Futebolistas 1 - 3 Sex-Machine
Seis anos depois da última presença numa 'final four', os Sex-Machinegarantiram a sua segunda presença numa final (após a final perdida de 1992)ao eliminarem os actuais bi-campeões regionais, os Futebolsitas, num jogoextremamente equilibrado.
No jogo (que começou com o Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Bruno em campo), asdefesas superiorizaram-se aos ataques, pelo pouco risco que as equipaspuseram no seu futebol. Do lado dos Futebolistas, 1~2 lances em que o CarlosAlberto provocou desequilíbrios podiam ter dado em golo e do lado dosSex-Machine, um remate do Bruno ao poste em jogada individual.
Com alguma justiça, surgiu o 1-0 para os Futebolistas, num lance em que umatroca defensiva mal feita entre o Hugo e o Emanuel, proporcionou umdesequilíbrio que permitiu ao atacante aparecer isolado e bater o Tiago, semhipóteses para este.
A segunda parte viu uns Sex-Machine calmos e sem pressas, sabendo que, talcomo contra os Sec'Adegas, o talento da equipa (mais que o entrosamento)poderiam dar origem à reviravolta. E foi num lance de inspiração que o Brunofintou o seu adversário directo, contornou o guarda-redes e rematou para aigualdade.
A partir daqui, o jogo foi mais aberto e podiam ter havido golos para ambasas equipas, mas as melhores oportunidades foram dos Sex-Machine que, porintermédio do Oscarino (a passe do Hugo) e do Gil (a passe do Ricardo)estiveram cara-a-cara com o guarda-redes adversário sem conseguirconcretizar.
O jogo decorria agora a alto ritmo e, já no penúltimo minuto de jogo, o Hugopediu para ser substituído; mas ainda antes de sair, num último esforço e apasse do Ricardo que tinha feito um bom corte, conseguiu escapar-se peladireita e com um remate mais em força que em jeito, conseguiu o 2-1.
Numa altura em que os Futebolistas já jogavam com guarda-redes avançado,houve um lance em que o árbitro se equivocou ao marcar erradamente falta poratraso; na reposição, houve um mal-entendido e o Bruno acabou por marcar o3-1. De imediato, os Sex-Machine se colocaram em posição de permitir o 3-2,mas o jogo já não se reataria.
Lamentamos este final para um jogo em que defrontámos aquela queconsideramos a equipa que tem o jogo mais consistente e forte colectivamentedas equipas que defrontámos nos últimos tempos. Apesar da justiça davitória, gostaríamos que estes episódios nunca acontecessem.
No jogo (que começou com o Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Bruno em campo), asdefesas superiorizaram-se aos ataques, pelo pouco risco que as equipaspuseram no seu futebol. Do lado dos Futebolistas, 1~2 lances em que o CarlosAlberto provocou desequilíbrios podiam ter dado em golo e do lado dosSex-Machine, um remate do Bruno ao poste em jogada individual.
Com alguma justiça, surgiu o 1-0 para os Futebolistas, num lance em que umatroca defensiva mal feita entre o Hugo e o Emanuel, proporcionou umdesequilíbrio que permitiu ao atacante aparecer isolado e bater o Tiago, semhipóteses para este.
A segunda parte viu uns Sex-Machine calmos e sem pressas, sabendo que, talcomo contra os Sec'Adegas, o talento da equipa (mais que o entrosamento)poderiam dar origem à reviravolta. E foi num lance de inspiração que o Brunofintou o seu adversário directo, contornou o guarda-redes e rematou para aigualdade.
A partir daqui, o jogo foi mais aberto e podiam ter havido golos para ambasas equipas, mas as melhores oportunidades foram dos Sex-Machine que, porintermédio do Oscarino (a passe do Hugo) e do Gil (a passe do Ricardo)estiveram cara-a-cara com o guarda-redes adversário sem conseguirconcretizar.
O jogo decorria agora a alto ritmo e, já no penúltimo minuto de jogo, o Hugopediu para ser substituído; mas ainda antes de sair, num último esforço e apasse do Ricardo que tinha feito um bom corte, conseguiu escapar-se peladireita e com um remate mais em força que em jeito, conseguiu o 2-1.
Numa altura em que os Futebolistas já jogavam com guarda-redes avançado,houve um lance em que o árbitro se equivocou ao marcar erradamente falta poratraso; na reposição, houve um mal-entendido e o Bruno acabou por marcar o3-1. De imediato, os Sex-Machine se colocaram em posição de permitir o 3-2,mas o jogo já não se reataria.
Lamentamos este final para um jogo em que defrontámos aquela queconsideramos a equipa que tem o jogo mais consistente e forte colectivamentedas equipas que defrontámos nos últimos tempos. Apesar da justiça davitória, gostaríamos que estes episódios nunca acontecessem.

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