segunda-feira, dezembro 3

Sex-Machine 0 - 3 Futebolistas

O jogo marcou o regresso do “nosso” Tiago à baliza desta equipa, agora em reconstrução. Começou-se o jogo, equilibrado e calculista, apenas com três jogadores que eram bastante utilizados em épocas anteriores (o Tiago, o Marco e o Gil). As duas equipas jogaram de uma forma conservadora sabendo que quem marcasse primeiro sairia provavelmente vencedora; após uns quantos remates de longe apenas com relativo perigo, os Futebolistas chegaram sem que o justificassem ao 1-0 num remate de longe cruzado que bateu na perna do Hugo e enganou o Tiago.

Continuou o mesmo jogo, agora com mais alguma iniciativa dos Sex Machine e surgiu o melhor lance de golo, com um passe do Hugo para as costas da defesa onde o Oscarino apareceu bem isolado mas não conseguiu igualar o marcador; defensivamente, o Marco ia-se antecipando ao pivot adversário na maior parte dos lances, tirando ainda uma ou outra falta, o Gil e o Hugo e não havia perigo para o Tiago; mas como quem não marca, sofre… os Sex Machine tiveram um pequeno desequilíbrio defensivo e os experientes Futebolistas marcaram o 2-0 a dez segundos do intervalo.

Na segunda parte, o domínio dos Sex Machines intensificou-se e por duas vezes o Rodrigo apareceu bem desmarcado cara-a-cara com o guarda-redes adversário e a passe do Hugo nunca conseguiu marcar. Houve ainda um ‘penalty’ que o árbitro transformou em livre a 5cm da linha de área, um remate em contra-ataque do Hugo, outro do Gil, mas nada de golos; num canto bem executado (onde o nosso amigo Carlos Alberto fez falta, agarrando o Gil), os Futebolistas chegaram entretanto ao 3-0, resultado exagerado e injusto.

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