terça-feira, fevereiro 19

Sex-Machine 8 - 1 Bond Bola

O jogo deste fim-de-semana começou infelizmente com um minuto de silêncio pelo falecimento do colega Jorge Flório, delegado dos Bond-Bola. Fica uma palavra para a sua família e amigos, de quem o reconhece como alguém que sempre soube estar em campo e fora dele, e que será lembrado por isso mesmo.

Após uma semana que teve um treino (quase inédito), em que não pudemos contar com o Tiago e Ricardo (lesionados) e sim já com o Bruno (regressado após recuperação de lesão – já não jogava desde a terceira jornada), os Sex-Machine entraram em campo com uma formação algo original (Eduardo, Marco, Rodrigo, Hugo e Pedro) que fez, desde o primeiro momento, pressão em campo inteiro. Ainda na fase de estudo, numa hesitação defensiva, a equipa consentiu o 0-1, num lance em que permitiu que um adversário surgisse isolado para fazer um bom golo em remate cruzado sem hipóteses para o Eduardo.

Com 4 jogadores de campo no banco, a equipa sabia que poderia manter a grande pressão e os minutos seguintes foram dos mais asfixiantes que um adversário nosso sofreu; foram 5~7 minutos de lusco-fusco para os Bond-Bola em que não saíram do seu meio-campo e em que o Pedro, Rodrigo e Hugo poderiam ter marcado, sem exagero, uns 4~5 golos. Mas a igualdade aconteceu num remate de longe do Bruno, entretanto entrado, e a reviravolta foi completada pelo Ranito, acabando com a resistência do adversário. Com mais uma mão-cheia de oportunidades chegou-se ao intervalo com este magro 2-1.

No início da segunda parte, manteve-se a equipa que tinha acabado a primeira e a pressão que, finalmente deu o resultado que a equipa queria desde o primeiro minuto: os golos.

Depois de novo golo do Bruno (3-1) em remate forte, surgiu um bom golo do Marco (4-1) após passe por cima da defesa feito pelo Hugo (foi nesta altura que o Parente aproveitou para um desabafo, gritando lá para dentro: “ando aqui há mais de uma hora para ver um lance decente!”); os sucessivos ataques de 3-para-2 (que tão mau resultado tinham dado no treino) permitiram ainda ao Pedro marcar dois golos, um dos quais muito bonito ao segundo poste, picando a bola sobre o guarda-redes já com pouco ângulo. O sétimo golo surgiu num lance em que o 3-para-1 não foi aproveitado pelo Rodrigo que preferiu rematar… e ainda bem, porque o fez com sucesso. O Hugo fechou o resultado com uma jogada em que recebeu a bola pela esquerda e rematou forte ao primeiro poste.

Ficou a clara sensação de que esta segunda parte não teve os 20 minutos (nem 15, diria), porque houve alguns jogadores que não tiveram tempo em campo sequer para aquecer… isto apesar de o guarda-redes dos Bond-Bola ter sido assistido, bem como ter havido um desconto de tempo para a mesma equipa; deu a sensação de que o cronómetro esteve sempre a andar.

Para a semana, grande jogo em perspectiva contra os actuais líderes, os VFX.

De saudar ainda o regresso (por ora, apenas à bancada) do nosso amigo Eduardo Matos, que após um Natal e Ano Novo em convalescença, pode finalmente estar presente no Pavilhão; esperemos que seja, em breve, para jogar !...

1 comentário:

Anónimo disse...

Os meus sentimentos pela perda do amigo e colega Jorge Flório.