na segunda parte, mais do mesmo: pendor ofensivo dos SM que poderiam ter feito alguns golos mais e boa réplica dos Lendários (com dois elementos novos que melhoraram a qualidade da equipa). Surgiu o 1-1 num livre frontal em que a bola passou entre a barreira e o guarda-redes, alterando o jogo por completo.
Jogou-se aqui o melhor futebol (não pela qualidade, mas pela vontade) durante o jogo. O Ricardo comandava a trás, o Marco fazia muita pressão (“sacou” ainda umas 3~4 faltas aos adversários), o Hugo fazia a transição para o ataque e o Rodrigo, jogando móvel, dava muita energia à equipa, quer defensiva quer ofensivamente.
E o 2-1 apareceu. Foi numa recuperação de bola do Ricardo que a bola chegou ao Hugo, que trocou as voltas a um adversário (que caiu “redondo” no chão) e apareceu na cara do guarda-redes, com o Rodrigo ao segundo poste; o Hugo não conseguiu o passe, tentando antes rematar… o guarda-redes bloqueou a bola que sobrou de novo para o Hugo que a devolveu ao Ricardo… no 1-para-1, o “Carlão” foi forte e rematou colocado para o decisivo 2-1.
Pouco depois, numa boa saída do Marco em contra-ataque, assistência para o Rodrigo e… golo. 3-1. Logo depois, entendimento entre o Hugo e Marco, mas o passe deste saiu um pouco adiantado e o 4-1 não apareceu. Apareceu sim o 3-2 num canto em que a marcação não foi bem feita e o remate cruzado não deu hipóteses ao Tiago.
Alguma pressão dos Lendários à procura da igualdade, mas tal não esteve perto de acontecer, embora tenha havido muita entrega… e uma das piores arbitragens de que há memória (este senhor tem mesmo de ser reciclado)… faltas inexistentes, cartões desnecessários, foras e cantos ao contrário… foram até motivo de conversa entre todos após o jogo, que acabou com fair-play garantido pelos jogadores, o que é de realçar. Resultado justo: 3-2.
Os Sex-Machine’s voltaram à competição no mesmo ritmo que acabaram o último Torneio Regional: jogo pouco táctico, defesa sólida, equipa altruísta e solidária. Este jogo trazia duas motivações extra: os Sex Machine’s completaram na véspera 29 anos de existência e os adversários para a estreia era uma equipa que nos tem dado problemas e inclusive jogado melhor que nós nos últimos anos, mas sempre sem conseguir vencer-nos.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Bruno e Ranito) com as equipas a estudarem-se e a fazerem pouco perigo; nos primeiros dez minutos, apenas dois lances poderiam ter feito funcionar o marcador: um lance do Ricardo, que devia ter rematado em vez de oferecer ao Bruno, e outro em que o Ranito fez um violento remate à barra. Duas defesas seguras do Tiago e dois remates do Bruno ainda a assinalar mas, na generalidade, um jogo morno.
O jogo mudou de feição com três alterações: a entrada do Pedro, Hugo e (principalmente) do Rodrigo. Com uma pressão alta e hiper-cinética, o Rodrigo obrigou várias vezes a defesa adversária a despejar a bola e a errar passes… e foi num destes lances que o Pedro ficou com a bola, contornou um defesa e rematou calmamente (com a bola a roçar o poste, como é hábito), fazendo o 1-0.
Pouco depois, nova pressão alta deu origem a uma jogada individual do Hugo que descaído na esquerda fez um remate cruzado que daria o 2-0 (na verdade, o Rodrigo ainda apareceu ao segundo poste a tocar a bola antes dela entrar, mas a Mesa considerou erradamente que o toque fora já dentro da baliza). Volvidos trinta segundos (note-se que os três golos ocorreram num espaço de 90 segundos), novo golo do Pedro a aparecer isolado e a fixar o resultado. Houve ainda um lance em que o Oscarino se desmarcou bem mas não aproveitou ao segundo poste, deixando o resultado claro ao intervalo: 3-0.
Na segunda parte, os Artistas atacaram cerca de 12 minutos com guarda-redes avançado e acabaram por justificar o tento de honra com um remate forte do Pedro Fontoura. Houve nesta fase poucos lances de golo para ambos os lados, porque os Sex-Machine’s assim o obrigaram, com um jogo controlado e pausado, acabando por terminar o jogo com apenas três faltas cometidas no total, apesar de terem estado bastante tempo a defender 4-para-5.
Um remate do Rodrigo à barra em contra-ataque e um livre de 10 metros do Bruno nos segundos finais (bem defendido pelo guarda-redes adversário) podiam ter ampliado o resultado, que podemos dizer ter sido justo, num jogo bem disputado, viril sem ser violento e com uma boa arbitragem.
Três videos de momentos-chave deste jogo.
A queda:
O barrote:
A calma:
O poste:
Assinala-se ainda a estreia de uma nova equipa, os “Aplicados do Aforro”, que se estrearam com uma derrota normal contra os “Ratolas”, equipa mais experiente e que soube aproveitar esse factor. Na equipa, figura o SM Tiago Melão e é constituída basicamente por colegas de curso do mesmo, que hoje trabalham em várias agências CGD. Sejam bem-vindos e muitas felicidades !!!
Os Sex-Machine celebram hoje 29 anos de existência (ainda este ano iremos começar as celebrações oficiais do trigésimo - esperem para ver). Com um espírito sempre jovem, fica a lembrança para um data especial na vida desta pequena grande "Instituição".
Amanhã começa o Torneio Regional e contamos dar uma prenda aos fundadores... independentemente de quem sejam os adversários, amanhã não há chances.
PARABÉNS SEX-MACHINE !!!
P.S.: parabéns também para o mais recente papá dos SM, hoje também faz anos !
Depois de eliminar os bicampeões regionais (Futebolistas) e os bicampeõesnacionais (Sec'Adegas), os Sex-Machine não conseguiram chegar ao lugar maisalto do pódio, apesar de o terem justificado ao longo do torneio. Mas não noúltimo jogo, porque não foram a melhor equipa em campo.
A vitória assenta bem, neste jogo, à equipa que melhor aproveitou os errosadversários em cada um dos golos que marcou e, não fora o Tiago, mais 2~3poderia ter feito (já numa altura em que os Sex-Machine buscavamdesesperadamente igualar o marcador).
Na primeira parte (que teve inicialmente em campo o Tiago, Ricardo, Marco,Bruno e Ranito), dois golos para os Educadores, sempre ao segundo poste,sempre após falhas de marcação. Antes porém, um falhanço do Hugo a um metroda baliza que poderia ter dado o 1-0 e uma história completamente diferentea esta final, jogada no pavilhão da Sede da CGD, onde um campo é dereduzidas dimensões e tem vários problemas de piso. A arbitragem foi defraquíssimo nível e prejudicou ambas as equipas, dando a ideia de que adupla nem sequer estava familiarizada com as regras de FutSal em múltiplassituações.
Na segunda parte, em mais um lance repentista do Bruno, surgiu o 2-1 numremate forte em que a bola traiu o guarda-redes devido a um ressalto (terásido este o único golo da final sem culpa clara de algum jogador da equipaque defendia). Num contra-ataque, surgiu o 3-1 e num livre directo, o Brunotornou a marcar, fazendo o 3-2 e dando esperanças para os dois últimosminutos. Mas, na reposição, os Sex-Machine saíram imediatamente em pressão edeixaram um adversário isolado ao segundo poste para o 4-2 final, resultadoque coroa os Educadores (presentes numa 'final-four' pela primeira vez, noseu historial de 32 anos) como campeões.
Parabéns aos vencedores !... Parabéns também aos Sex-Machine, pela brilhante carreira nesta competição,onde demonstraram que com algum entrosamento e crescimento (enquanto equipa)poderão vencer qualquer adversário.
Na cerimónia de entrega de prémios, ficou ainda o prémio de melhor marcadorpara o Bruno Afonso, que nesta fase marcou 4 dos 5 golos da equipa. Ainda namesma cerimónia, 12 das equipas da área de Lisboa fizeram questão deoferecer ao nosso amigo e massagista Aníbal uma prenda em forma monetária,para que possam ser cobertas as despesas decorrentes de um infeliz acidenteque o privou de uma vista. O reconhecimento/agradecimento de todos ficou bemexpresso a quem já acompanha a modalidade há mais de vinte anos.
E assim se fechou a época desportiva (competitiva) de 2007/2008. Os "treinos" dos Sex-Machine continuam já amanhã, à hora de almoço, numrestaurante próximo de nós...
Seis anos depois da última presença numa 'final four', os Sex-Machinegarantiram a sua segunda presença numa final (após a final perdida de 1992)ao eliminarem os actuais bi-campeões regionais, os Futebolsitas, num jogoextremamente equilibrado.
No jogo (que começou com o Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Bruno em campo), asdefesas superiorizaram-se aos ataques, pelo pouco risco que as equipaspuseram no seu futebol. Do lado dos Futebolistas, 1~2 lances em que o CarlosAlberto provocou desequilíbrios podiam ter dado em golo e do lado dosSex-Machine, um remate do Bruno ao poste em jogada individual.
Com alguma justiça, surgiu o 1-0 para os Futebolistas, num lance em que umatroca defensiva mal feita entre o Hugo e o Emanuel, proporcionou umdesequilíbrio que permitiu ao atacante aparecer isolado e bater o Tiago, semhipóteses para este.
A segunda parte viu uns Sex-Machine calmos e sem pressas, sabendo que, talcomo contra os Sec'Adegas, o talento da equipa (mais que o entrosamento)poderiam dar origem à reviravolta. E foi num lance de inspiração que o Brunofintou o seu adversário directo, contornou o guarda-redes e rematou para aigualdade.
A partir daqui, o jogo foi mais aberto e podiam ter havido golos para ambasas equipas, mas as melhores oportunidades foram dos Sex-Machine que, porintermédio do Oscarino (a passe do Hugo) e do Gil (a passe do Ricardo)estiveram cara-a-cara com o guarda-redes adversário sem conseguirconcretizar.
O jogo decorria agora a alto ritmo e, já no penúltimo minuto de jogo, o Hugopediu para ser substituído; mas ainda antes de sair, num último esforço e apasse do Ricardo que tinha feito um bom corte, conseguiu escapar-se peladireita e com um remate mais em força que em jeito, conseguiu o 2-1.
Numa altura em que os Futebolistas já jogavam com guarda-redes avançado,houve um lance em que o árbitro se equivocou ao marcar erradamente falta poratraso; na reposição, houve um mal-entendido e o Bruno acabou por marcar o3-1. De imediato, os Sex-Machine se colocaram em posição de permitir o 3-2,mas o jogo já não se reataria.
Lamentamos este final para um jogo em que defrontámos aquela queconsideramos a equipa que tem o jogo mais consistente e forte colectivamentedas equipas que defrontámos nos últimos tempos. Apesar da justiça davitória, gostaríamos que estes episódios nunca acontecessem.
Os Sex-Machine apuraram-se com mérito e grande maturidade para a final four do XXX Torneio Nacional de FutSal da CGD. Depois de uma primeira mão infeliz (cinco ausências e resultado algo exagerado), a estrelinha esteve desta vez do lado da equipa que partiu de Lisboa para Ansião e que era considerada já uma “carta fora do baralho”. Mas assim não estava para ser...
A entourage para a viagem incluía 9 jogadores e 3 amigos (o ex-artilheiro Zé Português – promovido a treinador, a contratação Tiago Melão – já nos tinha acompanhado a Almodôvar, e o “Machão” Pedro Gomes, promovido a fotógrafo) mas não contava com o Rodrigo, Eduardo e Pedro. Houve tempo para convívio, prenda para o aniversariante (Tiago Melão, 23 anos de fresco), palestra de treinador, fotos de grupo, mas no momento do início do jogo, todos estavam bem focados no difícil e improvável objectivo.
Antes do jogo, o Bruno anunciou que este seria o último torneio em que participaria e que, ainda assim, queria muito que este jogo não fosse o último connosco. Continuará a estar presente nos treinos e reuniões magnas (leia-se “almoços e jantares”) mas não dentro do campo. Assim, o jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Bruno e Hugo) calculista e defensivo por parte dos vimaranenses que, sabiam que muito dificilmente perderiam uma eliminatória em que tinham dois golos de vantagem obtidos longe de casa. A primeira parte não teve quase lances de perigo (um ou outro remate de longe dos Sex-Machine) e o Tiago Matias foi um verdadeiro espectador.
A segunda parte não trouxe grandes diferenças, com os Sex-Machine a subirem um pouco mais no terreno, fazendo uma rotação de bola (e de jogadores) com pouco risco, não dando espaços para contra-ataques também. O primeiro grande lance de perigo aconteceu num remate à barra por parte do Bruno, sem que o Ranito conseguisse fazer a recarga (bem saltou!) mas, já depois do Hugo ter regressado para o lado do Bruno, chegou o 0-1 num lance em que o Bruno fez a sua diagonal, tendo o Hugo se isolado ao segundo poste; o remate forte do Bruno saiu ao primeiro poste mas o guarda-redes adversário deixou passar a bola entre as pernas, dando vida à eliminatória.
A pressão intensificou-se, mas também algum espaço atrás... o Tiago fez duas boas defesas que garantiram o zero na sua baliza e num lance de transição, o Hugo conduziu a bola pelo meio e, aproveitando nova diagonal exemplar do Bruno, isolou-o para este picar sobre o guarda-redes e fazer o 0-2. Tudo estava igualado.
O Bruno teve outro bom remate que poderia ter dado a vitória, o Hugo fez um passe igual ao do 0-2 para o Emanuel que não deu resultado, o Ricardo teve uma excelente saída para o contra-ataque em que o 2-para-1 com o Bruno não resultou e os Seca Adegas também criaram uma ou outra situação de superioridade que a defesa lisboeta resolveu a custo (grande jogo do Ricardo, que chegou a todas as bolas!).
Chegou o prolongamento (em formato de “Golo de Prata”). Era, como disse o Zé Português, uma nova eliminatória, com tudo empatado e apenas com o cansaço no corpo. Como ele disse, quem tivesse mais “cabeça” conseguiria vencer a eliminatória.
Houve um lance em que o Hugo criou um 2-para-1 com o Oscarino mas em que a bola se perdeu na defesa adversária e foi num canto que os Sex-Machine aproveitaram o esquecimento do Oscarino deixado solto dentro da área para lhe colocarem a bola... dois remates à queima defendidos pelo guarda-redes adversário e um terceiro que passou devagarinho para dentro da baliza... estava feito o 0-3.
A partir daqui, muito nervos e mau futebol até ao apito final, ao contrário do resto da eliminatória, mas o resultado não se alterou nem esteve perto de acontecer. Vitória justa (como tinha sido a da primeira mão) e uma das eliminatórias mais espectaculares dos Sex-Machine, que eliminaram os bi-campeões em título.
Ficaram conhecidos os outros semi-finalistas: Futebolistas (eliminaram os Tártaros: 5-0, 2-3), Educadores do Chuto (eliminaram os Pardais: 3-2, 3-0) e Ratolas (eliminaram os Perninhas: 3-0, 6-4). Daqui por duas semanas, a final four joga-se em Lisboa.
Os Sex-Machine apresentaram-se com cinco baixas para o primeiro jogos contra os bi-campeões Seca Adegas. Apesar de terem conseguido, com toda a certeza, a melhor exibição colectiva dos últimos tempos, as ausências do Tiago (indisponível), Ricardo (suspenso), Bruno (assunto familiar), Emanuel (suspenso) e Eduardo (promovido a treinador) são relevantes e tiveram influência no jogo da equipa.
O jogo começou (Ranito, Hugo, Marco, Gil e Pedro) com o jogo repartido e pausado, com as equipas em estudo mútuo; após um ou outros remate de longe, surgiu o primeiro lance de verdadeiro perigo, com o Hugo a passar por um adversário pela direita e a colocar no Gil que, bem desmarcado do lado oposto, rematou ao poste.
Os Sex-Machine conseguiriam mesmo fazer o 1-0, num lance em que o Hugo passou para o Rodrigo, tendo este feito um bom passe para o Oscarino que, entre uma floresta de pernas, conseguiu encontrar a baliza; nesta altura, o resultado era justo. Os Seca Adegas subiram um pouco a pressão, mas quer de um lado quer de outro, apenas os remates de longe criavam algum perigo… até que num lance em que houve um desequilíbrio pelo lado esquerdo, os visitantes conseguiram isolar um elemento que, face a face com o Ranito, rematou colocado para a igualdade.
Na segunda parte, o jogo continuou mais controlado pela equipa vimaranense, e o 1-2 não espantou num lance de contra-ataque em que surgiu um remate forte ao primeiro poste. Apesar de uma arbitragem positiva, ocorreu depois um erro grave da equipa de arbitragem que marcou um resultado; uma reposição lateral a favor dos Sex-Machine (todos os jogadores o viram assim, colocando-se em campo sem olhar para o árbitro) mas que a equipa de arbitragem decidiu inexplicavelmente marcar ao contrário e autorizar uma rápida reposição por um jogador que tinha um pé dentro de campo; o contra-ataque desenrolou-se e deu origem ao 1-3, numa excelente execução do melhor elemento da equipa nortenha.
Não desistiram os Sex-Machine e por várias vezes o segundo golo esteve à vista (passe do Hugo para o Pedro isolar-se, roubo de bola do Rodrigo que ficou isolado e não conseguiu contornar o guarda-redes, outros dois passes do Hugo para o segundo poste onde não apareceu ninguém, livre bem combinado com remate por alto do Marco, etc.); mas nesta altura, os Seca Adegas também obrigaram o Ranito a duas excelentes defesas e fizeram um remate ao poste, justificando a vitória, ainda que por número exagerados.
Ficou complicado o apuramento, mas não impossível.
Ainda uma nota para o jogo: viril, disputado, mas muito correcto, sem qualquer cartão.
Os Sex-Machine tornaram a passar uma eliminatória por um golo de diferença... mas desta vez estiveram sempre no controlo da eliminatória,apesar do valor da equipa adversária, que já tinha eliminado a equipa dos Carsaldas que tão bem conhecemos. Além do mais, este jogo não teve aparticipação do Tiago e Rodrigo (impossibilidade de viajarem até Valongo),E duardo (lesão) e Marco (castigo).
O jogo começou (Ranito, Hugo, Ricardo, Bruno e Pedro) com o jogo repartido, mas sempre sem grandes ocasiões de golo, apenas com alguns remates de longe. Ainda assim, os Regueifas igualaram a eliminatória num lance estranho em que a bola foi lançada por alto para a área e após a bola tocar no braço do atacante que disputou a bola com o Ranito, acabou por ser este a ter a infelicidade de tocar a bola de calcanhar para a sua própria baliza.
O jogo não se alterou e os Sex-Machine conseguiram, após a entrada do Emanuel, forçar algumas jogadas de perigo; numa delas, num cruzamento-rematedo Emanuel, o Hugo deixou passar a bola sem lhe tocar, enganando o guarda-redes e permitindo com que o Emanuel se estreasse a marcar na competição. Pouco depois, o Emanuel fez um bom passe para o Hugo que se escapou a um defesa e, com o Oscarino pronto no segundo poste, aproveitou para enganar o guarda-redes com um remate colocado ao primeiro poste. Estava dada a volta ao marcador e a eliminatória estava com dois golos "à maior".
A segunda parte começou com a pior parte da exibição dos visitantes que se deixaram dominar pelo adversário e algumas vezes viram o golo perto da sua baliza; golo que acabou por acontecer num remate em que a bola passou por baixo do pé do Ricardo e entrou ao primeiro poste sem grandes hipóteses para o Ranito.
A pressão aumentava e era (hábil mas explicitamente) ajudada pelo árbitro caseiro; num lance junto à linha de fundo, aproveitou que o Emanuel se encostou a um adversário para marcar um penalty que só o mais clubista pediria; mas fez-se justiça com o Ranito a defender um remate violento aomeio da baliza. Numa altura em que o Emanuel deveria ser substituído, o Hugo insistiu com o Emanuel que acabou por sair de campo um pouco extemporaneamente, gritando com os colegas; se bem que a admoestação seria algo justa para o jogador,até porque não saiu pelo local correcto, nunca ninguém pensou que o árbitro pudesse mostrar o vermelho, mas nestas situações já tudo é de esperar, e overmelho saiu mesmo.
Todavia, com o Hugo a substituir o Gil (que tinha entrado bem em jogo e tinha estado à beira de marcar ao segundo poste no minuto anterior), os Sex-Machine defenderam-se bem (Ranito; Ricardo, Hugo e Bruno) e não permitiram golos nem lances de grande perigo nos dois minuto sem que estiveram com um jogador a menos. Após estes dois minutos, entrou o Pedro (em vez do retorno do Gil) e os Sex-Machine fizeram a melhor rotação de bola de todo o jogo, criando vários lances e defendendo bem sem dar hipóteses a que o adversário estivesse perto de marcar; a defender e a atacar, o Pedro revelou-se uma excelente aquisição, conseguindo bom entrosamento com o Hugo e Bruno, e tendo um bomcontrolo de bola e calma sob pressão (daí que a certa altura o Hugo tenha pedido ao Eduardo para não haverem mais substituições).
Mas o 2-3 chegou num lance em que o Hugo passou para o Pedro que rodou e passou para o Bruno, abrindo a defesa; com os três em posição de remate, foi o Bruno a marcar com um remate forte sem hipótese para o guarda-redes adversário, sentenciando a eliminatória.
Ficaram outros golos por marcar, quer num lance de remate ao poste do Hugo, quer noutros remates do Bruno, quer ainda num chapéu de antes do meio-campo do Pedro, que merecia esse prémio.
Ainda aconteceu o 3-3 num remate de longe em que o Ranito não viu a bolapartir, mas não haveria mais perigo junto à baliza visitante, esgotando-se o tempo lentamente (o cronómetro foi parado repetidas vezes nos últimos dois minutos) com o controlo da bola e da eliminatória para a equipa de Lisboa, mas com óptima réplica da equipa de Valongo, que mostrou qualidade para ir mais adiante nesta competição.
A terceira parte foi, como se esperava, espectacular... mais uma vez, o importante que este torneio oferece ficou em primeiro lugar: o convívio. Novos amigos fizemos e esperamos em breve podermo-nos reencontrar.
Os Sex-Machine deram um pequeno passo, bastante curto mesmo, no sentido de se apurarem para os quartos-de-final do XXX Torneio de Futebol Salão da CGD. A vitória magra espelha o que se passou em campo, com uma equipa organizada a defender (os Regueifas) e outra pouco organizada a atacar (os Sex-Machine).
O jogo começou (Tiago, Marco, Ricardo, Bruno e Hugo) com a equipa da casa a pressionarem os seus adversários de Valongo e a conseguirem algum perigo, que poderia ter dado golo em 2~3 ocasiões; o golo inaugural (0-1) saiu de um livre em que houve um toque para o lado e o remate surgiu sem oposição, dado que da barreira dos Sex-Machine não saiu quem o deveria ter feito. Pouco depois, numa reposição precipitada do guarda-redes visitante, surge o 1-1 por parte do Hugo, que roubou a bola e rematou colocado.
Num canto, surgiu o 1-2, mais uma vez com alguma confusão e liberdade dada defensivamente; mas o Bruno, em lance típico de remate cruzado, repôs a igualdade a 2 golos, resultado com que se atingiu o intervalo, não sem antes o Tiago fazer a defesa da tarde, evitando o golo que parecia certo, num desvio a um metro da baliza.
A segunda parte foi semelhante, algo cinzenta (o árbitro não ajudou, com uma porção de más decisões que prejudicaram ambas as equipas) e, num lance de reposição lateral em que os Regueifas não deram distância (nem os 5 metros nem 1 metro sequer) por mais insistência que se fizesse, a bola foi recuperada pela defesa, mas o Rodrigo insistiu, roubou-a de novo e permitiu um remate ao Marco que fez o 3-2 final.
Houve bolas ao poste, remates que o guarda-redes visitante defendeu por instinto, e muita virilidade (sempre com correcção) e um ou outro contra-ataque em que os Regueifas também causaram perigo, pelo que a eliminatória está completamente em aberto.
O convívio foi excelente e apenas peca por curto (apenas 3 horas de almoço!) dada a longa viagem que os colegas tinham de fazer rumo a casa.
Os Sex-Machine estiveram à beira da eliminação... a três minutos do fim, os Capas Negras estavam a vencer por 4-0 (eliminatória igualada após os 0-4 de Lisboa) e a controlar o jogo, mas num último fôlego, os Sex-Machine ainda conseguiram "salvar" a eliminatória.
O jogo começou (Tiago, Marco, Emanuel, Bruno e Ranito) com os Capas Negras aexercerem pressão num campo de boas dimensões e algo escorregadio, o que foia proveitado pela equipa da casa, mais conhecedora e habituada. No início do segundo minuto de jogo, após uma perda de bola e subsequente entrada "à queima", surgiu o 1-0 e ao sétimo minuto, metade da desvantagem da equipa dacasa estava recuperada, em mais outro erro defensivo.
Com a entrada do Ricardo e do Hugo, o jogo tornou-se mais monótono e calculado, e os Sex-Machine deram um ar da sua graça, tendo uma primeira ocasião de golo, muito pouco para o que "prometeram" há uma semana.
O intervalo chegou ainda com algum ascendente da equipa da casa mas sem o perigo que já tinham criado e pensou-se que o pior já teria passado para os Sex-Machine; puro engano.
O segundo tempo trouxe, ao quinto minuto, o terceiro golo dos Capas Negras (erro de marcação) e ao décimo minuto o 4-0, resultado idêntico ao de Lisboa. Pode-se adiantar que esta vantagem era justa e que só nesta altura os Sex-Machine conseguiram esboçar uma reacção, tardia, feliz, mas bem trabalhada, porque o não "baixar de braços" deu origem a dois golos que viriam a garantir o apuramento.
A dois minutos do fim, o Hugo progrediu pela zona central na direcção do Bruno (que estava a pivot a fixar um defesa) e, com o seu adversário directo a marcar "em cima", conseguiu fintá-lo pela direita e reduzir para 4-1, rematando à saída do guarda-redes para a baliza. No minuto seguinte, num livre descaído pela esquerda, o Ranito colocou-se dentro da baliza enquantoo Hugo se preparava para marcar o livre; dando indicações ao Bruno para se posicionar para o remate, a situação proporcionou-se para que o Ranito saísse da baliza e aparecesse sem qualquer marcação ao segundo poste...assistência do Hugo, golo do Ranito e eliminatória resolvida com o 4-2.
Os Capas Negras ainda "se atiraram" para o ataque à procura dos dois golos que agora lhes faltavam, mas apenas marcaram um no pouco tempo (e descontos) que restava, em recarga a remate de longe, desta vez com um defesa a deixar o seu adversário à vontade junto ao poste. Estava feito o 5-2 final, com uma boa arbitragem (sem ser tendenciosa, como às vezes acontece nestas deslocações), sem cartões e com um ou outro erro pontual, que não teve influência qualquer no resultado; a vitória no jogo foi justa para os Capas N egras, que não mereciam ser eliminados (total: 5-6) nesta fase doCampeonato Regional.
A terceira parte foi espectacular, bastante melhor que a de Lisboa (vitória folgada para os Capas Negras, portanto) num pequeno e acolhedor restaurante perto da Sé Velha, onde se comeu e bebeu muito bem (em qualidade e quantidade) e o convívio foi excelente.
Sem dúvida que fizemos amigos nesta eliminatória e, neste capítulo, todos saímos vencedores.
Numa eliminatória que se adivinha complicada, os Sex-Machine procuraram não cometer os mesmos erros do passado; dessa forma, após o mau final de primeira parte em Almodôvar, houve alterações no 5 inicial (ficando o Hugo de fora) de modo a que a rotação de jogadores permita ter em campo um 5 equilibrado em todas as alturas.
O jogo começou com o estudo entre as equipas; uns Capas Negras com boa circulação de bola e entrosamento e uns Sex-Machine (inicialmente com o Tiago, Marco, Ricardo, Bruno e Ranito) com energia, movimentação e maior pendor ofensivo. Os primeiros 8 minutos poucos lances de verdadeiro perigo trouxeram e só após essa altura é que surgiram 3~4 lances em que os Sex-Machine poderiam ter marcado, por intermédio do Marco, Ranito, Bruno e Hugo; os Capas Negras também tiveram 1~2 lances perigosos mas o 0-0 ao intervalo reflectia o que se passara até então.
O início de segunda parte mostrou uns Sex-Machine mais agressivos ofensivamente e, ao cabo de alguns minutos, surgiu o sempre importante 1-0 a papel químico do primeiro golo da primeira eliminatória; o Hugo leva a bola pelo centro, descai para a esquerda e o Ricardo passa nas suas costas levando um defesa, momento no qual o Hugo flecte para o centro e remata colocado de pé direito sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Num jogo em que houve alguma virilidade que não violência, ambas as equipas chegaram rapidamente às 4 faltas, mas foram os Capas Negras a fazerem primeiro as quinta e sexta faltas; nessa situação, aproveitou o Bruno para transformar um livre de 10 metros no 2-0, que dava alguma justiça ao resultado. Os Sex-Machine mantiveram um ritmo alto com a rotação de jogadores a incluir ainda o Pedro, o Emanuel e o Oscarino - todos os jogadores de campo (o Eduardo ficou a orientar a equipa) - exceptuando o Gil (ainda a recuperar de doença, mas presente e equipado) e o Rodrigo (ausência de última hora).
O momento fulcral do jogo surge pouco depois, num lance bem conduzido pelo Marco que rematou de pé esquerdo e, beneficiando de um ressalto, consegue o 3-0 sem que o guarda-redes adversário tivesse hipóteses para se opor; foi fulcral porque os Capas Negras tiveram de procurar o golo (sendo que uma desvantagem de 1 ou 2 golos seriam algo “aceitáveis” neste jogo) e assim se abriram para tentar minorar o “estrago”, criando mais perigo – é verdade – mas permitindo lances vários em que os Sex-Machine poderiam ter aumentado a diferença no marcador.
Mas o 4-0 ainda aconteceu, num lance típico do Bruno que, com um remate muito forte e colocado, fechou o marcador. O outro momento decisivo aconteceu a segundos do fim, quando o Tiago (visivelmente diminuído por uma lesão no ombro) defendeu um livre de 10 metros garantindo uma viagem a Coimbra com uma vantagem de 4 golos que, não sendo decisiva, é importante para a continuação na competição.
A “terceira parte” ocorreu de forma normal (não vamos revelar pormenores!) na Marisqueira Roma, onde tivemos oportunidade de conviver com os nossos colegas da zona de Coimbra, desfrutando de um bom repasto e muito bom ambiente, que esperamos se repita na segunda mão desta eliminatória, independentemente do resultado dentro de campo.
Começou o XXX Campeonato Nacional de FutSal; para os “Sex-Machine”, uma viagem a Almodôvar para defrontar os Ai-Que-Dói, equipa que incluí alguns colegas do Baixo Alentejo e Algarve, bem como um filho de um colega que empresta alguma energia a uma equipa com uma média de idade já elevada.
Os “Sex-Machine”, que contam neste torneio com o regresso do Emanuel à equipa e apresentaram-se com a contratação para a época 2008/09 (Tiago Melão, ainda apenas com funções na Mesa mas já presente no convívio da equipa), jogaram com demasiada confiança na primeira parte e sofreram desnecessariamente, mas terão aprendido uma lição importante nesta fase, que se espera venha a dar frutos, evitando dissabores no futuro.
O primeiro golo dos visitantes surgiu, após alguns lances de perigo, num lance em que o Hugo recebeu a bola na esquerda, esperou pelo Bruno que passou nas suas costas e levou consigo um defesa, e puxou-a para o seu pé direito fazendo o 0-1 com um remate colocado; estava feito o mais difícil; mas, a partir daqui, houve uma rotação desequilibrada de jogadores (detalhe muito bem falado pelo Ranito ao intervalo – e depois corrigido) que gerou alguma dificuldade na circulação de bola e entrosamento, o que pode explicar o mau final de primeira parte da equipa.
Assim, ainda na primeira parte, dois lances de displicência permitiram o volte-face da equipa da casa; primeiro, um passe falhado do Gil colocou a bola no adversário que rapidamente se isolou e colocou a bola sobre o Tiago ao segundo poste, sem hipóteses para este; pouco depois, o Rodrigo sofreu uma falta junto ao meio-campo em que a bola acabou por passar a linha lateral; mas com as típicas arbitragens “caseiras”, nada foi assinalado e, perante a incredulidade do Rodrigo, o adversário seguiu isolado e fez um golo a papel-químico do primeiro; um 2-1 inesperado mas justo ao intervalo, por tudo o que os “Sex-Machine” não fizeram e deixaram fazer.
A segunda parte começou com outra atitude da equipa e o perigo passou a estar em permanência junto da baliza da equipa da casa; o 2-2 surgiu num lance individual do Hugo, que fez uma rotação sobre si próprio junto à linha lateral do lado direito e levou a bola até à saída do guarda-redes, batendo-o com um remate forte.
A partir desta altura, surgiu a maior sequência de “decisões caseiras”, em vários lances onde foi feita vista grossa a uma quantidade de faltas e alguma desnecessária agressividade da equipa da casa; um penalty claro sobre o Hugo (agarrado pela camisola e empurrado pelo pescoço), uma falta violenta por demais evidente sobre o Bruno (rasteirado e empurrado no mesmo lance à entrada da área) e ainda uma placagem escandalosa ao Gil (queda desamparada a meio-campo) são os melhores exemplos. Quase sempre, foi um colega “redondinho” quem protagonizou os lances, mostrando pouca arte para o futebol mas maior interesse noutras modalidades onde o objectivo é o contacto corporal... jogador que acabou o jogo com 1 falta apenas averbada; anedótico e sintomático.
Mas ainda assim, surgiu pouco depois o 2-3, num lance de envolvência onde Ricardo, Emanuel e Bruno construíram para a concretização simples e eficaz do Ranito ao segundo poste. Mas o empate tornou a acontecer num lance em que o Ricardo foi ultrapassado no 1-para-1 pelo mesmo adversário que tinha marcado os dois primeiros golos e o Tiago foi batido exactamente do mesmo modo, remate colocado e cruzado, sem grandes hipóteses.
A igualdade durou pouco tempo porque o Hugo em novo lance individual fugiu a dois adversários pela zona central e rematou colocado fazendo o seu hat-trick a meio da segunda parte: 3-4. Ficaram ainda alguns golos por marcar, dado que a segunda parte foi levada com outra seriedade e atitude, razão pela qual o adversário (árbitro incluído) teve de tomar esta atitude pouco prestigiante para o torneio e Grupo CGD que representamos.
Mas como o crime não compensa, o 3-5 apareceu num lance em que o Bruno marcou um livre à figura do guarda-redes, que “deu um pato” deixando passar a bola por baixo do corpo e entre os braços, castigando a equipa da casa e dando mais verdade ao resultado.
Após o jogo, os “Sex-Machine” não foram convidados para o habitual almoço-convívio e foi bastante triste encontrar os colegas já a almoçar num dos restaurantes da zona em que entrámos (O Sobreiro), que entretanto nos tinha sido recomendado por um simpático transeunte local; acabámos por redescobrir outro restaurante (O Forno), onde fomos bem acolhidos e muito bem servidos quer em termos gastronómicos quer em de hospitalidade.
Correu muito bem a viagem e as palavras-chave da deslocação são: walkie-talkie, Sassoeiros, municipal pavillion, boxers virados para trás, sandocha de chourição e Via Verde. Quem lá esteve, sabe porquê... “Carlão a capitão!” também, pois claro. Mas isso já é uma história antiga.
O jogo mais apetecido da época ficou marcado pelas ausências do Zé Português, Gil, Eduardo Matos, Ricardo Vitorino, Bruno Afonso, Eduardo Martins, entre outros que mais abrilhantariam o encontro mas que, por lesão, estarem em férias ou cumprimento de castigo, tiveram de assistir da bancada (ou ficar em casa a ver na SportTV 3).
O jogo foi uma festa, havendo seriedade de ambas as equipas; do lado dos Sex-Machine foram titulares os cinco que primeiro chegaram ao Pavilhão (excelente critério, diga-se!), ou seja, Ranito (g.r.), Marco, Tiago, Hugo e Oscarino. Depressa se chegou ao 1-0, num passe milimétrico do Tiago (sim, esse que costuma ser o “frangueiro” da equipa) para o Hugo desviar para o 1-0. O jogo continuou com pendor ofensivo dos machines e com os machões a defenderem-se como podiam; até ao 13-1 a meio da segunda parte, houve um pouco de tudo, com 4 golos do Hugo (um deles foi o Rodrigo que marcou, mas a mesa não percebeu que era uma recarga e averbou-o erradamente), 1 do Marco, 4 do Oscarino, 2 do Rodrigo e 2 do Tiago (tem jeito, o rapaz). Pelo meio, um golo do Edgar (quem sabe, não esquece) no meio de 4 adversários dentro da área dos machines.
Após o décimo golo, o Hugo jogou a guarda-redes e o Ranito foi para o ataque e foi já neste cenário que os Sex-Machões aproveitaram para reduzir o marcador, aproveitando o adiantamento do (improvisado) guarda-redes; as sucessivas tentativas de pressão ofensiva já não tinham o rigor de outros jogos e por várias vezes houve situações em que o golo poderia ter ocorrido sem ninguém na baliza; duas vezes aproveitou o Pedro Teixeira sem guarda-redes e uma o Pedro Lopes, isolado frente ao Hugo.
O jogo foi um belo convívio e até deu para os machines pedirem o seu desconto de tempo a pedido dos adversários, que estavam muito cansados… ora aí está explicado o espírito do jogo (o que ficou comprovado no almoço que a seguir se seguiu, já com esposas, namoradas, amantes e prole presentes e em jogo). Apesar de vários “chega-p’ra-lá”, muitas “bocas” mandadas e até “penalties” por marcar, não houve cartões e o árbitro saiu de campo como um dos melhores em campo.
Neste cenário de final de época, ficam os parabéns para os “Futebolistas” que, após um irregular início de campeonato, mostraram dentro de campo serem a equipa mais regular e terminaram a competição em primeiro lugar; em segundo (e prova que a falta de fair-play da semana passada não compensa e acabou por de nada servir) ficaram os “VFX” que fizeram um campeonato meritório, tal como os “Educadores”, que apesar de ficarem em terceiro lugar se poderão queixar de não lhes ter sido dada a oportunidade de tentarem sagrar-se campeões em campo (o que veio a ser decidido, como se previa, por goal average), dado que na última jornada, no último jogo, ocorreu a única falta de comparência da época por parte dos “Rodinhas”, ficando os “Educadores” com a correspondente (amarga e magra) vitória por 3-0, que não lhe permitiu sonhar com o título nem com o segundo lugar, que estavam a 19 e 13 golos de distância, respectivamente.
Fica uma época de transição dos “Sex-Machines” que terão ganho 2~3 novas opções de qualidade para encararem as próximas competições com outro nível de exigência competitiva, algo que se espera venha a acontecer já no Torneio Nacional que se inicia no próximo fim-de-semana (este ano, as quatro derrotas e o empate foram contra os cinco primeiros da classificação, sinal de que a equipa ainda é pouco madura, dir-se-á).
Uma palavra ainda para o nosso guarda-redes, pela dedicação que pôs na sua presença apesar de tudo o que teve de viver nos últimos meses, e não estamos a falar da recente lesão. Esperemos em breve merecer e poder dedicar-lhe novas vitórias!
Nunca na história dos Torneios Regionais se viveu a situação que no jogo de hoje se teve; velhos rivais como os “Educadores” e “Futebolistas” a torcerem por fora pela vitória dos “Sex-Machine”; de facto, só após de saber que os “VFX” não ganhariam o jogo de hoje é que estas equipas poderiam almejar à vitoria no torneio.
Indiferente a esta situação, mas cientes que os “VFX” tinham a responsabilidade de ganhar o jogo, os “Sex-Machine” puseram-se numa posição conservadora em campo, até porque o adversário gosta de jogar com espaço. Resultado, quase todos os lances de perigo da primeira parte sucederam na baliza dos candidatos ao título: um lance em que o Ranito não chegou ao segundo poste, um outro em que o Bruno quase marcou em jogada pessoal e um livre directo (dos 12 metros) que o Hugo atirou ao poste dariam para uma confortável vantagem; os “VFX” mostraram uma boa equipa mas na primeira parte fizeram pouco mais que dois contra-ataques perigosos e um ou outro remate de longe sem problemas para o Tiago.
O golo apareceu num lance em que o Bruno criou um desiquilíbrio de 3-para-2 e com o Hugo à esquerda e o Ranito à direita colocou neste que apareceu ao segundo poste para pôr a equipa com justiça em vantagem; 1-0 ao intervalo.
Ainda na primeira parte, após 5 faltas dos “VFX” em 12 minutos, o árbitro divertiu-se a não marcar mais faltas, duas em especial (uma sobre o Marco e outra sobre o Hugo) de tão grande evidência que sabíamos que as coisas não iriam correr bem na segunda parte. Houve ainda antes um lance em que o Marco terá sofrido uma falta junto à linha lateral, mas que se aceita que o árbitro considerasse o lance limpo, sendo que para tal teria de considerar a bola dos “Sex-Machine”, dado a mesma ter saído; o árbitro não indicou de quem seria a posse de bola e autorizou uma rápida reposição dos “VFX” que originou um remate quase imediato, mas sem perigo; imediatamente o Hugo lhe pediu que fosse sempre explícito em todas as reposições, mas o árbitro além de ignorar ainda teve o desplante, durante o intervalo, de se dirigir ao mesmo jogador dizendo: “já não o oiço mais nem falo mais consigo!”. Não havendo, como não houve, incorrecção por parte do jogador, é vergonhoso que o árbitro não promova o diálogo, ainda para mais no intervalo. Apesar disto, nunca suspeitámos que, com atitudes e decisões tomadas, iríamos ser espoliados de uma vitória que merecemos amplamente.
Fazendo a rotação que tem sido habitual recentemente, perdeu-se alguma constância na exibição no início da segunda parte, mas o perigo continuou a rondar a mesma baliza e o 2-0 não espantou ninguém quando o Bruno fintou dois defesas à entrada da área e fez um belo remate sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Os “VFX” começaram a fazer pressão e, mais com o coração do que com a cabeça, foram à procura do 1-2, que acabou por surgir num lance em que o Tiago cortou um ataque contra um adversário e viu a bola entrar na sua baliza. Depois de novo lance em que o Bruno fabricou o golo, o Oscarino concretizou ao segundo poste o 3-1 e pensou-se que o jogo estava decidido.
Mas pouco depois, num lance em que o Tiago se lesionou e o Hugo colocou a bola fora pedindo ao árbitro e à mesa assistência para o seu guarda-redes, os “VFX” fizeram reposição com a bola em movimento com alguma falta de fair-play; se tal é algo compreensível para uma equipa que pode ser campeã pela primeira vez no seu historial, é totalmente incompreensível por parte do arbitro que assim falseou um resultado e, eventualmente, um campeonato. Isto porque da reposição surgiu o 2-3.
Após algum sentimento de revolta dos “Sex-Machine” que não estiveram neste período com grande discernimento, concedeu-se o 3-3 num cruzamento alto para o centro da área onde uma falta de marcação permitiu um improvável golo de cabeça a um minuto do fim.
Ainda houve tempo para uma nova bola ao poste da baliza dos “VFX”, desta vez por parte do Bruno, que também tinha o Hugo ao segundo poste; mas a bola rematada violentamente depois de bater no primeiro poste passou, caprichosamente, entre o Hugo e o segundo poste, sem que a este fosse possível tocar-lhe para o que seria o justo 4-3, que acabou por não acontecer.
Os “Sex-Machine”, depois da sequência de eventos que afectou o início de época, mostraram estofo de grande equipa que, apesar de estarem em reconstrução e solidificação, poderão aspirar a muitas vitórias num futuro próximo.
Para o campeonato, há agora três equipas em igualdade pontual no primeiro lugar à entrada para a última jornada, havendo a real possibilidade de a decisão ser por goal-average, dado que todos os jogos entre elas acabaram empatados.
O jogo deste fim-de-semana começou infelizmente com um minuto de silêncio pelo falecimento do colega Jorge Flório, delegado dos Bond-Bola. Fica uma palavra para a sua família e amigos, de quem o reconhece como alguém que sempre soube estar em campo e fora dele, e que será lembrado por isso mesmo.
Após uma semana que teve um treino (quase inédito), em que não pudemos contar com o Tiago e Ricardo (lesionados) e sim já com o Bruno (regressado após recuperação de lesão – já não jogava desde a terceira jornada), os Sex-Machine entraram em campo com uma formação algo original (Eduardo, Marco, Rodrigo, Hugo e Pedro) que fez, desde o primeiro momento, pressão em campo inteiro. Ainda na fase de estudo, numa hesitação defensiva, a equipa consentiu o 0-1, num lance em que permitiu que um adversário surgisse isolado para fazer um bom golo em remate cruzado sem hipóteses para o Eduardo.
Com 4 jogadores de campo no banco, a equipa sabia que poderia manter a grande pressão e os minutos seguintes foram dos mais asfixiantes que um adversário nosso sofreu; foram 5~7 minutos de lusco-fusco para os Bond-Bola em que não saíram do seu meio-campo e em que o Pedro, Rodrigo e Hugo poderiam ter marcado, sem exagero, uns 4~5 golos. Mas a igualdade aconteceu num remate de longe do Bruno, entretanto entrado, e a reviravolta foi completada pelo Ranito, acabando com a resistência do adversário. Com mais uma mão-cheia de oportunidades chegou-se ao intervalo com este magro 2-1.
No início da segunda parte, manteve-se a equipa que tinha acabado a primeira e a pressão que, finalmente deu o resultado que a equipa queria desde o primeiro minuto: os golos.
Depois de novo golo do Bruno (3-1) em remate forte, surgiu um bom golo do Marco (4-1) após passe por cima da defesa feito pelo Hugo (foi nesta altura que o Parente aproveitou para um desabafo, gritando lá para dentro: “ando aqui há mais de uma hora para ver um lance decente!”); os sucessivos ataques de 3-para-2 (que tão mau resultado tinham dado no treino) permitiram ainda ao Pedro marcar dois golos, um dos quais muito bonito ao segundo poste, picando a bola sobre o guarda-redes já com pouco ângulo. O sétimo golo surgiu num lance em que o 3-para-1 não foi aproveitado pelo Rodrigo que preferiu rematar… e ainda bem, porque o fez com sucesso. O Hugo fechou o resultado com uma jogada em que recebeu a bola pela esquerda e rematou forte ao primeiro poste.
Ficou a clara sensação de que esta segunda parte não teve os 20 minutos (nem 15, diria), porque houve alguns jogadores que não tiveram tempo em campo sequer para aquecer… isto apesar de o guarda-redes dos Bond-Bola ter sido assistido, bem como ter havido um desconto de tempo para a mesma equipa; deu a sensação de que o cronómetro esteve sempre a andar.
Para a semana, grande jogo em perspectiva contra os actuais líderes, os VFX.
De saudar ainda o regresso (por ora, apenas à bancada) do nosso amigo Eduardo Matos, que após um Natal e Ano Novo em convalescença, pode finalmente estar presente no Pavilhão; esperemos que seja, em breve, para jogar !...
O jogo deste fim-de-semana provou que os Sex-Machine estão no bom caminho, apesar de ainda não serem uma equipa 100% consistente e entrosada; o adversário estava imediatamente acima na classificação e vinha de uma vitória sobre os Pardais (3-1), o que indiciava dificuldades.
Como vem sendo habitual, desde o início (Tiago, Marco, Gil, Hugo e Ranito) que os Sex-Machine fizeram as despesas do jogo, apertando o adversário que via o perigo rondar a sua baliza; o primeiro golo estava próximo e surgiu numa reposição lateral em que o Hugo recebeu do Marco e chutou forte ao primeiro poste fazendo o 1-0.
A equipa foi rodando e as ocasiões foram-se sucedendo mas, contra a corrente do jogo, num lance em que o Marco procurava pressionar um defesa adversário, surge um passe a rasgar a defesa e, apesar da tentativa de ajuda do Ricardo, o jogador adversário apareceu isolado e bateu o Tiago, fazendo a igualdade. Até ao intervalo, tiveram o Rodrigo, o Ranito e o Oscarino situações para nova vantagem, mas os Ratolas souberam defender-se bem e segurar o resultado.
No início da segunda parte, de novo com a equipa que tinha iniciado o jogo, surgiu o 2-1, num lance em que o Marcou se antecipou bem a um adversário, progrediu pela esquerda e fez um remate alto ao primeiro poste com algumas culpas para o guarda-redes adversário. Foi num lance duvidoso que os Ratolas voltaram a empatar; um penalty por “tackle deslizante” marcado ao Ricardo (coitado, não tem culpa de ter mais de 1m90 e conseguir chegar a bolas que os outros não conseguem) mas que foi muito bem transformado, apesar do Tiago ter adivinhado o lado.
Mas a igualdade não durou um minuto; no lance seguinte, a bola foi colocada no Ranito que a pivot fez uma boa rotação e rematou forte, entrando a bola no primeiro poste após bater num defesa e trair o guarda-redes; os Sex-Machine não descansaram e foram à procura de mais golos, que poderiam ter surgido num lance individual do Hugo com passe para o Ricardo que foi cortado in extremis, noutro lance em que o Rodrigo fez pressão e roubou a bola ao último adversário, num livre frontal e, já após o 4-2, num lance em que o Hugo iniciou um lance de contra-ataque e passou para o Rodrigo, fazendo este uma assistência para o Gil que falhou a um metro da baliza.
O 4-2 tinha surgido num lance em que o Hugo se desembaraçou de um defesa pelo lado direito e à saída do guarda-redes rematou para o golo, sendo a bola tocada ainda por um defesa que queria evitar o golo mas só acabou por confirmá-lo. Depois disto, os Ratolas jogaram com guarda-redes avançado, mas o maior perigo foi feito pelos Sex-Machine que em 4~5 recuperações de bola, nunca conseguiram marcar na baliza deserta.
Na sequência do que vem acontecido nesta época de reestruturação, os Sex-Machine fizeram um jogo melhor do ponto de vista defensivo (boa pressão em campo inteiro, concessão de poucos espaços, nenhuma ocasião em que o adversário esteve isolado ou em vantagem para marcar) do que ofensivo (falta de apoio ao pivot, pouco entrosamento entre sectores).
Desde o início (Tiago, Marco, Gil, Hugo e Ranito) que os Sex-Machine pressionaram o adversário que sucessivas vezes perdeu a bola em tentativas de passe para o seu pivot; mas os Sex-Machine poucos lances de verdadeiro perigo criavam apesar de terem muita posse de bola e sem que algum dos jogadores estivesse em sub-rendimento. Por isso, antes do intervalo, o marcador só funcionou uma vez, num lance em que o Hugo recebeu a bola na linha de meio-campo e, após fintar dois adversários, conseguiu picar a bola sobre o guarda-redes adversário, fazendo o sempre importante 1-0.
Alguma insistência na procura do segundo golo originou um ou outro lance em que o segundo golo poderia ter surgido, já com o Ricardo, Rodrigo e Oscarino em campo, mas tal não sucedeu. Entretanto, o Tiago continuou a ser um espectador do jogo e a limitar-se a fazer reposições de baliza.
A segunda parte começou com a mesma equipa e novamente com os Sex-Machine na ofensiva; foi num lance que surge de um passe a rasgar a defesa adversária que o Rodrigo marcou um golo de raiva, rematando cruzado à saída do guarda-redes adversário, dando alguma tranquilidade à equipa.
A rotação de jogadores continuou e já de novo com o Hugo e o Marco em campo surge o 3-0, num lance em que estes pressionaram o último defesa adversário, conseguindo o Hugo ficar com a bola e, já de ângulo apertado, fazê-la passar entre o poste e o guarda-redes, o que resultou num golo de difícil execução.
Os Sex-Machine continuaram a criar lances de golo (agora mais frequentemente que na primeira parte) mas alguma precipitação na hora de rematar e uma colecção de boas defesas do Sérgio (guarda-redes adversário) evitaram que o Ranito, Ricardo, Oscarino e Gil marcassem. Entretanto, os Condores conseguiram o seu tento de honra, num belo remate de longe do Idalécio, que levou a bola a entrar no ângulo da baliza do Tiago, que pouco ou nada poderia ter feito; 3-1.
Já perto do final, numa jogada individual do Hugo, apareceu o 4-1 final pelo Oscarino que recebeu o passe deste e fez um golo de belo efeito de calcanhar, repondo a diferença no marcador. Vitória justa e sem problemas ou sobressaltos de maior, embora haja novamente a realçar algumas dificuldades no jogo ofensivo de 4-para-4. Algo para corrigir/melhorar.
Depois de uma semana atribulada, os Sex-Machine entraram em campo com o pensamento de que não se pode continuar a ter vitórias morais e apenas “quase” ganhar. Talvez por isso, o jogo tenha sido mais pragmático e, consequentemente, pouco vistoso e sem riscos corridos.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Gil, Hugo e Ranito) equilibrado e quase sempre em 4-para-4, sem que houvessem desequilíbrios; houve um lance em que o Hugo se desembaraçou de um defesa e fez um remate de pé direito que não deu golo, mas o mesmo jogador teve duas perdidas de bola em zonas perigosas que acabaram por não dar grande oportunidade ao adversário pela boa colocação da equipa em campo (no intervalo ficou-se a saber que ele tinha uma lesão no pé direito e a sua mobilidade/velocidade estavam afectadas). Sem grandes lances de golo, tirando um outro remate de longe a tentar aproveitar o adiantamento do Tiago (defesa para canto), chegou-se ao intervalo.
A segunda parte começou com a mesma equipa que acabara a primeira (Tiago, Ricardo, Gil, Ranito e Pedro) e o jogo mudou pelo golo inesperado dos Artistas, num remate de longe em que o Tiago não se conseguiu opor. Ficava no ar a ideia de que nova derrota poderia acontecer.
Os Sex-Machine não perderam a cabeça (embora, pela atitude do Parente na bancada oposta, tal pudesse parecer) e fazendo a rotação de jogadores, foram entrando o Oscarino (pelo Ranito), Marco (pelo Gil), o Hugo (pelo Pedro) e o Rodrigo (pelo Oscarino). E foi nesta altura que, subindo a pressão para o meio campo adversário, surgiram as melhores oportunidades; o Rodrigo esteve bem a roubar a bola 2~3 vezes (tem ainda de ter algum cuidado para não fazer tantas faltas) e os Sex-Machines tiveram aí hipóteses de empatar. Mas o golo só apareceu num lance de 4-para-4, com o Hugo a receber do Marco, a fazer uma finta em rotação junto à linha de fundo e a colocar para o Rodrigo que empurrou para a igualdade; 1-1.
Os Sex-Machine continuaram a carregar e a criar lances de golo (por exemplo, um grande passe do Ricardo por cima da defesa que o Hugo recebeu no ar e rematou por cima e um roubo de bola do Rodrigo que, isolado, não conseguiu contornar o guarda-redes, atirando ao lado); após uma arbitragem muito fraca que prejudicou ambas as equipas ao longo de todo o jogo, surgiu no minuto final um livre de 10 metros para os Sex-Machine que o Marco (após grandes incentivos dos colegas) aproveitou para fazer o que tinha feito na semana passada… marcar, desta vez para garantir a vitória por 2-1.
O jogo acabou logo a seguir, bem disputado pelos Artistas e Sex-Machine, com vitória justa mas onde o empate também se aceitaria. Os jogadores saíram em conversa amena de campo, felicitando-se pelo bom jogo e lamentando-se de parte a parte pelas sucessivas falhas de arbitragem que não ajudaram em nada; apesar da virilidade e agressividade postas em campo e resultado incerto, não houve picardias nem mau comportamento dos jogadores, isso também prova de fair-play.
A tradição manteve-se e não conseguimos derrotar esta equipa que conhecemos tão e que só nos marca de contra-ataque. Como em outros anos, fizemos as despesas do jogo, atacámos em 4-para-4 (e 5-para-4 várias vezes) e ficaram golos demais por marcar; mesmo sofrendo 5 golos, poderíamos ter vencido confortavelmente.
Até houve boas notícias na sexta-feira: conseguimos regularizar a situação do Ricardo e fazê-lo voltar à equipa, regresso que se saúda.
O jogo começou (Tiago, Eduardo, Marco, Oscarino e Ranito) com cautelas de parte a parte, mas cerca dos 8 minutos os Tártaros adiantaram-se num lance de contra-ataque, modo pelo qual chegaram também ao 2-0. A meio da primeira parte, o Hugo entrou e em entendimento com o Ranito e mais tarde com o Oscarino, criaram-se 4~5 lances em que o golo só não aconteceu por acaso. No final da primeira parte, surge o 3-0 novamente contra a corrente do jogo. Mas se tivemos alguma sorte neste lance, não o\ntivemos mais até ao fim; logo após o 3-2 tentámos pedir desconto de tempo para\nrecuperar energia e atacarmos um jogo que estava de novo ao nosso alcance;\ninfelizmente, a bola não saiu de campo com posse para os Sex-Machine durante 5\nminutos e num lance de contra-ataque adversário em que tínhamos a situação bem\ndefendida (2-para-2) surge o 4-2 num auto-golo do Ranito.De novo em ataque continuado, surge o 4-3 pelo\nOscarino e sofre-se o 5-3 de contra-ataque; sempre em ataque e muitas vezes com\no Tiago no meio-campo adversário, forçamos lances de perigo que originaram n faltas e dois livres de 10 metros; o primeiro falhado completamente pelo Hugo e no segundo exemplarmente marcado pelo Marco, mas já a um minuto do fim. Mas sentia-se que o jogo não estava acabado, dada a superioridade em jogo de 4-para-4. Num bom lance do Ricardo pela direita surgiu um cruzamento em balão para um bom golo do Hugo em remate forte sem que a bola caísse no chão; passados 2 minutos, golo do Ranito na posição de ‘pivot’ a rematar e a beneficiar de um ressalto que traiu o guarda-redes adversário.
Mas se tivemos alguma sorte neste lance, não o tivemos mais até ao fim; logo após o 3-2 tentámos pedir desconto de tempo para recuperar energia e atacarmos um jogo que estava de novo ao nosso alcance; infelizmente, a bola não saiu de campo com posse para os Sex-Machine durante 5 minutos e num lance de contra-ataque adversário em que tínhamos a situação bem defendida (2-para-2) surge o 4-2 num auto-golo do Ranito.
De novo em ataque continuado, surge o 4-3 pelo Oscarino e sofre-se o 5-3 de contra-ataque; sempre em ataque e muitas vezes com o Tiago no meio-campo adversário, forçamos lances de perigo que originaram faltas e dois livres de 10 metros; o primeiro falhado completamente pelo Hugo e o segundo exemplarmente marcado pelo Marco, mas já a um minuto do fim.
Acabou o jogo com os Sex-Machine ao ataque, mas sem recompensa.”