domingo, janeiro 25

Sex Machine 4 – 2 Condores

Antes de entrar no “ciclo infernal”, os Sex Machine defrontaram uma das equipas que tem mostrado maior crescimento na presente época, os Condores.

O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Bruno e Ranito) com os SM a tomarem as rédeas do jogo, sendo com naturalidade que o Bruno fez o 1-0, à passagem dos 7 minutos. Em desvantagem, os Condores foram à procura do empate, mas não houve lances de grande perigo a assinalar até ao intervalo.

A segunda parte teve uns primeiros dez minutos calmos e uns últimos frenéticos. Os Sex Machine “mataram o jogo” com um golo do Pedro (roubo de bola e remate à saída do guarda-redes) e outro do Ranito (jogada de triangulação entre o Ricardo, Hugo e Ranito)… mas pouco depois “ressuscitaram-no de novo”, com duas perdas de bola em zonas proibidas que deram num livre (golo com a bola a passar no meio da barreira) e num golo em que o Tiago se viu perante dois adversários.

Mas, segurando o ímpeto do adversário, os Sex Machine voltaram a marcar, fixando o 4-2 final que fizeram por merecer.

domingo, janeiro 18

VFX 2-3 Sex Machine

Os Sex Machine mantiveram-se na liderança isolada do XXI Torneio Regional com uma vitória suada sobre os VFX, equipa que tem vindo a subir de qualidade nos últimos anos. Mas não foi fácil a nossa vitória, muito longe disso… pode dizer-se que a chave foi “não chorar sobre o leite derramado” !!!

O jogo começou (Tiago, Ricardo, Marco, Bruno e Ranito) com os SM acautelados com o alto ritmo que a equipa de Vila Franca (im)põe no jogo; mas, apesar do domínio consentido, as duas primeiras grandes ocasiões pertenceram aos Sex Machine, num remate cruzado do Ricardo e numa “bomba” à barra por parte do Bruno. O Tiago ia tendo algum trabalho, principalmente a resolver problemas com o seu habitual largo raio de acção.

Mas o 1-0 surgiu num lance pela direito em que o Ranito foi ultrapassado e a bola foi cruzada para o remate ao segundo poste; em vez de ficar a lamentar-se e desmoralizar, os Sex Machine chegaram ao empate no lance imediato: potente remate do Bruno e recarga do Ranito a fazer o 1-1, resultado que se mantinha ao intervalo, apesar de os Sex Machine terem tido mais três boas oportunidades, um remate cruzado do Hugo a passe do Ricardo, um lance em que o Marco e Hugo criaram espaço na direita mas o Bruno não rodou para o segundo poste e, principalmente, um livre de 10 metros que o Bruno não conseguiu transformar. Nota particular para o Marco, que ganhou sempre a batalha defensiva em antecipações sucessivas, tendo ganho 4~5 faltas na primeira parte (três delas logo nos primeiros minutos) e mais 3~4 na segunda.

A segunda parte não trouxe novidades a não ser uma pressão mais alta (presença do Rodrigo e Gil a isso ajudou) dos Sex Machine. Foi num lance desses em que o Rodrigo roubou a bola ao último defesa adversário (pareceu-nos em falta, embora o árbitro tenha mandado seguir) que poderia ter surgido o 1-2, mas o remate bateu com estrondo na barra, mantendo-se a igualdade; esta pressão obrigava o guarda-redes dos VFX a fazer repetidos lançamentos para o meio-campo adversário, onde o Ricardo facilmente resolvia as situações aéreas e num desses lances, o corte de cabeça encontrou o Bruno a meio do meio-campo adversário, local de onde saiu um “míssil teleguiado” para o 1-2 a favor dos Sex Machine.

Pensava-se que a vitória era um dado adquirido, dado que a defesa dos Sex Machine nunca permitiu que algum adversário se isolasse, pese embora um ou outro remate (de longe) com perigo, mas sempre controlados pela segurança do Tiago. Houve ainda um contra-ataque em que o passe do Rodrigo não chegou ao Gil que se isolava, um cartão vermelho para os VFX que os SM não souberam aproveitar para criar perigo em dois minutos de superioridade, mas foi o último minuto que trouxe emoção de sobra, já após um lance em que o Ricardo se lesionara e o adversário inexplicavelmente não devolvera a bola, atirada propositadamente para fora pelo mesmo.

Foi numa transição rápida que surgiu o 2-2, com o Marco (unanimemente considerado o melhor em campo) a deixar um adversário nas costas fazer o golo fácil, sem que o Tiago tivesse hipóteses de fazer algo. Mas, como aquando do 0-1, os Sex Machine não ficaram desmoralizados e, segundos após a reposição de meio-campo, após uma rápida tabelinha entre o Marco e o Hugo, a bola chegou a este último que se isolou pela esquerda e rematou forte para o golo da vitória, já a poucos segundos do fim… 2-3, vitória suada, festa dentro e fora de campo !... Os Sex Machine mantinham a liderança…

Boa arbitragem, com alguns erros de pormenor, em que apenas o lance do Rodrigo se pode considerar um erro grave que poderia ter tido influência no resultado.

Ao fim de sete jornadas, os Sex Machine continuam com 100% de vitórias, mas têm os Educadores do Chuto a um ponto. Tudo se mantém em aberto para um final de Torneio que se antevê emocionante.

domingo, janeiro 11

Sex Machine 7-2 Sex Machões

Esta acabou por ser uma jornada proveitosa para os Sex Machine que, apesar de terem feito uma das piores exibições de que há memória, chegaram à liderança isolada do XXXI Torneio Regional. No último jogo da jornada, os actuais campeões regionais (Futebolistas) e nacionais (Educadores) empataram a três num jogo emocionante (marcha do resultado: 1-0, 1-1, 1-2, 2-2, 3-2, 3-3). Mas o jogo grande era o altamente antecipado Machines vs Machões

O jogo começou (Catarino, Gil, Oscarino, Pedro e Ranito) com velocidade e alguma abertura de ambas as partes e o 1-0 poderia ter surgido para qualquer uma das equipas. Tardou alguns minutos até os Sex Machine, numa boa triangulação em transição ofensiva que o Pedro descobriu o Hugo na esquerda, tendo este assistido o Ranito; o 1-1 surgiu e foi o Zé Português a fazê-lo para os Sex Machões, numa recarga a um remate seu “à queima” que o Tiago defendera, ainda com o Gil a tentar, sobre o risco, evitá-lo. Sem conseguir “estrangular” um adversário que não tinha suplentes e ainda não conhecera resultados positivos, o resultado manteve-se empatado até ao intervalo, sendo completamente justo.

A segunda parte trouxe mais pressão mas ainda com pouco qualidade futebolística; o Hugo, em jogada individual assistiu o Ranito para o 2-1 e, só aí, os Sex Machine acalmaram e passaram a controlar o jogo por completo. Dois golos do Pedro, um do Rodrigo, outro do Oscarino e o completar do hat-trick do Ranito tiveram apenas resposta de mais um golo do Zé Português, num jogo que, para além do convívio e correcção, não deixou grandes saudades.

Boa arbitragem, com erros de pormenor, sem influência no resultado.

Nas próximas cinco jornadas, os Sex Machine defrontam VFX, Condores, Futebolistas, Educadores e Pardais, numa sequência que provará se têm fibra de campeões, apesar de serem ainda uma equipa em construção.