Sex-Machine 3 - 3 VFX
Nunca na história dos Torneios Regionais se viveu a situação que no jogo de hoje se teve; velhos rivais como os “Educadores” e “Futebolistas” a torcerem por fora pela vitória dos “Sex-Machine”; de facto, só após de saber que os “VFX” não ganhariam o jogo de hoje é que estas equipas poderiam almejar à vitoria no torneio.
Indiferente a esta situação, mas cientes que os “VFX” tinham a responsabilidade de ganhar o jogo, os “Sex-Machine” puseram-se numa posição conservadora em campo, até porque o adversário gosta de jogar com espaço. Resultado, quase todos os lances de perigo da primeira parte sucederam na baliza dos candidatos ao título: um lance em que o Ranito não chegou ao segundo poste, um outro em que o Bruno quase marcou em jogada pessoal e um livre directo (dos 12 metros) que o Hugo atirou ao poste dariam para uma confortável vantagem; os “VFX” mostraram uma boa equipa mas na primeira parte fizeram pouco mais que dois contra-ataques perigosos e um ou outro remate de longe sem problemas para o Tiago.
O golo apareceu num lance em que o Bruno criou um desiquilíbrio de 3-para-2 e com o Hugo à esquerda e o Ranito à direita colocou neste que apareceu ao segundo poste para pôr a equipa com justiça em vantagem; 1-0 ao intervalo.
Ainda na primeira parte, após 5 faltas dos “VFX” em 12 minutos, o árbitro divertiu-se a não marcar mais faltas, duas em especial (uma sobre o Marco e outra sobre o Hugo) de tão grande evidência que sabíamos que as coisas não iriam correr bem na segunda parte. Houve ainda antes um lance em que o Marco terá sofrido uma falta junto à linha lateral, mas que se aceita que o árbitro considerasse o lance limpo, sendo que para tal teria de considerar a bola dos “Sex-Machine”, dado a mesma ter saído; o árbitro não indicou de quem seria a posse de bola e autorizou uma rápida reposição dos “VFX” que originou um remate quase imediato, mas sem perigo; imediatamente o Hugo lhe pediu que fosse sempre explícito em todas as reposições, mas o árbitro além de ignorar ainda teve o desplante, durante o intervalo, de se dirigir ao mesmo jogador dizendo: “já não o oiço mais nem falo mais consigo!”. Não havendo, como não houve, incorrecção por parte do jogador, é vergonhoso que o árbitro não promova o diálogo, ainda para mais no intervalo. Apesar disto, nunca suspeitámos que, com atitudes e decisões tomadas, iríamos ser espoliados de uma vitória que merecemos amplamente.
Fazendo a rotação que tem sido habitual recentemente, perdeu-se alguma constância na exibição no início da segunda parte, mas o perigo continuou a rondar a mesma baliza e o 2-0 não espantou ninguém quando o Bruno fintou dois defesas à entrada da área e fez um belo remate sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Os “VFX” começaram a fazer pressão e, mais com o coração do que com a cabeça, foram à procura do 1-2, que acabou por surgir num lance em que o Tiago cortou um ataque contra um adversário e viu a bola entrar na sua baliza. Depois de novo lance em que o Bruno fabricou o golo, o Oscarino concretizou ao segundo poste o 3-1 e pensou-se que o jogo estava decidido.
Mas pouco depois, num lance em que o Tiago se lesionou e o Hugo colocou a bola fora pedindo ao árbitro e à mesa assistência para o seu guarda-redes, os “VFX” fizeram reposição com a bola em movimento com alguma falta de fair-play; se tal é algo compreensível para uma equipa que pode ser campeã pela primeira vez no seu historial, é totalmente incompreensível por parte do arbitro que assim falseou um resultado e, eventualmente, um campeonato. Isto porque da reposição surgiu o 2-3.
Após algum sentimento de revolta dos “Sex-Machine” que não estiveram neste período com grande discernimento, concedeu-se o 3-3 num cruzamento alto para o centro da área onde uma falta de marcação permitiu um improvável golo de cabeça a um minuto do fim.
Ainda houve tempo para uma nova bola ao poste da baliza dos “VFX”, desta vez por parte do Bruno, que também tinha o Hugo ao segundo poste; mas a bola rematada violentamente depois de bater no primeiro poste passou, caprichosamente, entre o Hugo e o segundo poste, sem que a este fosse possível tocar-lhe para o que seria o justo 4-3, que acabou por não acontecer.
Os “Sex-Machine”, depois da sequência de eventos que afectou o início de época, mostraram estofo de grande equipa que, apesar de estarem em reconstrução e solidificação, poderão aspirar a muitas vitórias num futuro próximo.
Para o campeonato, há agora três equipas em igualdade pontual no primeiro lugar à entrada para a última jornada, havendo a real possibilidade de a decisão ser por goal-average, dado que todos os jogos entre elas acabaram empatados.
Indiferente a esta situação, mas cientes que os “VFX” tinham a responsabilidade de ganhar o jogo, os “Sex-Machine” puseram-se numa posição conservadora em campo, até porque o adversário gosta de jogar com espaço. Resultado, quase todos os lances de perigo da primeira parte sucederam na baliza dos candidatos ao título: um lance em que o Ranito não chegou ao segundo poste, um outro em que o Bruno quase marcou em jogada pessoal e um livre directo (dos 12 metros) que o Hugo atirou ao poste dariam para uma confortável vantagem; os “VFX” mostraram uma boa equipa mas na primeira parte fizeram pouco mais que dois contra-ataques perigosos e um ou outro remate de longe sem problemas para o Tiago.
O golo apareceu num lance em que o Bruno criou um desiquilíbrio de 3-para-2 e com o Hugo à esquerda e o Ranito à direita colocou neste que apareceu ao segundo poste para pôr a equipa com justiça em vantagem; 1-0 ao intervalo.
Ainda na primeira parte, após 5 faltas dos “VFX” em 12 minutos, o árbitro divertiu-se a não marcar mais faltas, duas em especial (uma sobre o Marco e outra sobre o Hugo) de tão grande evidência que sabíamos que as coisas não iriam correr bem na segunda parte. Houve ainda antes um lance em que o Marco terá sofrido uma falta junto à linha lateral, mas que se aceita que o árbitro considerasse o lance limpo, sendo que para tal teria de considerar a bola dos “Sex-Machine”, dado a mesma ter saído; o árbitro não indicou de quem seria a posse de bola e autorizou uma rápida reposição dos “VFX” que originou um remate quase imediato, mas sem perigo; imediatamente o Hugo lhe pediu que fosse sempre explícito em todas as reposições, mas o árbitro além de ignorar ainda teve o desplante, durante o intervalo, de se dirigir ao mesmo jogador dizendo: “já não o oiço mais nem falo mais consigo!”. Não havendo, como não houve, incorrecção por parte do jogador, é vergonhoso que o árbitro não promova o diálogo, ainda para mais no intervalo. Apesar disto, nunca suspeitámos que, com atitudes e decisões tomadas, iríamos ser espoliados de uma vitória que merecemos amplamente.
Fazendo a rotação que tem sido habitual recentemente, perdeu-se alguma constância na exibição no início da segunda parte, mas o perigo continuou a rondar a mesma baliza e o 2-0 não espantou ninguém quando o Bruno fintou dois defesas à entrada da área e fez um belo remate sem hipóteses para o guarda-redes adversário.
Os “VFX” começaram a fazer pressão e, mais com o coração do que com a cabeça, foram à procura do 1-2, que acabou por surgir num lance em que o Tiago cortou um ataque contra um adversário e viu a bola entrar na sua baliza. Depois de novo lance em que o Bruno fabricou o golo, o Oscarino concretizou ao segundo poste o 3-1 e pensou-se que o jogo estava decidido.
Mas pouco depois, num lance em que o Tiago se lesionou e o Hugo colocou a bola fora pedindo ao árbitro e à mesa assistência para o seu guarda-redes, os “VFX” fizeram reposição com a bola em movimento com alguma falta de fair-play; se tal é algo compreensível para uma equipa que pode ser campeã pela primeira vez no seu historial, é totalmente incompreensível por parte do arbitro que assim falseou um resultado e, eventualmente, um campeonato. Isto porque da reposição surgiu o 2-3.
Após algum sentimento de revolta dos “Sex-Machine” que não estiveram neste período com grande discernimento, concedeu-se o 3-3 num cruzamento alto para o centro da área onde uma falta de marcação permitiu um improvável golo de cabeça a um minuto do fim.
Ainda houve tempo para uma nova bola ao poste da baliza dos “VFX”, desta vez por parte do Bruno, que também tinha o Hugo ao segundo poste; mas a bola rematada violentamente depois de bater no primeiro poste passou, caprichosamente, entre o Hugo e o segundo poste, sem que a este fosse possível tocar-lhe para o que seria o justo 4-3, que acabou por não acontecer.
Os “Sex-Machine”, depois da sequência de eventos que afectou o início de época, mostraram estofo de grande equipa que, apesar de estarem em reconstrução e solidificação, poderão aspirar a muitas vitórias num futuro próximo.
Para o campeonato, há agora três equipas em igualdade pontual no primeiro lugar à entrada para a última jornada, havendo a real possibilidade de a decisão ser por goal-average, dado que todos os jogos entre elas acabaram empatados.

1 comentário:
Já não levava um cartão há mais de dez anos... mas como achei aquilo vergonhoso, no final do jogo disse ao árbitro: "Hás-de estar muito contente com a m£$%@ que fizeste!"
Peço desculpa aos colegas pela minha incorrecção. No próximo jogo, se for este o árbitro, irei sentar-me na linha lateral a olhar para ele durante um minuto, como forma de protesto silencioso (estou a armar-me em Ghandi)...
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