Sex-Machine 13 - 4 Sex-Machões
O jogo mais apetecido da época ficou marcado pelas ausências do Zé Português, Gil, Eduardo Matos, Ricardo Vitorino, Bruno Afonso, Eduardo Martins, entre outros que mais abrilhantariam o encontro mas que, por lesão, estarem em férias ou cumprimento de castigo, tiveram de assistir da bancada (ou ficar em casa a ver na SportTV 3).
O jogo foi uma festa, havendo seriedade de ambas as equipas; do lado dos Sex-Machine foram titulares os cinco que primeiro chegaram ao Pavilhão (excelente critério, diga-se!), ou seja, Ranito (g.r.), Marco, Tiago, Hugo e Oscarino. Depressa se chegou ao 1-0, num passe milimétrico do Tiago (sim, esse que costuma ser o “frangueiro” da equipa) para o Hugo desviar para o 1-0. O jogo continuou com pendor ofensivo dos machines e com os machões a defenderem-se como podiam; até ao 13-1 a meio da segunda parte, houve um pouco de tudo, com 4 golos do Hugo (um deles foi o Rodrigo que marcou, mas a mesa não percebeu que era uma recarga e averbou-o erradamente), 1 do Marco, 4 do Oscarino, 2 do Rodrigo e 2 do Tiago (tem jeito, o rapaz). Pelo meio, um golo do Edgar (quem sabe, não esquece) no meio de 4 adversários dentro da área dos machines.
Após o décimo golo, o Hugo jogou a guarda-redes e o Ranito foi para o ataque e foi já neste cenário que os Sex-Machões aproveitaram para reduzir o marcador, aproveitando o adiantamento do (improvisado) guarda-redes; as sucessivas tentativas de pressão ofensiva já não tinham o rigor de outros jogos e por várias vezes houve situações em que o golo poderia ter ocorrido sem ninguém na baliza; duas vezes aproveitou o Pedro Teixeira sem guarda-redes e uma o Pedro Lopes, isolado frente ao Hugo.
O jogo foi um belo convívio e até deu para os machines pedirem o seu desconto de tempo a pedido dos adversários, que estavam muito cansados… ora aí está explicado o espírito do jogo (o que ficou comprovado no almoço que a seguir se seguiu, já com esposas, namoradas, amantes e prole presentes e em jogo). Apesar de vários “chega-p’ra-lá”, muitas “bocas” mandadas e até “penalties” por marcar, não houve cartões e o árbitro saiu de campo como um dos melhores em campo.
Neste cenário de final de época, ficam os parabéns para os “Futebolistas” que, após um irregular início de campeonato, mostraram dentro de campo serem a equipa mais regular e terminaram a competição em primeiro lugar; em segundo (e prova que a falta de fair-play da semana passada não compensa e acabou por de nada servir) ficaram os “VFX” que fizeram um campeonato meritório, tal como os “Educadores”, que apesar de ficarem em terceiro lugar se poderão queixar de não lhes ter sido dada a oportunidade de tentarem sagrar-se campeões em campo (o que veio a ser decidido, como se previa, por goal average), dado que na última jornada, no último jogo, ocorreu a única falta de comparência da época por parte dos “Rodinhas”, ficando os “Educadores” com a correspondente (amarga e magra) vitória por 3-0, que não lhe permitiu sonhar com o título nem com o segundo lugar, que estavam a 19 e 13 golos de distância, respectivamente.
Fica uma época de transição dos “Sex-Machines” que terão ganho 2~3 novas opções de qualidade para encararem as próximas competições com outro nível de exigência competitiva, algo que se espera venha a acontecer já no Torneio Nacional que se inicia no próximo fim-de-semana (este ano, as quatro derrotas e o empate foram contra os cinco primeiros da classificação, sinal de que a equipa ainda é pouco madura, dir-se-á).
Uma palavra ainda para o nosso guarda-redes, pela dedicação que pôs na sua presença apesar de tudo o que teve de viver nos últimos meses, e não estamos a falar da recente lesão. Esperemos em breve merecer e poder dedicar-lhe novas vitórias!
O jogo foi uma festa, havendo seriedade de ambas as equipas; do lado dos Sex-Machine foram titulares os cinco que primeiro chegaram ao Pavilhão (excelente critério, diga-se!), ou seja, Ranito (g.r.), Marco, Tiago, Hugo e Oscarino. Depressa se chegou ao 1-0, num passe milimétrico do Tiago (sim, esse que costuma ser o “frangueiro” da equipa) para o Hugo desviar para o 1-0. O jogo continuou com pendor ofensivo dos machines e com os machões a defenderem-se como podiam; até ao 13-1 a meio da segunda parte, houve um pouco de tudo, com 4 golos do Hugo (um deles foi o Rodrigo que marcou, mas a mesa não percebeu que era uma recarga e averbou-o erradamente), 1 do Marco, 4 do Oscarino, 2 do Rodrigo e 2 do Tiago (tem jeito, o rapaz). Pelo meio, um golo do Edgar (quem sabe, não esquece) no meio de 4 adversários dentro da área dos machines.
Após o décimo golo, o Hugo jogou a guarda-redes e o Ranito foi para o ataque e foi já neste cenário que os Sex-Machões aproveitaram para reduzir o marcador, aproveitando o adiantamento do (improvisado) guarda-redes; as sucessivas tentativas de pressão ofensiva já não tinham o rigor de outros jogos e por várias vezes houve situações em que o golo poderia ter ocorrido sem ninguém na baliza; duas vezes aproveitou o Pedro Teixeira sem guarda-redes e uma o Pedro Lopes, isolado frente ao Hugo.
O jogo foi um belo convívio e até deu para os machines pedirem o seu desconto de tempo a pedido dos adversários, que estavam muito cansados… ora aí está explicado o espírito do jogo (o que ficou comprovado no almoço que a seguir se seguiu, já com esposas, namoradas, amantes e prole presentes e em jogo). Apesar de vários “chega-p’ra-lá”, muitas “bocas” mandadas e até “penalties” por marcar, não houve cartões e o árbitro saiu de campo como um dos melhores em campo.
Neste cenário de final de época, ficam os parabéns para os “Futebolistas” que, após um irregular início de campeonato, mostraram dentro de campo serem a equipa mais regular e terminaram a competição em primeiro lugar; em segundo (e prova que a falta de fair-play da semana passada não compensa e acabou por de nada servir) ficaram os “VFX” que fizeram um campeonato meritório, tal como os “Educadores”, que apesar de ficarem em terceiro lugar se poderão queixar de não lhes ter sido dada a oportunidade de tentarem sagrar-se campeões em campo (o que veio a ser decidido, como se previa, por goal average), dado que na última jornada, no último jogo, ocorreu a única falta de comparência da época por parte dos “Rodinhas”, ficando os “Educadores” com a correspondente (amarga e magra) vitória por 3-0, que não lhe permitiu sonhar com o título nem com o segundo lugar, que estavam a 19 e 13 golos de distância, respectivamente.
Fica uma época de transição dos “Sex-Machines” que terão ganho 2~3 novas opções de qualidade para encararem as próximas competições com outro nível de exigência competitiva, algo que se espera venha a acontecer já no Torneio Nacional que se inicia no próximo fim-de-semana (este ano, as quatro derrotas e o empate foram contra os cinco primeiros da classificação, sinal de que a equipa ainda é pouco madura, dir-se-á).
Uma palavra ainda para o nosso guarda-redes, pela dedicação que pôs na sua presença apesar de tudo o que teve de viver nos últimos meses, e não estamos a falar da recente lesão. Esperemos em breve merecer e poder dedicar-lhe novas vitórias!

1 comentário:
O jogo do ano...
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