sábado, maio 16

Sex Machine 2-3 VFX

Os Sex Machine foram precocemente eliminados do XXXI Regional ao perderem após terem adquirido uma vantagem de dois golos por três vezes na eliminatória (2-0 e 3-1 na primeira mão e 2-0 na segunda). Além do mais, os Sex Machine construiram 5 golos e ofereceram 6… todos os golos sofridos nesta eliminatória (todos os 6!) surgiram de perdas de bola a meio-campo.

Com quatro ausências (Tiago – fractura da mão, Hugo – rotura muscular, Pedro e Rodrigo – indisponíveis), o jogo começou (Catarino, Ricardo, Marco, Oscarino e Ranito) com os SM a dominarem o jogo, criando lances de perigo, pelo que o 1-0 surgiu com naturalidade num lance em que o Ranito recebeu bem a pivot, rodou e rematou cruzado para repor a vantagem na eliminatória. Pouco depois, o 2-0… um bom passe do Ricardo para o Oscarino marcar um golo parecido com o da semana passada, com um remate forte e colocado.

A eliminatória parecia decidida porque os VFX, à semelhança da semana passada, só criavam perigo em remates de longe, os quais eram defendidos sucessivamente pelo Catarino. Mas ainda antes do intervalo, uma perda de bola a meio-campo deu em contra ataque e no 2-1 que relançava a eliminatória. E, na segunda parte, o “filme” repetiu-se mais duas vezes e, na última, a 3 minutos do fim, já pouco havia a fazer.

Antes disso, várias oportunidades para os Sex Machine, principalmente num remate do Ricardo ao poste (jogou lesionado, com um entorse no tornozelo que ainda obrigou à interrupção de jogo), numa recarga do Oscarino a 1 metro da baliza, em dois lances em que o Zé Português apareceu isolado e ainda noutro remate do Ranito. Não apareceram esses golos e souberam os VFX, bem organizados e com um plantel reduzido pelas ausências e lesões, fazer o seu papel e garantir com mérito a qualificação.

Quanto à arbitragem, esteve bem em ambos os jogos, com erros pontuais que não tiram o mérito a quem venceu (nem o demérito a quem perdeu). Ao contrário da semana passada, a Mesa permitiu que ficasse explícito no Boletim de Jogo que os Sex Machine jogavam o jogo, como todo o Torneio, sob protesto, por uma alteração inexplicável das regras que os obrigou a deixar um dos três beneficiários (Ricardo, Bruno e Hugo) de fora, ao contrário do que aconteceu nos últimos dois anos.

sábado, maio 9

VFX 3-3 Sex Machine

Os Sex Machine desperdiçaram uma boa oportunidade de resolver a 3ª eliminatória do XXXI Nacional ao empatarem com uma equipa que se apresentou sem suplentes para o jogo.

O jogo começou (Catarino, Ricardo, Marco, Hugo e Ranito) com os SM a tomarem as rédeas do jogo, fazendo alguns lances de perigo, como uma jogada em que o Hugo passou para o Ranito (na posição de pivot), fez a diagonal e apareceu isolado a rematar ao poste. O golo era esperado e surgiu num lance individual do Hugo que rematou após finta e foi fazer a sua própria recarga, “picando” a bola sobre o guarda-redes adversário para o 0-1.

O segundo golo nasce de um lance semelhante em que o Hugo tenta o “1-para-1” e rematando à saída do guarda-redes para defesa deste; com a bola a “pingar” junto à linha de fundo, o Hugo recuperou-a e rematou junto ao primeiro poste de forma inesperada para o 0-2.

Ao final da primeira parte, os VFX reduziram num lance em que houve uma falha na troca defensiva e após um remate cruzado defendido pelo Catarino, apareceu um adversário sem qualquer marcação a empurrar para o golo fácil, 1-2.

A segunda parte trouxe novamente os Sex Machine a fazerem as “despesas do jogo” e os VFX a jogarem inteligentemente em contra-ataque, desgastando-se o menos possível. Ainda assim, os Sex Machine chegaram ao 1-3 com um bom passe do Ricardo a chegar ao Oscarino para este rematar em força e colocado. Poderiam ter acontecido mais um ou outro golo, principalmente numa boa triangulação entre o Hugo, Marco e Ranito, com este isolado a não conseguir marcar.

Pensava-se que o jogo estava decidido e a eliminatória bem encaminhada, mas em duas perdas de bola defensivas surgiram dois contra-ataques rápidos que deram em dois golos para o empate, 3-3, deixando a eliminatória completamente em aberto.

Uma nota para a má rotação de jogadores feita pelos Sex Machine (principalmente na segunda parte, onde houve quem jogasse 20 minutos e quem jogasse 0), o que não tem sido regra este ano, mas teve impacto no decurso do jogo, até porque houve alturas em que os Sex Machine pareciam mais cansados que os seus adversários. Uma situação a corrigir, até porque nesta competição não existe margem para erros.

Uma nota adicional para a atitude vergonhosa da Mesa, na pessoa do Seccionista, que negou aos Sex Machine o direito de acrescentar nas observações que a equipa joga sob protesto. O que é facto é que os Sex Machine jogam todos os jogos deste torneio sob protesto pela alteração das regras que os impossibilita, como nos últimos três torneios, de jogarem com todos os seus jogadores. Não se trata de um protesto ao jogo, até porque a equipa de arbitragem e a equipa adversária tiveram uma atitude exemplar, mas uma postura perante quem, repetidamente, não defende os interesses dos colaboradores a nível social.