segunda-feira, dezembro 17

Lendários 1 - 7 Sex-Machine

Recuperando o calendário, jogou-se o jogo em atraso da 4ª jornada contra o líder da altura, jogo então adiado pelo infortúnio que bateu à porta do nosso amigo e guarda-redes Tiago. A equipa, agora em reconstrução, quis dedicar o jogo e a vitória ao nosso “frangueiro”. E assim foi. Com uma equipa renovada (Eduardo; Marco, Gil, Hugo e Ranito) partimos à procura de um bom resultado e boa exibição. Na verdade, como em jogos anteriores, estivemos bastante bem defensivamente e o primeiro remate de perigo de adversário só ocorreu na segunda parte.

Foram-se criando alguns lances de golo, com o Ranito a pivot e o Hugo e o Gil a aparecerem com frequência nas alas a provocarem desequilíbrios, enquanto o Marco segurava o jogo mais atrás. Pode-se dizer que o 1-0 e o 2-0 foram a papel químico. Livre directo a 12 metros, descaído para a esquerda; o Ranito coloca-se dentro da baliza (no poste mais distante) e outro colega no poste mais próximo; o Hugo simula remate directo e coloca a bola para o Ranito que, saindo da baliza, foge à marcação e faz os dois golos, 1-0 e 2-0. As entradas do Rodrigo e do Pedro não alteraram o ritmo do jogo e o 3-0 apareceu num contra-ataque com o Ranito a retribuir ao Hugo uma assistência para o golo deste; antes do intervalo, contra-ataque de 3-para-2 e o Ranito a fazer novo golo, desta vez a cruzamento do Pedro. Outros lances houve em que se poderia ter marcado, mas a expressão do resultado era justa ao intervalo.

O segundo tempo (já sem o Parente na bancada a dar aqueles “guinchos” que nós, jogadores, conhecemos tão bem) viu os Sex Machine mais pausados e até um pouco displicentes, o que originou o primeiro remate com perigo do adversário e mesmo um golo, num lance de canto em que o pivot adversário recebeu já dentro da área no meio de dois adversários e conseguiu virar-se e reduzir para 1-4. Após um desconto de tempo, os Sex Machine tornaram a pegar no jogo e nos 9 minutos que faltavam, criaram novamente lances de perigo e marcaram por mais três vezes: um belo golo do Pedro a passe do Rodrigo “picando” a bola sobre o guarda-redes adversário, outra assistência do Hugo agora para o Pedro bisar e o segundo do Hugo, numa recarga a um remate do Ranito ao poste, que fechou o 7-1, resultado justo.

segunda-feira, dezembro 3

Sex-Machine 0 - 3 Futebolistas

O jogo marcou o regresso do “nosso” Tiago à baliza desta equipa, agora em reconstrução. Começou-se o jogo, equilibrado e calculista, apenas com três jogadores que eram bastante utilizados em épocas anteriores (o Tiago, o Marco e o Gil). As duas equipas jogaram de uma forma conservadora sabendo que quem marcasse primeiro sairia provavelmente vencedora; após uns quantos remates de longe apenas com relativo perigo, os Futebolistas chegaram sem que o justificassem ao 1-0 num remate de longe cruzado que bateu na perna do Hugo e enganou o Tiago.

Continuou o mesmo jogo, agora com mais alguma iniciativa dos Sex Machine e surgiu o melhor lance de golo, com um passe do Hugo para as costas da defesa onde o Oscarino apareceu bem isolado mas não conseguiu igualar o marcador; defensivamente, o Marco ia-se antecipando ao pivot adversário na maior parte dos lances, tirando ainda uma ou outra falta, o Gil e o Hugo e não havia perigo para o Tiago; mas como quem não marca, sofre… os Sex Machine tiveram um pequeno desequilíbrio defensivo e os experientes Futebolistas marcaram o 2-0 a dez segundos do intervalo.

Na segunda parte, o domínio dos Sex Machines intensificou-se e por duas vezes o Rodrigo apareceu bem desmarcado cara-a-cara com o guarda-redes adversário e a passe do Hugo nunca conseguiu marcar. Houve ainda um ‘penalty’ que o árbitro transformou em livre a 5cm da linha de área, um remate em contra-ataque do Hugo, outro do Gil, mas nada de golos; num canto bem executado (onde o nosso amigo Carlos Alberto fez falta, agarrando o Gil), os Futebolistas chegaram entretanto ao 3-0, resultado exagerado e injusto.

terça-feira, novembro 27

Educadores 5 - 2 Sex-Machine

Após o trágico acontecimento no Brasil e consequente adiamento do jogo com os Lendários, este foi o regresso da equipa (ainda sem o Tiago) ao campeonato; não veio este jogo na melhor altura, até porque devido a processos burocráticos, o Ricardo não pode jogar.

Foi feito um minuto de silêncio antes do início do jogo.

O jogo começou da pior maneira; após 2~3 minutos a tentar conseguir uma situação de ataque (100% de posse de bola), os Sex Machine fizeram um remate sem grande perigo; os Educadores fizeram na resposta o seu primeiro ataque e logo com sucesso; remate forte mas de longe que o Ranito (novo guarda-redes improvisado) não conseguiu agarrar, e recarga para o 1-0; passados três minutos, novo lance de ataque controlado dos Educadores e novo golo (2-0) em lance aparentemente inofensivo.

Ofensivamente, o Bruno e o Hugo procuram entrosamento que vai aparecendo a espaços mas ainda há pouca envolvência com quem defende; após uma tentativa de contra-ataque dos Educadores, bem cortada de cabeça pelo Marco, os Sex Machine atacaram em 4 para 3 e, abrindo a defesa, o Hugo fez um bom golo com um remate forte e colocado; parecia que iríamos para o intervalo com o 2-1, mas o mesmo Hugo teve uma decisão errada ao entrar a 30 segundos do intervalo para ajudar na marcação de um livre, que acabou por não resultar em perigo, mas sim numa transição rápida que originou o 3-1.

Na segunda parte, os Sex Machine forçaram um pouco mais e conseguiram o 3-2 com um forte remate cruzado do Bruno, mas mais não conseguiram; uma perda de bola em saída para o ataque e um livre de 10 metros selaram o 5-2 para os Educadores, que cautelosamente aproveitaram as poucas oportunidades que tiveram.

Globalmente, a equipa esteve bem, unida… mas faltou entrosamento (que vai melhorando, apesar de tudo) para atacar mais organizadamente contra uma equipa que tem na solidez o seu forte; o resultado foi justo, mas ficou a sensação de que, mesmo com a equipa desfalcada, se poderia ter feito algo mais.

Rodinhas 5 - 7 Sex-Machine

Um jogo atípico… com o Tiago Matias de férias no Brasil, houve um ajustamento necessário a fazer, dado que os Sex Machine não têm verdadeiramente um segundo guarda-redes; jogou o Eduardo Martins que teve algumas dificuldades, principalmente na coordenação com a defesa (sendo um guarda-redes que fala pouco com os colegas).

Ofensivamente, houve alguns aspectos positivos no entrosamento com os novos jogadores (Pedro, Oscarino e Hugo, que se estreou com dois golos), nomeadamente no primeiro golo (jogada do Bruno e assistência para o Hugo), no quinto (passe do Pedro “a rasgar” para entrada e golo do Rodrigo) e no sétimo (jogada a pivot do Hugo, passe para o Pedro que fez um belo golo, picando a bola sobre o guarda-redes adversário, o nosso amigo Catarino… o melhor em campo neste jogo).

Após o 4-1 ao intervalo, os Sex Machine não foram tão rigorosos quanto deviam e estiveram por duas vezes a ganhar apenas por um, oferecendo 2~3 golos e dando uma expressão enganadora ao resultado, mas com mérito dos Rodinhas que o souberam aproveitar.

Exibições sólidas do Bruno, Marco e do Gil, como é costume.

Pardais 1 - 0 Sex-Machine

Teremos de recuar uns bons anos até encontrar outro jogo em que os Sex Machine não tenham marcado um golo… factor que foi decisivo no resultado de um jogo muito calculista e táctico e que só teve 3~4 lances de perigo nos 40 minutos totais.

Com as ausências forçadas do Marco e do Ranito, a equipa ficou algo curta a nível ofensivo, deixando para o Bruno quase toda a responsabilidade de criar desequilíbrios e lances de perigo; com uma defesa bem montada, os Pardais seguraram o atirador canhoto e apenas 1~2 vezes viram o perigo a rondar a sua baliza.

Do outro lado, outra defesa bem organizada que também não deu grandes espaços; o golo acabou por surgir numa troca defensiva um pouco lenta em que após o remate bloqueado pelo Ricardo (que tinha vindo à ajuda), a bola caprichosamente sobrou para um jogador dos Pardais que estava fora da jogada, mas em boa posição para empurrar para o único golo.

O empate a zero ou a um seria o resultado justo.

quinta-feira, outubro 25

Sex-Machine 28 Anos de Vida!!!

Os Sex-Machine celebraram hoje os seus 28 anos de existência.
Mais uma data especial na vida desta pequena grande "Instituição".

O facto de ainda existirem, revela bem que os seus fundadores criaram algo com valor e poder para perdurar. Quem pensaria que 28 anos depois, ainda estariam de pé?!!

quarta-feira, outubro 24

Ninjas 2 - 5 Sex-Machine

O começo de uma nova época foi o q.b. para os Sex-Machines. Após uma época de algumas desilusões (má classificação no Torneio Regional e eliminação do Torneio Nacional após dominar completamente os Futebolistas “oferecendo” a qualificação), a equipa aparece com várias saídas, caras novas e sentidas ausências para um jogo que se antevia simples. Um bom tónico foi saber que os Sex-Machões haviam entrado na competição a vencer por 10-1.

O jogo começou com o Rodrigo a pivot, Gil e Bruno nas alas, o Ricardo mais atrás e o Tiago na baliza; com alguma mobilidade, o Rodrigo e o Bruno trocaram de posições, tal como o Gil e o Ricardo... mas o golo não aparecia. A equipa tinha dois estreantes no banco, o Oscarino e o Pedro, e estava a jogar descontraída e sem pressas. Esse cenário alterou-se com o inesperado golo dos Ninjas.

A urgência instalou-se e numa busca incessante que poderia ter dado vários golos, mas apenas deu para o empate. E pior, após um lance em que foi anulado um golo ao Tiago por ter sido considerado que ninguém tocou na bola após uma reposição com a mão, aparece o 1-2 em mais uma falta de sincronismo defensivo, tal como no 0-1.

Na segunda\nparte, mais do mesmo, muitas ocasiões criadas mas que só deram para dar a volta\nao marcador nos últimos 10 minutos e descansar nos últimos 3... os dois golos\ndo Gil, outros dois do Bruno e um do Oscarino foram o q.b., numa partida em que\no melhor foi mesmo o resultado de 5-2. As estreias do Oscarino e do Pedro foram\npositivas mas, como era de esperar, deixaram notar que há alguma falta de\nentrosamento... a trabalharNa segunda parte, mais do mesmo, muitas ocasiões criadas mas que só deram para dar a volta ao marcador nos últimos 10 minutos e descansar nos últimos 3... os dois golos do Gil, outros dois do Bruno e um do Oscarino foram o q.b., numa partida em que o melhor foi mesmo o resultado de 5-2. As estreias do Oscarino e do Pedro foram positivas mas, como era de esperar, deixaram notar que há alguma falta de entrosamento... a trabalhar.

quarta-feira, maio 9

Sex-Machine 3 - 2 Futebolistas (5-5 a.p.)

Era a 2ª mão de uma eliminatória que os Sex-Machine poderiam ter resolvido na 1ª.
Este foi mais um jogo de domínio por parte dos Sex-Machine que provaram ser a melhor equipa de entre as duas.
No entanto, foram as sucessivas falhas defensivas que ditaram o afastamento da 4ª eliminatória.
O Jogo chegou ao intervalo com um mais que justo 2-0. Na 2ª parte os SM permitiram uma reacção que chegou mesmo a atingir o 2-2. A partir disso, foi novamente a coesão SM a garantir o 3-2, que se manteve até ao fim do tempo regulamentar.
A 1ª parte do prolongamento, voltou a ser suis generis e pelo 2º ano consecutivo, conseguimos ser eliminados a 30 segundos do fim transformando 2 golos de vantagem numa eliminatória perdida, ou seja, a 30 segundos do fim, a eliminatória constava de um claro 5-2 para os Sex-Machine, o qual foi desfeito através de uma falta muito duvidosa que permitiu o 5-4 através de um livre de 10 metros.
Na 2ª parte do prolongamento, o cansaço era evidente e um golo fortuito dos Futebolistas permitiu a eliminação dos SM do Torneio deste ano.
Resultado agregado: 9 - 9 (15-14 a.p.)

Para a história fica a eliminação. No entanto, na acta da eliminatória fica registado que nestes 2 jogos o poder demonstrado pelos Sex-Machine foi mais que evidente e suficiente para que o resultado final fosse outro.

segunda-feira, abril 30

Futebolistas 7 - 6 Sex-Machine

O jogo da primeira mão da terceira eliminatória do Torneio Nacional entre dois velhos conhecidos e rivais mais pareceu um jogo de hóquei em patins, dada a superioridade dos ataques em relação às defesas. Apesar do bom jogo do Gil e do Duarte, a falta do Ricardo e do Marco fez-se notar, sem dúvida alguma. Ofensivamente, o Bruno esteve excelente a provocar os desequilíbrios que foram originando golos e ocasiões, ora marcados, ora desperdiçados. Exibições sólidas também do Tiago (mais uma vez, deixado desprotegido vezes a mais), do Rodrigo e do Duarte… os demais, foram intermitentes (para não especificar).

Os “Sex-Machines” conseguiram dominar o jogo, criando sucessivos desequilíbrios que poderiam ter dado mais de 10 golos, sem exageros. Mas defensivamente, o mau hábito de defender “3-contra-4” porque alguém decide “ir à queima” na linha de meio-campo deu os frutos esperados… 7 golos sofridos. Se até ao 4-4 (mas principalmente até ao intervalo) os riscos eram necessários e até calculados, dada a superioridade ofensiva, já após o 6-4 se esperava de jogadores experientes que soubessem segurar a bola e controlar o adversário.

Mas assim não foi, por infantilidade.

Três golos sofridos “a papel químico” transformaram uma vantagem de dois numa desvantagem mínima (6-7), que poderá ser recuperada, mas que não deixará de ficar na mente como um dos jogos mais mal perdidos pelos “Sex Machine”… e a Madeira ali tão perto…

terça-feira, abril 24

Sex-Machine - Futebolistas...na 3ª eliminatória

O sorteio ditou em sorte um derby de Lisboa na 3ª eliminatória do Torneio Nacional de Futsal da CGD: Sex-Machine - Futebolistas.

Jogo que, mais uma vez se anteve dificil, para os Sex-Machine.

Depois de eliminarem uma equipa que nos ultimos 2 anos atingiu sempre a fase final, eis que, em sorteio, calhou nova equipa com presença assídua nas fases finais.

terça-feira, abril 17

Sex-Machine 5 - 1 Carsalda

Brilhante o jogo dos Sex-Machine.
Era um jogo que se antecipava difícil, mas que era aguardado pelos Sex-Machine com ansiedade e vontade de de dar a volta ao resultado de um jogo que ficou distorcido em Carregal do Sal. Apesar das contrariedades sentidas no inicio do jogo, no qual Ranito fez de guarda-redes, os SM, praticamente começaram com o 1-0. Já com o GR das SM em campo, os Carsalda chegaram ao empate, numa falha defensiva do GR dos SM.
No entanto, tal não foi motivo para os SM baixarem os braços embora tenham ficado em sobressalto quando na parte final da 1ª parte chegaram à 6ª e 7ª falta que provocaram a redenção do GR dos SM no golo sofrido. 3-1 ao intervalo.
A 2ª parte foi o confirmar do poder dos SM no jogo. Apesar de tudo, a arbitragem valeu 3 expulsões num jogo que ficou marcado pelos 2 golos apontados pelos SM na 2ª parte e que evitaram que a decisão de uma vitória óbvia, fosse para prolongamento.

Relativamente ao jogo, a presença massiva dos seus jogadores no encontro aliado à vontade e grande querer de vencer, levaram à reviravolta numa eliminatória, aparentemente perdida ao início, mas que jamais na cabeça dos SM, o foi. Isto porque houve quem não viesse jogar por pensar que a eliminatória estava ganha….
5-1 foi um resultado final, que prima por escasso.

segunda-feira, abril 2

Carsalda 4 - 1 Sex-Machine

Jogo relativo à 1ª mão da 1ª eliminatória do Torneio Nacional da CGD que se realizou em Carregal do Sal.
O jogo começou bem para os Sex-Machine, que cedo fizeram o 1-0. No entanto, permeáveis na defesa, os SM, consentiram o empate através de uma jogada em que toda a gente ficou a ver jogar.
A 2ª parte, foi o descalabro na exibição dos Sex-Machine. Falhas defensivas várias, numa exibição totalmente oposta à segura efectuada na 1ª parte, os SM consentiram 3 golos perante uma equipa que se mostrava bastante acessível às pretensões SM.
No entanto o que fica para a história são as inúmeras ocasiões de golo falhadas pelos SM e o aproveitar das poucas que os Carsalda tiveram. Praticamente arrumaram a eliminatória nesta 1ª mão. O golo dos Sex-Machine foi apontado pelo Marco.
O jogo da 2ª mão está agendado para dia 15 de Abril às 10h.

quarta-feira, março 21

Sorteio da 2ª Eliminatória

Carsalda, vice-campeão do Torneio transacto, surge no caminho dos Sex-Machine.
Assim ditou o sorteio ontem realizado, que respeita a jogo da 2ª eliminatória do Torneio.
Antevê-se um jogo difícil entre 2 boas equipas.

segunda-feira, março 19

A 3º parte...

Relativamente a esta eliminatória, os Sex-Machine gostariam de deixar uma palavra de agradecimento aos Gimbrinhas, que tanto em Lisboa como em Ansião, proporcionaram bons momentos de confraternização. Aliás, este deveria ser o propósito deste Torneio.
Com muita pena nossa que uma equipa destas tenha de ficar pelo caminho, é de realçar que fomos muito bem recebidos em Ansião e sempre colocados à vontade por quem nos recebeu.
Os Sex-Machine agradecem a todos os Gimbrinhas essa confraternização e desejam que se possa repetir por mais vezes no futuro, até porque em lembrança, e nos últimos tempos difícil foi conviver assim.

Gimbrinhas 3 - 2 Sex-Machine (4-9 no total)

Os Sex-Machine deslocaram-se sábado a Ansião para defrontar os Gimbrinhas na 2ª mão da 1ª eliminatória, levando de Lisboa uma vantagem de 7-1.
A atitude dos Gimbrinhas foi totalmente diferente na abordagem do jogo, produzindo bem mais ocasiões de golo que em Lisboa.
Os Sex-Machine, muito desfalcados e com 6 elementos apenas, tentaram gerir uma vantagem difícil de quebrar, embora, muitas ocasiões de golo tivessem sido desperdiçadas, o que juntamente com algumas falhas defensivas não deixaram que o resultado pudesse ser algo diferente.
Quanto as Gimbrinhas, revelaram uma atitude bem mais aguerrida nesta 2ª mão e procuraram, especialmente no início da 2ª parte, marcar alguns golos que lhes permitisse sonhar com a reviravolta na eliminatória, embora o jogo tivesse sempre oportunidades de parte a parte.
Bom jogo dos Gimbrinhas e fica a ideia de que os Sex-Machine, mesmo só com 6 elementos, tinham a obrigação de ter feito mais no jogo, embora, 6 golos de vantagem permitissem uma viagem “tranquila” na eliminatória até Ansião.
Os golos Sex-Machine foram apontados por Ricardo e Rodrigo.

segunda-feira, março 12

Sex-Machine 7 - 1 Gimbrinhas (Ansião)

Teve início este fim-de-semana o Torneio Nacional.

Calhou em sorteio a equipa dos Gimbrinhas, de Ansião que saiu de Lisboa com um resultado desfavorável de 7-1.
Foi um jogo sem grande história onde uma falha de marcação, que deu o golo dos Gimbrinhas, e as inúmeras ocasiões de golo desperdiçadas pelos Sex-Machine, podem resumir o jogo.
Os Sex-Machine tiveram pela frente uma equipa que nunca conseguiu importunar muito, uma vez que foram escassas as ocasiões de golo que criaram, conseguindo controlar sempre o jogo, e não fosse o desperdício que se verificou ter acontecido, este resultado poderia ter sido bem mais avantajado.
Duarte, Zé e Bruno marcaram por 2 vezes e Nuno fez o outro tento Sex-Machine.
A 2ª mão está agendada para o próximo fim-de-semana.

quarta-feira, fevereiro 14

Sex-Machine 1 - 1 Futebolistas

Jogo de fim de época e por isso marcado por muitas ausências de parte a parte. Os Sex-Machines conseguiram mesmo assim, impor uma maior ritmo ao jogo e justamente consegue atingir a vantagem num jogo que foi sempre muito calmo na 1ª parte.
A 2ª parte foi de maior insistência por parte do adversário que consegue atingir o empate numa falha de marcação, mas conseguida com todo o mérito depois de um contra-ataque rápido.
Os Sex-Machine falharam ainda algumas boas ocasiões para vencer o jogo, que foi completamente estragado pelo protagonista que mais se impõe em qualquer desafio. Marco é expulso de jogo na 1ª falta que faz por simples desequilíbrio no meio campo povoado de adversários, deixando os Sex-Machine privados de um elemento durante 2 minutos, tendo o adversário no entanto não conseguido transpor a defesa SM.
Na sequência do lance surgem vários amarelos injustificados mas que se aceitam dada a falta de capacidades do seu mostrador. Isto para não falar de cantos e foras que afectaram ambas as equipas, algumas delas clamorosas.
Mais 2 expulsões a lamentar num jogo que teve uma 2ª parte calma e cujas incredulidades de parte a parte se verificaram pelas atitudes verificadas.
De resto, os melhores em campo acabaram por ser Futebolistas e Sex-Machine que nunca descuraram de prosseguir um jogo calmo.
O empate é justo embora ficasse no ar uma ligeira superioridade dos Sex-Machine, mas que dadas as inconstâncias do jogo, se aceita facilmente.

segunda-feira, fevereiro 5

Getz 1 - 17 Sex-Machine

Jogo sem história muito motivado pelo facto de os Getz terem apenas 4 elementos. Apesar de os Sex-machine apenas terem 5 elementos também, já tornava este aspecto uma luta desigual.

Apesar do resultado tão avolumado, não dá grande prazer jogar assim, de forma desigual.

O jogo começou com um natural 1-0, mas teve o aspecto curioso de ter mesmo atingido o empate.

Enquanto tiveram força, os Getz fizeram ainda 4 remates perigosos, sendo que a 2ª parte foi totalmente diferente, e praticamente sem remates dos Getz.

Os Getz tentaram ainda por 2 vezes a troca de guarda-redes, mas sem efeitos práticos.

O jogo terminou bem antes do tempo, uma vez que os Getz se viram privados de um elemento por lesão, levando ao término do jogo.

Para a contabilidade, 7 golos de Zé, 5 de Ranito (como o Bueno, “acordou”), um de Gil e Ricardo Vitorino e 2 auto golos dos Getz. Destaque para o golo apontado pelo 78 dos Sex-Machine num remate excepcional de fora da área.

segunda-feira, janeiro 22

Sex-Machine 2 - 5 Tártaros

Os actuais campeões não se portaram como tal. Poder-se-ia resumir com esta frase o jogo contra os Tártaros.

Falta de atitude e (mais grave) falta de respeito para com os colegas fizeram dos «Sex-Machine» uma presa fácil para uma equipa mediana que marcou a seu bel-prazer os golos que lhe garantiram uma vitória justa.

Após o primeiro golo, vários jogadores terão pensado que o campeonato já não tem objectivos competitivos e por isso não valerá a pena correr, defender… o que prejudica o prestígio da equipa e a atitude de quem dá sempre o máximo. Fica ainda a pergunta: será que foi isso que aconteceu nos últimos três jogos onde se deitaram fora 5 pontos ?

Se calhar, faria bem observarmos o nosso amigo (e ex-jogador dos «Sex-Machine») Eduardo Matos no jogo que precedeu o nosso; mesmo jogando a primeira parte com um jogador a menos e a segunda sem suplentes, a atitude esteve sempre lá… e assim apareceu um golo espectacular na segunda parte e ainda um brilhante remate ao poste… a derrota pesada da sua equipa foi um pormenor e os sucessivos parabéns que lhe foram dados aquando da sua saída de campo é que ficam na memória.

Em contraste, a saída dos «Sex-Machine» foi em silêncio.

terça-feira, janeiro 16

Ratolas 3 - 3 Sex-Machine

Este jogo contra os Ratolas pode ser considerado (infelizmente, mais uma vez) como o estereótipo do que tem sido a época dos Sex-Machines.

Superioridade constante, vantagem no marcador, boa adaptação a adversidades (plantel limitado)… desconcentração e pouco rigor defensivo, principalmente no final do jogo.

Golos marcados: conseguidos.
Golos sofridos: oferecidos.

A história do jogo resume-se aos golos marcados e aos desperdiçados (três bolas ao poste) que, apesar das falhas defensivas, podiam ter dado uma vitória tranquila. Aproveitaram-se bem os Ratolas e marcaram em três das quatro ocasiões que tiveram.

Foi novamente o Bruno a inaugurar o marcador e a repor a vantagem após a igualdade de 1-1. Na segunda parte, com o Gil a jogar a ala e o Rodrigo a pivot, surgiu o 3-1 com o Gil a entrar bem e a marcar, mas o golo também poderia ter sido do Rodrigo que estava sobre o risco pronto para marcar.

O Ranito e o Rodrigo jogaram a pivot e o Gil alternou entre o pivot e a ala. Com o Ricardo e o Marco a controlarem a defesa e o Bruno a fazer a transição, com menos de 5 minutos para jogar, parecia um jogo controlado.

Até acontecer o costume. Resultado: 3-3.

segunda-feira, janeiro 8

Sex-Machine 3 - 4 Pardais

Os Sex-Machines terão este fim-de-semana acabado com as suas pretensões de revalidação do título de campeões. Após uma sequência de bons resultados (três vitórias com apenas um golo sofrido), os erros do costume deitaram a perder um jogo que esteve perfeitamente ao alcance em várias fases.

Após saber da vitória dos Futebolistas (actuais líderes invictos) sobre os Educadores, os Sex-Machines entraram em campo para ganhar; do outro lado, uma equipa com experiência e que só joga pela certa, mas que está a meio da tabela. E foi assim que surgiu o 0-1… uma vez mais, na ânsia de cortar a bola, um jogador fez-se “à queima”, provocando uma situação de 3-para-2 que foi bem aproveitada.

Após uma cabeçada do Marco ao poste a passe directo do Tiago, os Sex-Machines tiveram o seu melhor período, igualando num livre por intermédio do Ricardo e fazendo o 2-1 numa jogada típica do Bruno que fez um bom remate. Houve várias ocasiões para o 3-1, mas esse golo nunca apareceu.

No início da segunda parte, o Zé Português foi expulso (segundo amarelo) por palavras, mas os Sex-Machines souberam defender em inferioridade numérica com o Marco, Ricardo e Rodrigo a serem rápidos e inteligentes no posicionamento, não permitindo sequer um lance de verdadeiro perigo e ganhando até um canto.

Mas, logo a seguir, numa jogada em que o nosso guarda-redes alertou várias vezes para um erro de marcação no corredor central, tornámos a falhar defensivamente e permitir um remate frontal sem estar em inferioridade; e ainda mal recompostos de nova igualdade, sofremos mais um golo em que andámos a “correr atrás da bola” em vez de fazer um posicionamento normal e eficaz de “homem-a-homem”. No minuto a seguir a este 2-3, o Bruno tornou a marcar, fazendo o 3-3, com um forte remate que teve a colaboração do guarda-redes adversário.

Parecia que, apesar do jogo inconstante, os Sex-Machines ainda iriam conseguir vencer, mas mais uma vez a defesa não esteve à altura, permitindo a três minutos do fim que, após uma perda de bola, o adversário marcasse um golo de cabeça sobre o nosso risco de baliza.

Pelo jogo jogado, os Sex-Machines podiam ter feito um jogo tranquilo e vencido sem problemas, mas alguma inobjectividade e grande desconcentração defensiva deitaram tudo a perder.
Mas assim, foi uma vitória que os Pardais mereceram, por terem sido mais realistas.