Sex Machine 0–1 Pardais
À 11ª jornada aconteceu o único jogo em que consideramos que a arbitragem tomou o papel principal, pela negativa, no Torneio Regional: o golo que decidiu o jogo resultou de um lance em que a bola esteve fora de campo e em que o árbitro, por seu recreio (para não dizer algo mais grave) deixou jogar.
O jogo começou (Tiago, Hugo, Marco, Bruno e Ranito) com maior pendor ofensivo dos Sex Machine que depressa começaram a criar lances de golo, embora os Pardais tenham dado boa réplica, sem fazerem grande perigo.
O primeiro lance de “golo feito” aconteceu numa boa triangulação que colocou o Ranito isolado à frente da baliza, mas este, admirado com tamanha facilidade, acabou por atirar ao lado. O Hugo esteve também à beira de marcar num remate cruzado de fora da área à quina do poste, com o guarda-redes adversário “de gatas” a olhar, impotente, para a bola que, caprichosamente voltou ao mesmo jogador que acabou por rematar, desta vez de pé direito, ao lado, ainda com o guarda-redes “a ver bonés”.
A segunda parte não trouxe grandes diferenças nem surpresas, até ao momento do golo. O Rodrigo tenta fintar um adversário pela direito (a 2 metros do árbitro) e há um corte para fora; como é natural, o adversário ainda a chutou para a frente, tendo o árbitro a levar o apito à boca… mas quando todos esperavam pelo apito (Pardais incluídos), o árbitro deixou seguir com um jogador dos Pardais isolado; o Tiago saiu-se bem, chutou a bola que foi violentamente de encontro a um adversário que estava a meio campo, mas que teve a oportunidade de sair em “2-para-0”, dado que os outros 7 jogadores estavam estáticos perante a incrível decisão arbitral. Era o 0-1 que perduraria até final.
Os Sex Machine perdiam o segundo lugar no Torneio (algo para rectificar já para a semana) numa decisão vergonhosa e num jogo em que a verdade desportiva ficou no apito (mudo) de quem o dirigiu.
