Ai Que Doi 3 - 5 Sex-Machine
Começou o XXX Campeonato Nacional de FutSal; para os “Sex-Machine”, uma viagem a Almodôvar para defrontar os Ai-Que-Dói, equipa que incluí alguns colegas do Baixo Alentejo e Algarve, bem como um filho de um colega que empresta alguma energia a uma equipa com uma média de idade já elevada.
Os “Sex-Machine”, que contam neste torneio com o regresso do Emanuel à equipa e apresentaram-se com a contratação para a época 2008/09 (Tiago Melão, ainda apenas com funções na Mesa mas já presente no convívio da equipa), jogaram com demasiada confiança na primeira parte e sofreram desnecessariamente, mas terão aprendido uma lição importante nesta fase, que se espera venha a dar frutos, evitando dissabores no futuro.
O primeiro golo dos visitantes surgiu, após alguns lances de perigo, num lance em que o Hugo recebeu a bola na esquerda, esperou pelo Bruno que passou nas suas costas e levou consigo um defesa, e puxou-a para o seu pé direito fazendo o 0-1 com um remate colocado; estava feito o mais difícil; mas, a partir daqui, houve uma rotação desequilibrada de jogadores (detalhe muito bem falado pelo Ranito ao intervalo – e depois corrigido) que gerou alguma dificuldade na circulação de bola e entrosamento, o que pode explicar o mau final de primeira parte da equipa.
Assim, ainda na primeira parte, dois lances de displicência permitiram o volte-face da equipa da casa; primeiro, um passe falhado do Gil colocou a bola no adversário que rapidamente se isolou e colocou a bola sobre o Tiago ao segundo poste, sem hipóteses para este; pouco depois, o Rodrigo sofreu uma falta junto ao meio-campo em que a bola acabou por passar a linha lateral; mas com as típicas arbitragens “caseiras”, nada foi assinalado e, perante a incredulidade do Rodrigo, o adversário seguiu isolado e fez um golo a papel-químico do primeiro; um 2-1 inesperado mas justo ao intervalo, por tudo o que os “Sex-Machine” não fizeram e deixaram fazer.
A segunda parte começou com outra atitude da equipa e o perigo passou a estar em permanência junto da baliza da equipa da casa; o 2-2 surgiu num lance individual do Hugo, que fez uma rotação sobre si próprio junto à linha lateral do lado direito e levou a bola até à saída do guarda-redes, batendo-o com um remate forte.
A partir desta altura, surgiu a maior sequência de “decisões caseiras”, em vários lances onde foi feita vista grossa a uma quantidade de faltas e alguma desnecessária agressividade da equipa da casa; um penalty claro sobre o Hugo (agarrado pela camisola e empurrado pelo pescoço), uma falta violenta por demais evidente sobre o Bruno (rasteirado e empurrado no mesmo lance à entrada da área) e ainda uma placagem escandalosa ao Gil (queda desamparada a meio-campo) são os melhores exemplos. Quase sempre, foi um colega “redondinho” quem protagonizou os lances, mostrando pouca arte para o futebol mas maior interesse noutras modalidades onde o objectivo é o contacto corporal... jogador que acabou o jogo com 1 falta apenas averbada; anedótico e sintomático.
Mas ainda assim, surgiu pouco depois o 2-3, num lance de envolvência onde Ricardo, Emanuel e Bruno construíram para a concretização simples e eficaz do Ranito ao segundo poste. Mas o empate tornou a acontecer num lance em que o Ricardo foi ultrapassado no 1-para-1 pelo mesmo adversário que tinha marcado os dois primeiros golos e o Tiago foi batido exactamente do mesmo modo, remate colocado e cruzado, sem grandes hipóteses.
A igualdade durou pouco tempo porque o Hugo em novo lance individual fugiu a dois adversários pela zona central e rematou colocado fazendo o seu hat-trick a meio da segunda parte: 3-4. Ficaram ainda alguns golos por marcar, dado que a segunda parte foi levada com outra seriedade e atitude, razão pela qual o adversário (árbitro incluído) teve de tomar esta atitude pouco prestigiante para o torneio e Grupo CGD que representamos.
Mas como o crime não compensa, o 3-5 apareceu num lance em que o Bruno marcou um livre à figura do guarda-redes, que “deu um pato” deixando passar a bola por baixo do corpo e entre os braços, castigando a equipa da casa e dando mais verdade ao resultado.
Após o jogo, os “Sex-Machine” não foram convidados para o habitual almoço-convívio e foi bastante triste encontrar os colegas já a almoçar num dos restaurantes da zona em que entrámos (O Sobreiro), que entretanto nos tinha sido recomendado por um simpático transeunte local; acabámos por redescobrir outro restaurante (O Forno), onde fomos bem acolhidos e muito bem servidos quer em termos gastronómicos quer em de hospitalidade.
Correu muito bem a viagem e as palavras-chave da deslocação são: walkie-talkie, Sassoeiros, municipal pavillion, boxers virados para trás, sandocha de chourição e Via Verde. Quem lá esteve, sabe porquê... “Carlão a capitão!” também, pois claro. Mas isso já é uma história antiga.
Os “Sex-Machine”, que contam neste torneio com o regresso do Emanuel à equipa e apresentaram-se com a contratação para a época 2008/09 (Tiago Melão, ainda apenas com funções na Mesa mas já presente no convívio da equipa), jogaram com demasiada confiança na primeira parte e sofreram desnecessariamente, mas terão aprendido uma lição importante nesta fase, que se espera venha a dar frutos, evitando dissabores no futuro.
O primeiro golo dos visitantes surgiu, após alguns lances de perigo, num lance em que o Hugo recebeu a bola na esquerda, esperou pelo Bruno que passou nas suas costas e levou consigo um defesa, e puxou-a para o seu pé direito fazendo o 0-1 com um remate colocado; estava feito o mais difícil; mas, a partir daqui, houve uma rotação desequilibrada de jogadores (detalhe muito bem falado pelo Ranito ao intervalo – e depois corrigido) que gerou alguma dificuldade na circulação de bola e entrosamento, o que pode explicar o mau final de primeira parte da equipa.
Assim, ainda na primeira parte, dois lances de displicência permitiram o volte-face da equipa da casa; primeiro, um passe falhado do Gil colocou a bola no adversário que rapidamente se isolou e colocou a bola sobre o Tiago ao segundo poste, sem hipóteses para este; pouco depois, o Rodrigo sofreu uma falta junto ao meio-campo em que a bola acabou por passar a linha lateral; mas com as típicas arbitragens “caseiras”, nada foi assinalado e, perante a incredulidade do Rodrigo, o adversário seguiu isolado e fez um golo a papel-químico do primeiro; um 2-1 inesperado mas justo ao intervalo, por tudo o que os “Sex-Machine” não fizeram e deixaram fazer.
A segunda parte começou com outra atitude da equipa e o perigo passou a estar em permanência junto da baliza da equipa da casa; o 2-2 surgiu num lance individual do Hugo, que fez uma rotação sobre si próprio junto à linha lateral do lado direito e levou a bola até à saída do guarda-redes, batendo-o com um remate forte.
A partir desta altura, surgiu a maior sequência de “decisões caseiras”, em vários lances onde foi feita vista grossa a uma quantidade de faltas e alguma desnecessária agressividade da equipa da casa; um penalty claro sobre o Hugo (agarrado pela camisola e empurrado pelo pescoço), uma falta violenta por demais evidente sobre o Bruno (rasteirado e empurrado no mesmo lance à entrada da área) e ainda uma placagem escandalosa ao Gil (queda desamparada a meio-campo) são os melhores exemplos. Quase sempre, foi um colega “redondinho” quem protagonizou os lances, mostrando pouca arte para o futebol mas maior interesse noutras modalidades onde o objectivo é o contacto corporal... jogador que acabou o jogo com 1 falta apenas averbada; anedótico e sintomático.
Mas ainda assim, surgiu pouco depois o 2-3, num lance de envolvência onde Ricardo, Emanuel e Bruno construíram para a concretização simples e eficaz do Ranito ao segundo poste. Mas o empate tornou a acontecer num lance em que o Ricardo foi ultrapassado no 1-para-1 pelo mesmo adversário que tinha marcado os dois primeiros golos e o Tiago foi batido exactamente do mesmo modo, remate colocado e cruzado, sem grandes hipóteses.
A igualdade durou pouco tempo porque o Hugo em novo lance individual fugiu a dois adversários pela zona central e rematou colocado fazendo o seu hat-trick a meio da segunda parte: 3-4. Ficaram ainda alguns golos por marcar, dado que a segunda parte foi levada com outra seriedade e atitude, razão pela qual o adversário (árbitro incluído) teve de tomar esta atitude pouco prestigiante para o torneio e Grupo CGD que representamos.
Mas como o crime não compensa, o 3-5 apareceu num lance em que o Bruno marcou um livre à figura do guarda-redes, que “deu um pato” deixando passar a bola por baixo do corpo e entre os braços, castigando a equipa da casa e dando mais verdade ao resultado.
Após o jogo, os “Sex-Machine” não foram convidados para o habitual almoço-convívio e foi bastante triste encontrar os colegas já a almoçar num dos restaurantes da zona em que entrámos (O Sobreiro), que entretanto nos tinha sido recomendado por um simpático transeunte local; acabámos por redescobrir outro restaurante (O Forno), onde fomos bem acolhidos e muito bem servidos quer em termos gastronómicos quer em de hospitalidade.
Correu muito bem a viagem e as palavras-chave da deslocação são: walkie-talkie, Sassoeiros, municipal pavillion, boxers virados para trás, sandocha de chourição e Via Verde. Quem lá esteve, sabe porquê... “Carlão a capitão!” também, pois claro. Mas isso já é uma história antiga.
