Ratolas 3 - 3 Sex-Machine
Este jogo contra os Ratolas pode ser considerado (infelizmente, mais uma vez) como o estereótipo do que tem sido a época dos Sex-Machines.
Superioridade constante, vantagem no marcador, boa adaptação a adversidades (plantel limitado)… desconcentração e pouco rigor defensivo, principalmente no final do jogo.
Golos marcados: conseguidos.
Golos sofridos: oferecidos.
A história do jogo resume-se aos golos marcados e aos desperdiçados (três bolas ao poste) que, apesar das falhas defensivas, podiam ter dado uma vitória tranquila. Aproveitaram-se bem os Ratolas e marcaram em três das quatro ocasiões que tiveram.
Foi novamente o Bruno a inaugurar o marcador e a repor a vantagem após a igualdade de 1-1. Na segunda parte, com o Gil a jogar a ala e o Rodrigo a pivot, surgiu o 3-1 com o Gil a entrar bem e a marcar, mas o golo também poderia ter sido do Rodrigo que estava sobre o risco pronto para marcar.
O Ranito e o Rodrigo jogaram a pivot e o Gil alternou entre o pivot e a ala. Com o Ricardo e o Marco a controlarem a defesa e o Bruno a fazer a transição, com menos de 5 minutos para jogar, parecia um jogo controlado.
Até acontecer o costume. Resultado: 3-3.
Superioridade constante, vantagem no marcador, boa adaptação a adversidades (plantel limitado)… desconcentração e pouco rigor defensivo, principalmente no final do jogo.
Golos marcados: conseguidos.
Golos sofridos: oferecidos.
A história do jogo resume-se aos golos marcados e aos desperdiçados (três bolas ao poste) que, apesar das falhas defensivas, podiam ter dado uma vitória tranquila. Aproveitaram-se bem os Ratolas e marcaram em três das quatro ocasiões que tiveram.
Foi novamente o Bruno a inaugurar o marcador e a repor a vantagem após a igualdade de 1-1. Na segunda parte, com o Gil a jogar a ala e o Rodrigo a pivot, surgiu o 3-1 com o Gil a entrar bem e a marcar, mas o golo também poderia ter sido do Rodrigo que estava sobre o risco pronto para marcar.
O Ranito e o Rodrigo jogaram a pivot e o Gil alternou entre o pivot e a ala. Com o Ricardo e o Marco a controlarem a defesa e o Bruno a fazer a transição, com menos de 5 minutos para jogar, parecia um jogo controlado.
Até acontecer o costume. Resultado: 3-3.

1 comentário:
Como gajo que foi nomeado para, ah e tal, orientar o jogo, tenho a referir o seguinte:
1) o jogo da equipa está mal desenhado; obriga o Bruno (ou outro ala) a provocar individualmente um desiquilibrio sem recorrer ao jogo em equipa;
2) o pivot não é integrado no jogo de ataque; há que colocar a bola no pivot e causar movimentação; o pivot decidirá se passa a bola a um ala em movimento (ou mesmo o jogador fixo que subiu entretanto) ou aborta a jogada, mas mantém a posse de bola controlada;
3) a defesa tem de ser mais pressionante a não permitir que o adversário circule facilmente (o Ricardo e o Rodrigo são os que melhor fazem pressão) e as trocas defensivas só se fazem quando é explícito para os dois defensores;
4) há que ouvir o guarda-redes; nestas duas últimas semanas, sofreram-se golos (dois ou três) pelo meio do campo enquanto o Tiago estava a gritar "fecha o meio!"
5) se temos um ala dextro e um outro esquerdino, eles devem jogar preferencialmente na esquerda e direita, para que possam flectir para o meio e rematar (tendo a bola mais afastada do defesa) e/ou tenham melhor linha de passe para o pivot.
Esta semana, é só isto.
Espero ter conseguido uma boa rotação de tempo de todos os jogadores, sabendo que o Ranito, Rodrigo e Gil jogariam um pouco menos tempo que os demais, devido à falta de jogadores para a posição de pivot.
Não comento o resultado por uma razão simples: em todas as semanas, em todos os jogos, o resultado poderia ser outro, se...
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