segunda-feira, janeiro 28

Sex-Machine 4 - 2 Ratolas

O jogo deste fim-de-semana provou que os Sex-Machine estão no bom caminho, apesar de ainda não serem uma equipa 100% consistente e entrosada; o adversário estava imediatamente acima na classificação e vinha de uma vitória sobre os Pardais (3-1), o que indiciava dificuldades.

Como vem sendo habitual, desde o início (Tiago, Marco, Gil, Hugo e Ranito) que os Sex-Machine fizeram as despesas do jogo, apertando o adversário que via o perigo rondar a sua baliza; o primeiro golo estava próximo e surgiu numa reposição lateral em que o Hugo recebeu do Marco e chutou forte ao primeiro poste fazendo o 1-0.

A equipa foi rodando e as ocasiões foram-se sucedendo mas, contra a corrente do jogo, num lance em que o Marco procurava pressionar um defesa adversário, surge um passe a rasgar a defesa e, apesar da tentativa de ajuda do Ricardo, o jogador adversário apareceu isolado e bateu o Tiago, fazendo a igualdade. Até ao intervalo, tiveram o Rodrigo, o Ranito e o Oscarino situações para nova vantagem, mas os Ratolas souberam defender-se bem e segurar o resultado.

No início da segunda parte, de novo com a equipa que tinha iniciado o jogo, surgiu o 2-1, num lance em que o Marcou se antecipou bem a um adversário, progrediu pela esquerda e fez um remate alto ao primeiro poste com algumas culpas para o guarda-redes adversário. Foi num lance duvidoso que os Ratolas voltaram a empatar; um penalty por “tackle deslizante” marcado ao Ricardo (coitado, não tem culpa de ter mais de 1m90 e conseguir chegar a bolas que os outros não conseguem) mas que foi muito bem transformado, apesar do Tiago ter adivinhado o lado.

Mas a igualdade não durou um minuto; no lance seguinte, a bola foi colocada no Ranito que a pivot fez uma boa rotação e rematou forte, entrando a bola no primeiro poste após bater num defesa e trair o guarda-redes; os Sex-Machine não descansaram e foram à procura de mais golos, que poderiam ter surgido num lance individual do Hugo com passe para o Ricardo que foi cortado in extremis, noutro lance em que o Rodrigo fez pressão e roubou a bola ao último adversário, num livre frontal e, já após o 4-2, num lance em que o Hugo iniciou um lance de contra-ataque e passou para o Rodrigo, fazendo este uma assistência para o Gil que falhou a um metro da baliza.


O 4-2 tinha surgido num lance em que o Hugo se desembaraçou de um defesa pelo lado direito e à saída do guarda-redes rematou para o golo, sendo a bola tocada ainda por um defesa que queria evitar o golo mas só acabou por confirmá-lo. Depois disto, os Ratolas jogaram com guarda-redes avançado, mas o maior perigo foi feito pelos Sex-Machine que em 4~5 recuperações de bola, nunca conseguiram marcar na baliza deserta.

Vitória justa e boa réplica dos Ratolas.

segunda-feira, janeiro 21

Condores 1 - 4 Sex-Machine

Na sequência do que vem acontecido nesta época de reestruturação, os Sex-Machine fizeram um jogo melhor do ponto de vista defensivo (boa pressão em campo inteiro, concessão de poucos espaços, nenhuma ocasião em que o adversário esteve isolado ou em vantagem para marcar) do que ofensivo (falta de apoio ao pivot, pouco entrosamento entre sectores).

Desde o início (Tiago, Marco, Gil, Hugo e Ranito) que os Sex-Machine pressionaram o adversário que sucessivas vezes perdeu a bola em tentativas de passe para o seu pivot; mas os Sex-Machine poucos lances de verdadeiro perigo criavam apesar de terem muita posse de bola e sem que algum dos jogadores estivesse em sub-rendimento. Por isso, antes do intervalo, o marcador só funcionou uma vez, num lance em que o Hugo recebeu a bola na linha de meio-campo e, após fintar dois adversários, conseguiu picar a bola sobre o guarda-redes adversário, fazendo o sempre importante 1-0.

Alguma insistência na procura do segundo golo originou um ou outro lance em que o segundo golo poderia ter surgido, já com o Ricardo, Rodrigo e Oscarino em campo, mas tal não sucedeu. Entretanto, o Tiago continuou a ser um espectador do jogo e a limitar-se a fazer reposições de baliza.


A segunda parte começou com a mesma equipa e novamente com os Sex-Machine na ofensiva; foi num lance que surge de um passe a rasgar a defesa adversária que o Rodrigo marcou um golo de raiva, rematando cruzado à saída do guarda-redes adversário, dando alguma tranquilidade à equipa.

A rotação de jogadores continuou e já de novo com o Hugo e o Marco em campo surge o 3-0, num lance em que estes pressionaram o último defesa adversário, conseguindo o Hugo ficar com a bola e, já de ângulo apertado, fazê-la passar entre o poste e o guarda-redes, o que resultou num golo de difícil execução.

Os Sex-Machine continuaram a criar lances de golo (agora mais frequentemente que na primeira parte) mas alguma precipitação na hora de rematar e uma colecção de boas defesas do Sérgio (guarda-redes adversário) evitaram que o Ranito, Ricardo, Oscarino e Gil marcassem. Entretanto, os Condores conseguiram o seu tento de honra, num belo remate de longe do Idalécio, que levou a bola a entrar no ângulo da baliza do Tiago, que pouco ou nada poderia ter feito; 3-1.

Já perto do final, numa jogada individual do Hugo, apareceu o 4-1 final pelo Oscarino que recebeu o passe deste e fez um golo de belo efeito de calcanhar, repondo a diferença no marcador. Vitória justa e sem problemas ou sobressaltos de maior, embora haja novamente a realçar algumas dificuldades no jogo ofensivo de 4-para-4. Algo para corrigir/melhorar.

segunda-feira, janeiro 14

Artistas 1 - 2 Sex-Machine

Depois de uma semana atribulada, os Sex-Machine entraram em campo com o pensamento de que não se pode continuar a ter vitórias morais e apenas “quase” ganhar. Talvez por isso, o jogo tenha sido mais pragmático e, consequentemente, pouco vistoso e sem riscos corridos.

O jogo começou (Tiago, Ricardo, Gil, Hugo e Ranito) equilibrado e quase sempre em 4-para-4, sem que houvessem desequilíbrios; houve um lance em que o Hugo se desembaraçou de um defesa e fez um remate de pé direito que não deu golo, mas o mesmo jogador teve duas perdidas de bola em zonas perigosas que acabaram por não dar grande oportunidade ao adversário pela boa colocação da equipa em campo (no intervalo ficou-se a saber que ele tinha uma lesão no pé direito e a sua mobilidade/velocidade estavam afectadas). Sem grandes lances de golo, tirando um outro remate de longe a tentar aproveitar o adiantamento do Tiago (defesa para canto), chegou-se ao intervalo.

A segunda parte começou com a mesma equipa que acabara a primeira (Tiago, Ricardo, Gil, Ranito e Pedro) e o jogo mudou pelo golo inesperado dos Artistas, num remate de longe em que o Tiago não se conseguiu opor. Ficava no ar a ideia de que nova derrota poderia acontecer.

Os Sex-Machine não perderam a cabeça (embora, pela atitude do Parente na bancada oposta, tal pudesse parecer) e fazendo a rotação de jogadores, foram entrando o Oscarino (pelo Ranito), Marco (pelo Gil), o Hugo (pelo Pedro) e o Rodrigo (pelo Oscarino). E foi nesta altura que, subindo a pressão para o meio campo adversário, surgiram as melhores oportunidades; o Rodrigo esteve bem a roubar a bola 2~3 vezes (tem ainda de ter algum cuidado para não fazer tantas faltas) e os Sex-Machines tiveram aí hipóteses de empatar. Mas o golo só apareceu num lance de 4-para-4, com o Hugo a receber do Marco, a fazer uma finta em rotação junto à linha de fundo e a colocar para o Rodrigo que empurrou para a igualdade; 1-1.

Os Sex-Machine continuaram a carregar e a criar lances de golo (por exemplo, um grande passe do Ricardo por cima da defesa que o Hugo recebeu no ar e rematou por cima e um roubo de bola do Rodrigo que, isolado, não conseguiu contornar o guarda-redes, atirando ao lado); após uma arbitragem muito fraca que prejudicou ambas as equipas ao longo de todo o jogo, surgiu no minuto final um livre de 10 metros para os Sex-Machine que o Marco (após grandes incentivos dos colegas) aproveitou para fazer o que tinha feito na semana passada… marcar, desta vez para garantir a vitória por 2-1.

O jogo acabou logo a seguir, bem disputado pelos Artistas e Sex-Machine, com vitória justa mas onde o empate também se aceitaria. Os jogadores saíram em conversa amena de campo, felicitando-se pelo bom jogo e lamentando-se de parte a parte pelas sucessivas falhas de arbitragem que não ajudaram em nada; apesar da virilidade e agressividade postas em campo e resultado incerto, não houve picardias nem mau comportamento dos jogadores, isso também prova de fair-play.

quarta-feira, janeiro 9

Tártaros 5 - 4 Sex-Machine

A tradição manteve-se e não conseguimos derrotar esta equipa que conhecemos tão e que só nos marca de contra-ataque. Como em outros anos, fizemos as despesas do jogo, atacámos em 4-para-4 (e 5-para-4 várias vezes) e ficaram golos demais por marcar; mesmo sofrendo 5 golos, poderíamos ter vencido confortavelmente.

Até houve boas notícias na sexta-feira: conseguimos regularizar a situação do Ricardo e fazê-lo voltar à equipa, regresso que se saúda.

O jogo começou (Tiago, Eduardo, Marco, Oscarino e Ranito) com cautelas de parte a parte, mas cerca dos 8 minutos os Tártaros adiantaram-se num lance de contra-ataque, modo pelo qual chegaram também ao 2-0. A meio da primeira parte, o Hugo entrou e em entendimento com o Ranito e mais tarde com o Oscarino, criaram-se 4~5 lances em que o golo só não aconteceu por acaso. No final da primeira parte, surge o 3-0 novamente contra a corrente do jogo.
Mas se tivemos alguma sorte neste lance, não o\ntivemos mais até ao fim; logo após o 3-2 tentámos pedir desconto de tempo para\nrecuperar energia e atacarmos um jogo que estava de novo ao nosso alcance;\ninfelizmente, a bola não saiu de campo com posse para os Sex-Machine durante 5\nminutos e num lance de contra-ataque adversário em que tínhamos a situação bem\ndefendida (2-para-2) surge o 4-2 num auto-golo do Ranito.De novo em ataque continuado, surge o 4-3 pelo\nOscarino e sofre-se o 5-3 de contra-ataque; sempre em ataque e muitas vezes com\no Tiago no meio-campo adversário, forçamos lances de perigo que originaram n faltas e dois livres de 10 metros; o primeiro falhado completamente pelo Hugo e no segundo exemplarmente marcado pelo Marco, mas já a um minuto do fim.
Mas sentia-se que o jogo não estava acabado, dada a superioridade em jogo de 4-para-4. Num bom lance do Ricardo pela direita surgiu um cruzamento em balão para um bom golo do Hugo em remate forte sem que a bola caísse no chão; passados 2 minutos, golo do Ranito na posição de ‘pivot’ a rematar e a beneficiar de um ressalto que traiu o guarda-redes adversário.

Mas se tivemos alguma sorte neste lance, não o tivemos mais até ao fim; logo após o 3-2 tentámos pedir desconto de tempo para recuperar energia e atacarmos um jogo que estava de novo ao nosso alcance; infelizmente, a bola não saiu de campo com posse para os Sex-Machine durante 5 minutos e num lance de contra-ataque adversário em que tínhamos a situação bem defendida (2-para-2) surge o 4-2 num auto-golo do Ranito.

De novo em ataque continuado, surge o 4-3 pelo Oscarino e sofre-se o 5-3 de contra-ataque; sempre em ataque e muitas vezes com o Tiago no meio-campo adversário, forçamos lances de perigo que originaram faltas e dois livres de 10 metros; o primeiro falhado completamente pelo Hugo e o segundo exemplarmente marcado pelo Marco, mas já a um minuto do fim.

Acabou o jogo com os Sex-Machine ao ataque, mas sem recompensa.”