Sex-Machine 4 - 0 Capas Negras (Coimbra)
Numa eliminatória que se adivinha complicada, os Sex-Machine procuraram não cometer os mesmos erros do passado; dessa forma, após o mau final de primeira parte em Almodôvar, houve alterações no 5 inicial (ficando o Hugo de fora) de modo a que a rotação de jogadores permita ter em campo um 5 equilibrado em todas as alturas.
O jogo começou com o estudo entre as equipas; uns Capas Negras com boa circulação de bola e entrosamento e uns Sex-Machine (inicialmente com o Tiago, Marco, Ricardo, Bruno e Ranito) com energia, movimentação e maior pendor ofensivo. Os primeiros 8 minutos poucos lances de verdadeiro perigo trouxeram e só após essa altura é que surgiram 3~4 lances em que os Sex-Machine poderiam ter marcado, por intermédio do Marco, Ranito, Bruno e Hugo; os Capas Negras também tiveram 1~2 lances perigosos mas o 0-0 ao intervalo reflectia o que se passara até então.
O início de segunda parte mostrou uns Sex-Machine mais agressivos ofensivamente e, ao cabo de alguns minutos, surgiu o sempre importante 1-0 a papel químico do primeiro golo da primeira eliminatória; o Hugo leva a bola pelo centro, descai para a esquerda e o Ricardo passa nas suas costas levando um defesa, momento no qual o Hugo flecte para o centro e remata colocado de pé direito sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Num jogo em que houve alguma virilidade que não violência, ambas as equipas chegaram rapidamente às 4 faltas, mas foram os Capas Negras a fazerem primeiro as quinta e sexta faltas; nessa situação, aproveitou o Bruno para transformar um livre de 10 metros no 2-0, que dava alguma justiça ao resultado. Os Sex-Machine mantiveram um ritmo alto com a rotação de jogadores a incluir ainda o Pedro, o Emanuel e o Oscarino - todos os jogadores de campo (o Eduardo ficou a orientar a equipa) - exceptuando o Gil (ainda a recuperar de doença, mas presente e equipado) e o Rodrigo (ausência de última hora).
O momento fulcral do jogo surge pouco depois, num lance bem conduzido pelo Marco que rematou de pé esquerdo e, beneficiando de um ressalto, consegue o 3-0 sem que o guarda-redes adversário tivesse hipóteses para se opor; foi fulcral porque os Capas Negras tiveram de procurar o golo (sendo que uma desvantagem de 1 ou 2 golos seriam algo “aceitáveis” neste jogo) e assim se abriram para tentar minorar o “estrago”, criando mais perigo – é verdade – mas permitindo lances vários em que os Sex-Machine poderiam ter aumentado a diferença no marcador.
Mas o 4-0 ainda aconteceu, num lance típico do Bruno que, com um remate muito forte e colocado, fechou o marcador. O outro momento decisivo aconteceu a segundos do fim, quando o Tiago (visivelmente diminuído por uma lesão no ombro) defendeu um livre de 10 metros garantindo uma viagem a Coimbra com uma vantagem de 4 golos que, não sendo decisiva, é importante para a continuação na competição.
A “terceira parte” ocorreu de forma normal (não vamos revelar pormenores!) na Marisqueira Roma, onde tivemos oportunidade de conviver com os nossos colegas da zona de Coimbra, desfrutando de um bom repasto e muito bom ambiente, que esperamos se repita na segunda mão desta eliminatória, independentemente do resultado dentro de campo.
O jogo começou com o estudo entre as equipas; uns Capas Negras com boa circulação de bola e entrosamento e uns Sex-Machine (inicialmente com o Tiago, Marco, Ricardo, Bruno e Ranito) com energia, movimentação e maior pendor ofensivo. Os primeiros 8 minutos poucos lances de verdadeiro perigo trouxeram e só após essa altura é que surgiram 3~4 lances em que os Sex-Machine poderiam ter marcado, por intermédio do Marco, Ranito, Bruno e Hugo; os Capas Negras também tiveram 1~2 lances perigosos mas o 0-0 ao intervalo reflectia o que se passara até então.
O início de segunda parte mostrou uns Sex-Machine mais agressivos ofensivamente e, ao cabo de alguns minutos, surgiu o sempre importante 1-0 a papel químico do primeiro golo da primeira eliminatória; o Hugo leva a bola pelo centro, descai para a esquerda e o Ricardo passa nas suas costas levando um defesa, momento no qual o Hugo flecte para o centro e remata colocado de pé direito sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Num jogo em que houve alguma virilidade que não violência, ambas as equipas chegaram rapidamente às 4 faltas, mas foram os Capas Negras a fazerem primeiro as quinta e sexta faltas; nessa situação, aproveitou o Bruno para transformar um livre de 10 metros no 2-0, que dava alguma justiça ao resultado. Os Sex-Machine mantiveram um ritmo alto com a rotação de jogadores a incluir ainda o Pedro, o Emanuel e o Oscarino - todos os jogadores de campo (o Eduardo ficou a orientar a equipa) - exceptuando o Gil (ainda a recuperar de doença, mas presente e equipado) e o Rodrigo (ausência de última hora).
O momento fulcral do jogo surge pouco depois, num lance bem conduzido pelo Marco que rematou de pé esquerdo e, beneficiando de um ressalto, consegue o 3-0 sem que o guarda-redes adversário tivesse hipóteses para se opor; foi fulcral porque os Capas Negras tiveram de procurar o golo (sendo que uma desvantagem de 1 ou 2 golos seriam algo “aceitáveis” neste jogo) e assim se abriram para tentar minorar o “estrago”, criando mais perigo – é verdade – mas permitindo lances vários em que os Sex-Machine poderiam ter aumentado a diferença no marcador.
Mas o 4-0 ainda aconteceu, num lance típico do Bruno que, com um remate muito forte e colocado, fechou o marcador. O outro momento decisivo aconteceu a segundos do fim, quando o Tiago (visivelmente diminuído por uma lesão no ombro) defendeu um livre de 10 metros garantindo uma viagem a Coimbra com uma vantagem de 4 golos que, não sendo decisiva, é importante para a continuação na competição.
A “terceira parte” ocorreu de forma normal (não vamos revelar pormenores!) na Marisqueira Roma, onde tivemos oportunidade de conviver com os nossos colegas da zona de Coimbra, desfrutando de um bom repasto e muito bom ambiente, que esperamos se repita na segunda mão desta eliminatória, independentemente do resultado dentro de campo.

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