terça-feira, novembro 27

Educadores 5 - 2 Sex-Machine

Após o trágico acontecimento no Brasil e consequente adiamento do jogo com os Lendários, este foi o regresso da equipa (ainda sem o Tiago) ao campeonato; não veio este jogo na melhor altura, até porque devido a processos burocráticos, o Ricardo não pode jogar.

Foi feito um minuto de silêncio antes do início do jogo.

O jogo começou da pior maneira; após 2~3 minutos a tentar conseguir uma situação de ataque (100% de posse de bola), os Sex Machine fizeram um remate sem grande perigo; os Educadores fizeram na resposta o seu primeiro ataque e logo com sucesso; remate forte mas de longe que o Ranito (novo guarda-redes improvisado) não conseguiu agarrar, e recarga para o 1-0; passados três minutos, novo lance de ataque controlado dos Educadores e novo golo (2-0) em lance aparentemente inofensivo.

Ofensivamente, o Bruno e o Hugo procuram entrosamento que vai aparecendo a espaços mas ainda há pouca envolvência com quem defende; após uma tentativa de contra-ataque dos Educadores, bem cortada de cabeça pelo Marco, os Sex Machine atacaram em 4 para 3 e, abrindo a defesa, o Hugo fez um bom golo com um remate forte e colocado; parecia que iríamos para o intervalo com o 2-1, mas o mesmo Hugo teve uma decisão errada ao entrar a 30 segundos do intervalo para ajudar na marcação de um livre, que acabou por não resultar em perigo, mas sim numa transição rápida que originou o 3-1.

Na segunda parte, os Sex Machine forçaram um pouco mais e conseguiram o 3-2 com um forte remate cruzado do Bruno, mas mais não conseguiram; uma perda de bola em saída para o ataque e um livre de 10 metros selaram o 5-2 para os Educadores, que cautelosamente aproveitaram as poucas oportunidades que tiveram.

Globalmente, a equipa esteve bem, unida… mas faltou entrosamento (que vai melhorando, apesar de tudo) para atacar mais organizadamente contra uma equipa que tem na solidez o seu forte; o resultado foi justo, mas ficou a sensação de que, mesmo com a equipa desfalcada, se poderia ter feito algo mais.

Rodinhas 5 - 7 Sex-Machine

Um jogo atípico… com o Tiago Matias de férias no Brasil, houve um ajustamento necessário a fazer, dado que os Sex Machine não têm verdadeiramente um segundo guarda-redes; jogou o Eduardo Martins que teve algumas dificuldades, principalmente na coordenação com a defesa (sendo um guarda-redes que fala pouco com os colegas).

Ofensivamente, houve alguns aspectos positivos no entrosamento com os novos jogadores (Pedro, Oscarino e Hugo, que se estreou com dois golos), nomeadamente no primeiro golo (jogada do Bruno e assistência para o Hugo), no quinto (passe do Pedro “a rasgar” para entrada e golo do Rodrigo) e no sétimo (jogada a pivot do Hugo, passe para o Pedro que fez um belo golo, picando a bola sobre o guarda-redes adversário, o nosso amigo Catarino… o melhor em campo neste jogo).

Após o 4-1 ao intervalo, os Sex Machine não foram tão rigorosos quanto deviam e estiveram por duas vezes a ganhar apenas por um, oferecendo 2~3 golos e dando uma expressão enganadora ao resultado, mas com mérito dos Rodinhas que o souberam aproveitar.

Exibições sólidas do Bruno, Marco e do Gil, como é costume.

Pardais 1 - 0 Sex-Machine

Teremos de recuar uns bons anos até encontrar outro jogo em que os Sex Machine não tenham marcado um golo… factor que foi decisivo no resultado de um jogo muito calculista e táctico e que só teve 3~4 lances de perigo nos 40 minutos totais.

Com as ausências forçadas do Marco e do Ranito, a equipa ficou algo curta a nível ofensivo, deixando para o Bruno quase toda a responsabilidade de criar desequilíbrios e lances de perigo; com uma defesa bem montada, os Pardais seguraram o atirador canhoto e apenas 1~2 vezes viram o perigo a rondar a sua baliza.

Do outro lado, outra defesa bem organizada que também não deu grandes espaços; o golo acabou por surgir numa troca defensiva um pouco lenta em que após o remate bloqueado pelo Ricardo (que tinha vindo à ajuda), a bola caprichosamente sobrou para um jogador dos Pardais que estava fora da jogada, mas em boa posição para empurrar para o único golo.

O empate a zero ou a um seria o resultado justo.