Artistas 1 - 2 Sex-Machine
Depois de uma semana atribulada, os Sex-Machine entraram em campo com o pensamento de que não se pode continuar a ter vitórias morais e apenas “quase” ganhar. Talvez por isso, o jogo tenha sido mais pragmático e, consequentemente, pouco vistoso e sem riscos corridos.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Gil, Hugo e Ranito) equilibrado e quase sempre em 4-para-4, sem que houvessem desequilíbrios; houve um lance em que o Hugo se desembaraçou de um defesa e fez um remate de pé direito que não deu golo, mas o mesmo jogador teve duas perdidas de bola em zonas perigosas que acabaram por não dar grande oportunidade ao adversário pela boa colocação da equipa em campo (no intervalo ficou-se a saber que ele tinha uma lesão no pé direito e a sua mobilidade/velocidade estavam afectadas). Sem grandes lances de golo, tirando um outro remate de longe a tentar aproveitar o adiantamento do Tiago (defesa para canto), chegou-se ao intervalo.
A segunda parte começou com a mesma equipa que acabara a primeira (Tiago, Ricardo, Gil, Ranito e Pedro) e o jogo mudou pelo golo inesperado dos Artistas, num remate de longe em que o Tiago não se conseguiu opor. Ficava no ar a ideia de que nova derrota poderia acontecer.
Os Sex-Machine não perderam a cabeça (embora, pela atitude do Parente na bancada oposta, tal pudesse parecer) e fazendo a rotação de jogadores, foram entrando o Oscarino (pelo Ranito), Marco (pelo Gil), o Hugo (pelo Pedro) e o Rodrigo (pelo Oscarino). E foi nesta altura que, subindo a pressão para o meio campo adversário, surgiram as melhores oportunidades; o Rodrigo esteve bem a roubar a bola 2~3 vezes (tem ainda de ter algum cuidado para não fazer tantas faltas) e os Sex-Machines tiveram aí hipóteses de empatar. Mas o golo só apareceu num lance de 4-para-4, com o Hugo a receber do Marco, a fazer uma finta em rotação junto à linha de fundo e a colocar para o Rodrigo que empurrou para a igualdade; 1-1.
Os Sex-Machine continuaram a carregar e a criar lances de golo (por exemplo, um grande passe do Ricardo por cima da defesa que o Hugo recebeu no ar e rematou por cima e um roubo de bola do Rodrigo que, isolado, não conseguiu contornar o guarda-redes, atirando ao lado); após uma arbitragem muito fraca que prejudicou ambas as equipas ao longo de todo o jogo, surgiu no minuto final um livre de 10 metros para os Sex-Machine que o Marco (após grandes incentivos dos colegas) aproveitou para fazer o que tinha feito na semana passada… marcar, desta vez para garantir a vitória por 2-1.
O jogo acabou logo a seguir, bem disputado pelos Artistas e Sex-Machine, com vitória justa mas onde o empate também se aceitaria. Os jogadores saíram em conversa amena de campo, felicitando-se pelo bom jogo e lamentando-se de parte a parte pelas sucessivas falhas de arbitragem que não ajudaram em nada; apesar da virilidade e agressividade postas em campo e resultado incerto, não houve picardias nem mau comportamento dos jogadores, isso também prova de fair-play.

3 comentários:
Acho que me esqueci de falar no passe espectacular do Ricardo que eu não aproveitei para marcar golo...
sim nao te podias esqueçer de tal acontecimento, de tão brilhante que foi:) tou na brincadeira.
O que interessa foi a boa recuperação, mentalidade e UNIÃO na equipa.
E também me esqueci do remate do Marco à barra e recarga do Rodrigo que só o árbitro viu que era falta...
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