domingo, fevereiro 15

Sex Machine 0–1 Pardais

À 11ª jornada aconteceu o único jogo em que consideramos que a arbitragem tomou o papel principal, pela negativa, no Torneio Regional: o golo que decidiu o jogo resultou de um lance em que a bola esteve fora de campo e em que o árbitro, por seu recreio (para não dizer algo mais grave) deixou jogar.

O jogo começou (Tiago, Hugo, Marco, Bruno e Ranito) com maior pendor ofensivo dos Sex Machine que depressa começaram a criar lances de golo, embora os Pardais tenham dado boa réplica, sem fazerem grande perigo.

O primeiro lance de “golo feito” aconteceu numa boa triangulação que colocou o Ranito isolado à frente da baliza, mas este, admirado com tamanha facilidade, acabou por atirar ao lado. O Hugo esteve também à beira de marcar num remate cruzado de fora da área à quina do poste, com o guarda-redes adversário “de gatas” a olhar, impotente, para a bola que, caprichosamente voltou ao mesmo jogador que acabou por rematar, desta vez de pé direito, ao lado, ainda com o guarda-redes “a ver bonés”.

A segunda parte não trouxe grandes diferenças nem surpresas, até ao momento do golo. O Rodrigo tenta fintar um adversário pela direito (a 2 metros do árbitro) e há um corte para fora; como é natural, o adversário ainda a chutou para a frente, tendo o árbitro a levar o apito à boca… mas quando todos esperavam pelo apito (Pardais incluídos), o árbitro deixou seguir com um jogador dos Pardais isolado; o Tiago saiu-se bem, chutou a bola que foi violentamente de encontro a um adversário que estava a meio campo, mas que teve a oportunidade de sair em “2-para-0”, dado que os outros 7 jogadores estavam estáticos perante a incrível decisão arbitral. Era o 0-1 que perduraria até final.

Os Sex Machine perdiam o segundo lugar no Torneio (algo para rectificar já para a semana) numa decisão vergonhosa e num jogo em que a verdade desportiva ficou no apito (mudo) de quem o dirigiu.

quarta-feira, fevereiro 11

Sex Machine 2 – 0 Futebolistas

A meio da semana, acertou-se calendário com os Futebolistas, num dos mais calmos e calculistas jogos dos últimos tempos. Com as equipas a arriscarem pouco e as defesas a sobreporem-se aos ataques, ficou rapidamente claro que resultados como o 6-7 de há dois anos não iriam acontecer.

O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Ranito) e logo no primeiro lance do jogo poderia ter acontecido o 0-1 para os Futebolistas, num lance de falha de marcação ao pivot; em 2~3 lances, os Sex Machine também poderiam ter aberto o activo, o que veio a acontecer num lance típico do Ricardo, que “bailou” à frente de um defesa, passando a bola por entre as pernas e fazendo um remate cruzado para o 1-0.

Os Futebolistas foram à procura do empate mas, num lance em que o Pedro pressionou o último defesa, surgiu o 2-0… o Pedro conseguiu mesmo roubar a bola e seguir isolado, picando a bola (que, como habitualmente, ainda tocou no primeiro poste) para fazer o segundo golo.

A segunda parte teve pouca história, já que os Futebolistas pressionaram um pouco mais, mas apenas 1~2 vezes com perigo; os Sex Machine foram pouco agressivos no ataque e contra-ataque e apenas mantiveram o resultado que lhes convinha, mas com uma exibição bastante cinzenta.

Os Sex Machine jogaram este jogo sob protesto, já que inexplicavelmente, os castigos disciplinares não foram aplicados por ordem cronológica (como acontece em todas as competições conhecidas) mas sim por ordem de jornada, criando uma “dupla penalização” para a Jornada 11 e uma “total despenalização” para a Jornada 10, que já havia decorrido).

domingo, fevereiro 8

Educadores 2-0 Sex Machine

A liderança fugiu aos Sex Machine à 10ª Jornada, no jogo decisivo da época. Foi um jogo de poucos lances de golo, sem predominância de nenhuma equipa sobre a outra e que, cedo se percebeu, ficaria decidido com o primeiro golo.

O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Hugo e Ranito) logo com um livre perigoso que o Hugo atirou em força para defesa apertada do guarda-redes adversário. Só perto do intervalo surgiu o primeiro lance de golo, num cruzamento do Ricardo em que o Rodrigo não conseguiu chegar por milímetros, na única vez em que alguém esteve frente a frente com o guarda-redes adversário.

No início da segunda parte, o Hugo esteve à beira de marcar num canto (ao segundo poste), mas a bola chegou-lhe ligeiramente atrasada e o lance acabou nas mãos do guarda-redes adversário. Os Educadores também criaram um ou outro lance de perigo (um remate de longe para boa defesa do Tiago e 2~3 lances em que o seu habitual raio de acção evitou que maior perigo acontecesse).

Pouco antes do meio da segunda parte, 0-1 surgiu numa perda de bola que proporcionou um contra-ataque de 1-para-1 e o consequente golo. Embora o cariz do jogo não se tenha alterado, a equipa em vantagem congelou bem a bola e deu poucas hipóteses para o empate. Viria a surgir o 0-2, num livre por atraso ao guarda-redes (o Tiago, como alguns colegas, não percebeu que a bola tinha sido considerada em jogo numa reposição lateral e agarrou-a inadvertidamente); no livre, a bola passou caprichosamente a barreira e “pingou” para dentro da baliza.

Num jogo de “tripla”, venceu quem teve a “estrelinha”, sendo que qualquer um dos três resultados possíveis se poderia considerar justo, dados os argumentos apresentados em campo.

domingo, fevereiro 1

Sex Machine – Futebolistas (adiado)

Num dia de chuva intensa e após dois jogos em que o piso do Pavilhão da Ajuda estava visivelmente molhado (jogaram-se dois jogos com panos no meio do campo), os Sex Machine preparavam-se o seu jogo com os “rivais” Futebolistas quando observaram o estado do campo e tomaram conhecimento de que tinham havido duas lesões graves nos jogos anteriores.

Estranha-se que não tenha partido da Secção o cancelamento dos jogos e que tenham de ter sido as equipas a pedir à Mesa o adiamento, dado os jogadores concordarem que não havia condições para a prática desportiva.

O jogo ficou adiado para data a marcar pela Secção.
Curiosamente, o jogo agendado para a seguir ao nosso também não se realizou.