segunda-feira, abril 21

Regueifas (Valongo) 3 - 3 Sex-Machine

Os Sex-Machine tornaram a passar uma eliminatória por um golo de diferença... mas desta vez estiveram sempre no controlo da eliminatória,apesar do valor da equipa adversária, que já tinha eliminado a equipa dos Carsaldas que tão bem conhecemos. Além do mais, este jogo não teve aparticipação do Tiago e Rodrigo (impossibilidade de viajarem até Valongo),E duardo (lesão) e Marco (castigo).
O jogo começou (Ranito, Hugo, Ricardo, Bruno e Pedro) com o jogo repartido, mas sempre sem grandes ocasiões de golo, apenas com alguns remates de longe. Ainda assim, os Regueifas igualaram a eliminatória num lance estranho em que a bola foi lançada por alto para a área e após a bola tocar no braço do atacante que disputou a bola com o Ranito, acabou por ser este a ter a infelicidade de tocar a bola de calcanhar para a sua própria baliza.
O jogo não se alterou e os Sex-Machine conseguiram, após a entrada do Emanuel, forçar algumas jogadas de perigo; numa delas, num cruzamento-rematedo Emanuel, o Hugo deixou passar a bola sem lhe tocar, enganando o guarda-redes e permitindo com que o Emanuel se estreasse a marcar na competição. Pouco depois, o Emanuel fez um bom passe para o Hugo que se escapou a um defesa e, com o Oscarino pronto no segundo poste, aproveitou para enganar o guarda-redes com um remate colocado ao primeiro poste. Estava dada a volta ao marcador e a eliminatória estava com dois golos "à maior".
A segunda parte começou com a pior parte da exibição dos visitantes que se deixaram dominar pelo adversário e algumas vezes viram o golo perto da sua baliza; golo que acabou por acontecer num remate em que a bola passou por baixo do pé do Ricardo e entrou ao primeiro poste sem grandes hipóteses para
o Ranito.
A pressão aumentava e era (hábil mas explicitamente) ajudada pelo árbitro caseiro; num lance junto à linha de fundo, aproveitou que o Emanuel se encostou a um adversário para marcar um penalty que só o mais clubista pediria; mas fez-se justiça com o Ranito a defender um remate violento aomeio da baliza. Numa altura em que o Emanuel deveria ser substituído, o Hugo insistiu com o Emanuel que acabou por sair de campo um pouco extemporaneamente, gritando com os colegas; se bem que a admoestação seria algo justa para o jogador,até porque não saiu pelo local correcto, nunca ninguém pensou que o árbitro pudesse mostrar o vermelho, mas nestas situações já tudo é de esperar, e overmelho saiu mesmo.
Todavia, com o Hugo a substituir o Gil (que tinha entrado bem em jogo e tinha estado à beira de marcar ao segundo poste no minuto anterior), os Sex-Machine defenderam-se bem (Ranito; Ricardo, Hugo e Bruno) e não permitiram golos nem lances de grande perigo nos dois minuto sem que estiveram com um jogador a menos. Após estes dois minutos, entrou o Pedro (em vez do retorno do Gil) e os Sex-Machine fizeram a melhor rotação de bola de todo o jogo, criando vários lances e defendendo bem sem dar hipóteses a que o adversário estivesse perto de marcar; a defender e a atacar, o Pedro revelou-se uma excelente aquisição, conseguindo bom entrosamento com o Hugo e Bruno, e tendo um bomcontrolo de bola e calma sob pressão (daí que a certa altura o Hugo tenha pedido ao Eduardo para não haverem mais substituições).
Mas o 2-3 chegou num lance em que o Hugo passou para o Pedro que rodou e passou para o Bruno, abrindo a defesa; com os três em posição de remate, foi o Bruno a marcar com um remate forte sem hipótese para o guarda-redes adversário, sentenciando a eliminatória.
Ficaram outros golos por marcar, quer num lance de remate ao poste do Hugo, quer noutros remates do Bruno, quer ainda num chapéu de antes do meio-campo do Pedro, que merecia esse prémio.
Ainda aconteceu o 3-3 num remate de longe em que o Ranito não viu a bolapartir, mas não haveria mais perigo junto à baliza visitante, esgotando-se o tempo lentamente (o cronómetro foi parado repetidas vezes nos últimos dois minutos) com o controlo da bola e da eliminatória para a equipa de Lisboa, mas com óptima réplica da equipa de Valongo, que mostrou qualidade para ir mais adiante nesta competição.
A terceira parte foi, como se esperava, espectacular... mais uma vez, o importante que este torneio oferece ficou em primeiro lugar: o convívio. Novos amigos fizemos e esperamos em breve podermo-nos reencontrar.
Obrigado, Regueifas !!!
Felicidades.

quarta-feira, abril 16

Sex-Machine 3 - 2 Regueifas (Valongo)

Os Sex-Machine deram um pequeno passo, bastante curto mesmo, no sentido de se apurarem para os quartos-de-final do XXX Torneio de Futebol Salão da CGD. A vitória magra espelha o que se passou em campo, com uma equipa organizada a defender (os Regueifas) e outra pouco organizada a atacar (os Sex-Machine).

O jogo começou (Tiago, Marco, Ricardo, Bruno e Hugo) com a equipa da casa a pressionarem os seus adversários de Valongo e a conseguirem algum perigo, que poderia ter dado golo em 2~3 ocasiões; o golo inaugural (0-1) saiu de um livre em que houve um toque para o lado e o remate surgiu sem oposição, dado que da barreira dos Sex-Machine não saiu quem o deveria ter feito. Pouco depois, numa reposição precipitada do guarda-redes visitante, surge o 1-1 por parte do Hugo, que roubou a bola e rematou colocado.

Num canto, surgiu o 1-2, mais uma vez com alguma confusão e liberdade dada defensivamente; mas o Bruno, em lance típico de remate cruzado, repôs a igualdade a 2 golos, resultado com que se atingiu o intervalo, não sem antes o Tiago fazer a defesa da tarde, evitando o golo que parecia certo, num desvio a um metro da baliza.

A segunda parte foi semelhante, algo cinzenta (o árbitro não ajudou, com uma porção de más decisões que prejudicaram ambas as equipas) e, num lance de reposição lateral em que os Regueifas não deram distância (nem os 5 metros nem 1 metro sequer) por mais insistência que se fizesse, a bola foi recuperada pela defesa, mas o Rodrigo insistiu, roubou-a de novo e permitiu um remate ao Marco que fez o 3-2 final.


Houve bolas ao poste, remates que o guarda-redes visitante defendeu por instinto, e muita virilidade (sempre com correcção) e um ou outro contra-ataque em que os Regueifas também causaram perigo, pelo que a eliminatória está completamente em aberto.

O convívio foi excelente e apenas peca por curto (apenas 3 horas de almoço!) dada a longa viagem que os colegas tinham de fazer rumo a casa.

domingo, abril 6

Capas Negras 5 - 2 Sex-Machine

Os Sex-Machine estiveram à beira da eliminação... a três minutos do fim, os Capas Negras estavam a vencer por 4-0 (eliminatória igualada após os 0-4 de Lisboa) e a controlar o jogo, mas num último fôlego, os Sex-Machine ainda conseguiram "salvar" a eliminatória.
O jogo começou (Tiago, Marco, Emanuel, Bruno e Ranito) com os Capas Negras aexercerem pressão num campo de boas dimensões e algo escorregadio, o que foia proveitado pela equipa da casa, mais conhecedora e habituada. No início do segundo minuto de jogo, após uma perda de bola e subsequente entrada "à queima", surgiu o 1-0 e ao sétimo minuto, metade da desvantagem da equipa dacasa estava recuperada, em mais outro erro defensivo.
Com a entrada do Ricardo e do Hugo, o jogo tornou-se mais monótono e calculado, e os Sex-Machine deram um ar da sua graça, tendo uma primeira ocasião de golo, muito pouco para o que "prometeram" há uma semana.
O intervalo chegou ainda com algum ascendente da equipa da casa mas sem o perigo que já tinham criado e pensou-se que o pior já teria passado para os Sex-Machine; puro engano.
O segundo tempo trouxe, ao quinto minuto, o terceiro golo dos Capas Negras (erro de marcação) e ao décimo minuto o 4-0, resultado idêntico ao de Lisboa. Pode-se adiantar que esta vantagem era justa e que só nesta altura os Sex-Machine conseguiram esboçar uma reacção, tardia, feliz, mas bem trabalhada, porque o não "baixar de braços" deu origem a dois golos que viriam a garantir o apuramento.
A dois minutos do fim, o Hugo progrediu pela zona central na direcção do Bruno (que estava a pivot a fixar um defesa) e, com o seu adversário directo a marcar "em cima", conseguiu fintá-lo pela direita e reduzir para 4-1, rematando à saída do guarda-redes para a baliza. No minuto seguinte, num livre descaído pela esquerda, o Ranito colocou-se dentro da baliza enquantoo Hugo se preparava para marcar o livre; dando indicações ao Bruno para se posicionar para o remate, a situação proporcionou-se para que o Ranito saísse da baliza e aparecesse sem qualquer marcação ao segundo poste...assistência do Hugo, golo do Ranito e eliminatória resolvida com o 4-2.
Os Capas Negras ainda "se atiraram" para o ataque à procura dos dois golos que agora lhes faltavam, mas apenas marcaram um no pouco tempo (e descontos) que restava, em recarga a remate de longe, desta vez com um defesa a deixar o seu adversário à vontade junto ao poste. Estava feito o 5-2 final, com uma boa arbitragem (sem ser tendenciosa, como às vezes acontece nestas deslocações), sem cartões e com um ou outro erro pontual, que não teve influência qualquer no resultado; a vitória no jogo foi justa para os Capas N egras, que não mereciam ser eliminados (total: 5-6) nesta fase doCampeonato Regional.
A terceira parte foi espectacular, bastante melhor que a de Lisboa (vitória folgada para os Capas Negras, portanto) num pequeno e acolhedor restaurante perto da Sé Velha, onde se comeu e bebeu muito bem (em qualidade e quantidade) e o convívio foi excelente.
Sem dúvida que fizemos amigos nesta eliminatória e, neste capítulo, todos saímos vencedores.
Obrigado, Capas Negras !!!
Felicidades.

terça-feira, abril 1

Sex-Machine 4 - 0 Capas Negras (Coimbra)

Numa eliminatória que se adivinha complicada, os Sex-Machine procuraram não cometer os mesmos erros do passado; dessa forma, após o mau final de primeira parte em Almodôvar, houve alterações no 5 inicial (ficando o Hugo de fora) de modo a que a rotação de jogadores permita ter em campo um 5 equilibrado em todas as alturas.

O jogo começou com o estudo entre as equipas; uns Capas Negras com boa circulação de bola e entrosamento e uns Sex-Machine (inicialmente com o Tiago, Marco, Ricardo, Bruno e Ranito) com energia, movimentação e maior pendor ofensivo. Os primeiros 8 minutos poucos lances de verdadeiro perigo trouxeram e só após essa altura é que surgiram 3~4 lances em que os Sex-Machine poderiam ter marcado, por intermédio do Marco, Ranito, Bruno e Hugo; os Capas Negras também tiveram 1~2 lances perigosos mas o 0-0 ao intervalo reflectia o que se passara até então.

O início de segunda parte mostrou uns Sex-Machine mais agressivos ofensivamente e, ao cabo de alguns minutos, surgiu o sempre importante 1-0 a papel químico do primeiro golo da primeira eliminatória; o Hugo leva a bola pelo centro, descai para a esquerda e o Ricardo passa nas suas costas levando um defesa, momento no qual o Hugo flecte para o centro e remata colocado de pé direito sem hipóteses para o guarda-redes adversário.

Num jogo em que houve alguma virilidade que não violência, ambas as equipas chegaram rapidamente às 4 faltas, mas foram os Capas Negras a fazerem primeiro as quinta e sexta faltas; nessa situação, aproveitou o Bruno para transformar um livre de 10 metros no 2-0, que dava alguma justiça ao resultado. Os Sex-Machine mantiveram um ritmo alto com a rotação de jogadores a incluir ainda o Pedro, o Emanuel e o Oscarino - todos os jogadores de campo (o Eduardo ficou a orientar a equipa) - exceptuando o Gil (ainda a recuperar de doença, mas presente e equipado) e o Rodrigo (ausência de última hora).

O momento fulcral do jogo surge pouco depois, num lance bem conduzido pelo Marco que rematou de pé esquerdo e, beneficiando de um ressalto, consegue o 3-0 sem que o guarda-redes adversário tivesse hipóteses para se opor; foi fulcral porque os Capas Negras tiveram de procurar o golo (sendo que uma desvantagem de 1 ou 2 golos seriam algo “aceitáveis” neste jogo) e assim se abriram para tentar minorar o “estrago”, criando mais perigo – é verdade – mas permitindo lances vários em que os Sex-Machine poderiam ter aumentado a diferença no marcador.

Mas o 4-0 ainda aconteceu, num lance típico do Bruno que, com um remate muito forte e colocado, fechou o marcador. O outro momento decisivo aconteceu a segundos do fim, quando o Tiago (visivelmente diminuído por uma lesão no ombro) defendeu um livre de 10 metros garantindo uma viagem a Coimbra com uma vantagem de 4 golos que, não sendo decisiva, é importante para a continuação na competição.

A “terceira parte” ocorreu de forma normal (não vamos revelar pormenores!) na Marisqueira Roma, onde tivemos oportunidade de conviver com os nossos colegas da zona de Coimbra, desfrutando de um bom repasto e muito bom ambiente, que esperamos se repita na segunda mão desta eliminatória, independentemente do resultado dentro de campo.