Um jogo em dia de simulacros de catástrofes em Lisboa não começou do melhor modo. Um dos "aforristas" chegou atrasado e obrigou a equipa a jogar um "lusco-fusco" (uns 5~7 minuutos) com um jogador a menos.
Mas tardaram 4 minutos até os Sex Machine (Tiago, Marco, Ricardo, Hugo e Rodrigo) abrirem o activo e até à entrada do quinto jogador, apenas por seis vezes funcionou o marcador. E o maior erro da arbitragem até aconteceu nesta fase, num lance em que um claro penalty foi "transformado" em livre directo, ou seja, um possível 2-1 transformado em lance sem perigo.
Os golos sucederam-se, as ocasiões idem, todos jogaram... com entusiasmo e pouco rigor, foram aparecendo os golos e 3~4 poderiam ter sido da equipa adversária, mas o Tiago (1 vez na primeira parte) e o Catarino (2~3 vezes na segunda) foram adiando o tento de honra da equipa recém formada.
Apenas o Pedro não esve presente (está de férias a festejar um dos seus aniversários) e todos os demais se divertiram e desfrutaram do jogo (incluindo Tiago Melão, presentemente em contrato de empréstimo nos "Aplicados").
Jogos, agora só para o ano !!! Boas Festas !!!!!
Mas, atenção... ainda há um jantar-convívio e muito almoço-treino... a bola é que não deve rolar entretanto, que esta equipa é mais dada a jogos. E videos...
À quarta jornada, encontravam-se duas equipas que estiveram presentes na Final Four do passado Torneio Nacional, criando a expectativa de um jogo equilibrado. Mas, com um jogo sólido, os Sex Machine nunca deram esperanças ao adversário e conseguiram uma vitória tranquila.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Bruno e Ranito) logo com os SM a tomarem as rédeas do jogo, com vários remates do Bruno e jogadas de envolvimento iniciadas no Ricardo que faziam antever o 1-0. Tardou alguns minutos e foi já com o Hugo em campo que, após uma falta sobre este quando se tentava isolar, surgiu o golo inaugural. O Ranito, desmarcado ao segundo poste (sob a vigilância atenta, não dos adversários, mas da sua filha, na sua primeira visita ao pavilhão), facilmente encostou, a passe do Ricardo, para o 1-0.
A pressão intensificou-se, e já com o Oscarino e Rodrigo em campo, surgiu o 2-0 (já perto do intervalo); saída em contra-ataque do Rodrigo, passe a isolar o Oscarino que, com possibilidade de remate e o Rodrigo ao segundo poste, optou pelo primeiro, dando justiça e tranquilidade ao resultado. Não se pense que os Ratolas foram uma equipa passiva; atacaram e criaram algum perigo, mas sempre esbarraram na boa organização defensiva adversária, Tiago incluído (com o seu “alargado” raio de acção).
A segunda parte não trouxe novidades logo no início (traria mais à frente). Um jogo repartido, com alguma superioridade dos SM que buscavam aumentar o score para garantirem a vitória o mais cedo e tranquilamente possível. Numa transição rápida, o Marco conseguiu isolar-se e fazer o 3-0, picando a bola sobre o guarda-redes; pouco depois, o Bruno, em jogada individual, fintou um defesa, “sentou” o guarda-redes e entrou pela baliza, fazendo o 4-0.
A novidade estava guardada para esta altura: o regresso do António Catarino à baliza dos Sex Machine. Mantendo-se sempre um amigo deste grupo e sempre sem perder o contacto fora de campo, esta época podemos novamente contar com ele para defender as nossas redes, a par do Tiago.
Foi num canto que surgiu o 5-0; o Hugo recebeu a bola do Bruno, trocou as voltas ao defesa directo e, à saída do guarda-redes, cruzou a bola para o Oscarino bisar em cima da linha de golo, no golo mais fácil que este terá marcado nos últimos tempos.
O cariz do jogo não se alterou, o Rodrigo, o Bruno, o Hugo e o Ricardo poderiam ter tornado a marcar, mas não o fizeram. Foi o Bruno (e fazendo uso das suas palavras, no balneário) que, após ter marcado um golo, deu outro a marcar… só que aos Ratolas. Uma perda de bola a meio-campo permitiu o contra-ataque em 2-para-1 que resultou no 5-1, o justo “tento de honra” para a equipa derrotada.
Boa arbitragem, com 3~4 erros de pormenor, mas sem influência no resultado.
Ao fim de quatro jornadas, as três equipas que ficaram no pódio do último Torneio Nacional lideram (pela mesma ordem) a classificação, separadas apenas por um ponto (Educadores e Sex Machine com 12 e Futebolistas com 11). No extremo oposto, apenas os “caloiros” Aplicados do Aforro e a “filial” Sex Machões ainda não conseguiram resultados positivos. São precisamente estes os próximos adversários dos Sex Machine, antes do ciclo infernal que em cinco jornadas os verás a jogar com as quatro equipas mais fortes dos últimos 2~3 anos.
Ao fim de alguns anos de derrotas sucessivas, poderá dizer-se que os Sex Machine, depois de bem acordarem, usaram o “Colgate Anti-Tártaro” para a sua higiene oral e desportiva. Resultado: sorrisos brilhantes e “este borrego está morto”. Falta o principal, claro.
O jogo começou com o Carlão a caminho (Tiago, Hugo, Marco, Bruno e Ranito) com as equipas a estudarem-se mutuamente, sem grandes pressões nem ânsias de chegar ao golo. Muitas cautelas e um ou outro desequilíbrio que não trouxe verdadeiro perigo. Até que, numa jogada de contra-ataque (a arma típica dos “Tártaros”), o Ricardo conduziu a bola em 3-para-2 e, numa tentativa de evitar que a bola chegasse a um SM isolado, ocorreu um corte que deu em auto-golo e o 1-0.
Boa pressão dos Tártaros, que passaram a ter mais as despesas do jogo e a fazer algum perigo, sempre bem resolvido pela defesa e guarda-redes, sempre a jogar muito fora dos postes. Num lance destes, o Tiago fez um passe directo para o Bruno que, em típico contra-ataque, fez o 2-0 na cara do guarda-redes adversário com o seu pé direito.
Os Tártaros voltaram à carga. Têm um elemento novo que (após ter empestado a nossa w/c com um fax nocivo ao ambiente) criou algumas dificuldades pela velocidade que coloca em jogo e que faz dos Tártaros uma equipa mais completa do que em anos anteriores. Num lance em que o Hugo permitiu o “corte nas costas” e em que o Tiago terá demorado um “tudo-nada” a sair, surgiu o 2-1, já no último minuto da primeira parte, relançando o jogo.
A segunda parte trouxe de novo o equilíbrio ao jogo, com os SM a entregarem as despesas do jogo ao adversário e a fazerem mais perigo tendo menos tempo de posse de bola (o Rodrigo teve duas oportunidades soberanas, uma de cabeça a 1 metro da baliza a passe do Ricardo e outra noutro passe picado do Hugo que o isolou, mas em que não conseguiu dominar a bola). E o 3-1 viria a surgir, num lance em que o Hugo, da linha da sua área, fez um passe longo para o Pedro marcar de cabeça, já dentro da área adversária. Mas, pouco depois, num lance em que houve falta sobre o Bruno, nasceu um contra-ataque que deu o 3-2.
Mas o jogo estava vivo e os Tártaros atacavam agora com guarda-redes avançado. Num lance em que o Bruno fez duas faltas sucessivas (remates sempre contra a barreira compacta), a bola sobrou para ele mesmo que rematou de primeira de baliza a baliza, fazendo o 4-2. Pouco depois, novo lance em que a equipa sai para contra-ataque e ficando o Ranito isolado e sem ninguém na baliza, rematou de longe ao poste, permitindo ao Bruno o 5-2 na recarga (terá sido uma assistência propositada ?)…
Nova pressão dos Tártaros resultou em dois golos que tornaram a trazer a emoção ao jogo (5-3 e 5-4), o qual ficou morto quando, em novo contra-ataque lançado pelo Tiago, o Bruno se isolou fazendo o seu quarto golo, segundo de pé direito: 6-4. Para além do goleador, boa exibição do Marco (discreto e sem falhas) e, claramente, do Ricardo e do Tiago, que foram as “fundações” sólidas de uma equipa que vai aprendendo a ganhar sem ter de jogar bonito.
Pela segunda vez consecutiva, arbitragem fraca (lembrando principalmente dois lances em que o Ricardo foi protagonista: num deles, fintou o guarda-redes adversário na linha de meio-campo e apesar de seguir isolado e ter sido agarrado, nem houve lugar a cartão; noutro, cortou a bola contra as pernas do mesmo guarda-redes em lance normal que fez o guarda-redes pisar a bola e cair; foi marcada falta a 1m da área perante a gargalhada geral). Enfim, pormenores/detalhes num jogo bem disputado entre duas boas equipas, que podia ter pendido para qualquer um dos lados, com uma boa vitória para a que foi mais calculista.
Após três jornadas, ficam apenas duas equipas (campeões e vice-campeões nacionais: Educadores e Sex Machine) isoladas no topo da classificação, apenas com diferença de goal-average.
A segunda jornada do XXXI Torneio Regional viu uns Sex-Machine’s a jogarem o pior futebol dos últimos tempos; não há grande explicação para um jogo muito fraco: terá sido excesso de confiança (no ano passado vencemos 7-1 sem o Tiago, Bruno e Ricardo) ou falta de inspiração global, porque a equipa fez uma rotação de jogadores semelhante à da semana passada, mas nunca conseguiu consistente nem ser fluida no ataque.
O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Ranito) com os SM a pressionarem e a poderem marcar por uma ou duas vezes. Mas, uma vez mais, só após a entrada do Rodrigo e Pedro se chegou ao golo, num passe do Ricardo que viu correspondido (com alguma arte de ping-pong à mistura) pelo Rodrigo. Ao intervalo: 1-0.
Na segunda parte, mais do mesmo: pendor ofensivo dos SM que poderiam ter feito alguns golos mais e boa réplica dos Lendários (com dois elementos novos que melhoraram a qualidade da equipa). Surgiu o 1-1 num livre frontal em que a bola passou entre a barreira e o guarda-redes, alterando o jogo por completo.
Jogou-se aqui o melhor futebol (não pela qualidade, mas pela vontade) durante o jogo. O Ricardo comandava a trás, o Marco fazia muita pressão (“sacou” ainda umas 3~4 faltas aos adversários), o Hugo fazia a transição para o ataque e o Rodrigo, jogando móvel, dava muita energia à equipa, quer defensiva quer ofensivamente.
E o 2-1 apareceu. Foi numa recuperação de bola do Ricardo que a bola chegou ao Hugo, que trocou as voltas a um adversário (que caiu “redondo” no chão) e apareceu na cara do guarda-redes, com o Rodrigo ao segundo poste; o Hugo não conseguiu o passe, tentando antes rematar… o guarda-redes bloqueou a bola que sobrou de novo para o Hugo que a devolveu ao Ricardo… no 1-para-1, o “Carlão” foi forte e rematou colocado para o decisivo 2-1.
Pouco depois, numa boa saída do Marco em contra-ataque, assistência para o Rodrigo e… golo. 3-1. Logo depois, entendimento entre o Hugo e Marco, mas o passe deste saiu um pouco adiantado e o 4-1 não apareceu. Apareceu sim o 3-2 num canto em que a marcação não foi bem feita e o remate cruzado não deu hipóteses ao Tiago.
Alguma pressão dos Lendários à procura da igualdade, mas tal não esteve perto de acontecer, embora tenha havido muita entrega… e uma das piores arbitragens de que há memória (este senhor tem mesmo de ser reciclado)… faltas inexistentes, cartões desnecessários, foras e cantos ao contrário… foram até motivo de conversa entre todos após o jogo, que acabou com fair-play garantido pelos jogadores, o que é de realçar. Resultado justo: 3-2.