segunda-feira, janeiro 22

Sex-Machine 2 - 5 Tártaros

Os actuais campeões não se portaram como tal. Poder-se-ia resumir com esta frase o jogo contra os Tártaros.

Falta de atitude e (mais grave) falta de respeito para com os colegas fizeram dos «Sex-Machine» uma presa fácil para uma equipa mediana que marcou a seu bel-prazer os golos que lhe garantiram uma vitória justa.

Após o primeiro golo, vários jogadores terão pensado que o campeonato já não tem objectivos competitivos e por isso não valerá a pena correr, defender… o que prejudica o prestígio da equipa e a atitude de quem dá sempre o máximo. Fica ainda a pergunta: será que foi isso que aconteceu nos últimos três jogos onde se deitaram fora 5 pontos ?

Se calhar, faria bem observarmos o nosso amigo (e ex-jogador dos «Sex-Machine») Eduardo Matos no jogo que precedeu o nosso; mesmo jogando a primeira parte com um jogador a menos e a segunda sem suplentes, a atitude esteve sempre lá… e assim apareceu um golo espectacular na segunda parte e ainda um brilhante remate ao poste… a derrota pesada da sua equipa foi um pormenor e os sucessivos parabéns que lhe foram dados aquando da sua saída de campo é que ficam na memória.

Em contraste, a saída dos «Sex-Machine» foi em silêncio.

terça-feira, janeiro 16

Ratolas 3 - 3 Sex-Machine

Este jogo contra os Ratolas pode ser considerado (infelizmente, mais uma vez) como o estereótipo do que tem sido a época dos Sex-Machines.

Superioridade constante, vantagem no marcador, boa adaptação a adversidades (plantel limitado)… desconcentração e pouco rigor defensivo, principalmente no final do jogo.

Golos marcados: conseguidos.
Golos sofridos: oferecidos.

A história do jogo resume-se aos golos marcados e aos desperdiçados (três bolas ao poste) que, apesar das falhas defensivas, podiam ter dado uma vitória tranquila. Aproveitaram-se bem os Ratolas e marcaram em três das quatro ocasiões que tiveram.

Foi novamente o Bruno a inaugurar o marcador e a repor a vantagem após a igualdade de 1-1. Na segunda parte, com o Gil a jogar a ala e o Rodrigo a pivot, surgiu o 3-1 com o Gil a entrar bem e a marcar, mas o golo também poderia ter sido do Rodrigo que estava sobre o risco pronto para marcar.

O Ranito e o Rodrigo jogaram a pivot e o Gil alternou entre o pivot e a ala. Com o Ricardo e o Marco a controlarem a defesa e o Bruno a fazer a transição, com menos de 5 minutos para jogar, parecia um jogo controlado.

Até acontecer o costume. Resultado: 3-3.

segunda-feira, janeiro 8

Sex-Machine 3 - 4 Pardais

Os Sex-Machines terão este fim-de-semana acabado com as suas pretensões de revalidação do título de campeões. Após uma sequência de bons resultados (três vitórias com apenas um golo sofrido), os erros do costume deitaram a perder um jogo que esteve perfeitamente ao alcance em várias fases.

Após saber da vitória dos Futebolistas (actuais líderes invictos) sobre os Educadores, os Sex-Machines entraram em campo para ganhar; do outro lado, uma equipa com experiência e que só joga pela certa, mas que está a meio da tabela. E foi assim que surgiu o 0-1… uma vez mais, na ânsia de cortar a bola, um jogador fez-se “à queima”, provocando uma situação de 3-para-2 que foi bem aproveitada.

Após uma cabeçada do Marco ao poste a passe directo do Tiago, os Sex-Machines tiveram o seu melhor período, igualando num livre por intermédio do Ricardo e fazendo o 2-1 numa jogada típica do Bruno que fez um bom remate. Houve várias ocasiões para o 3-1, mas esse golo nunca apareceu.

No início da segunda parte, o Zé Português foi expulso (segundo amarelo) por palavras, mas os Sex-Machines souberam defender em inferioridade numérica com o Marco, Ricardo e Rodrigo a serem rápidos e inteligentes no posicionamento, não permitindo sequer um lance de verdadeiro perigo e ganhando até um canto.

Mas, logo a seguir, numa jogada em que o nosso guarda-redes alertou várias vezes para um erro de marcação no corredor central, tornámos a falhar defensivamente e permitir um remate frontal sem estar em inferioridade; e ainda mal recompostos de nova igualdade, sofremos mais um golo em que andámos a “correr atrás da bola” em vez de fazer um posicionamento normal e eficaz de “homem-a-homem”. No minuto a seguir a este 2-3, o Bruno tornou a marcar, fazendo o 3-3, com um forte remate que teve a colaboração do guarda-redes adversário.

Parecia que, apesar do jogo inconstante, os Sex-Machines ainda iriam conseguir vencer, mas mais uma vez a defesa não esteve à altura, permitindo a três minutos do fim que, após uma perda de bola, o adversário marcasse um golo de cabeça sobre o nosso risco de baliza.

Pelo jogo jogado, os Sex-Machines podiam ter feito um jogo tranquilo e vencido sem problemas, mas alguma inobjectividade e grande desconcentração defensiva deitaram tudo a perder.
Mas assim, foi uma vitória que os Pardais mereceram, por terem sido mais realistas.